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sábado, 19 de dezembro de 2015

O diabo abriu a porta...


Crônica do amanhecer

Por Hélcio Silva

(19 / 12 / 2015)


Roubaram tanto que até o diabo ficou irritado e abriu a porta para entregar alguns, outros continuam escondidos debaixo do tapete.  

E quem falta ainda? Tem gente no mato, na moita!

Ontem li um artigo do Carlos Chagas. Ele revela o que chama de festival de corrupção, “generalizado a partir do governo Lula e exposto ao máximo durante o governo Dilma”.

Em seu jeitão de escrever afirma: “Amplia-se a corrupção. A cada dia surgem novas denúncias contra políticos, partidos, altos funcionários públicos e empresários. Alguns encontram-se na cadeia, outros em prisão domiciliar, estes aguardando sentenças, aqueles  à beira de um ataque de nervos.”

Oh!..., Chagas! ... Os céus estão pedindo paz e fim da corrupção!..., e os capetas continuam desobedecendo... Ki coisa!...

E o Cláudio Humberto acha que perdemos!... Diz ele em sua coluna de hoje:

‘TAPETÃO’ DO STF LIQUIDOU IMPEACHMENT DE DILMA’

“Os principais líderes de oposição não se manifestam claramente, mas em conversas reservadas consideram que o Palácio do Planalto soterrou no “tapetão” do Supremo Tribunal Federal a ação de impeachment de Dilma Rousseff. O STF alterou as regras que facilitaram o impeachment do então presidente Fernando Collor, em 1992, para dificultar a ameaça ao mandato da presidente petista”.

Calma, Cláudio!... Se o povo voltar com aquelas manifestações de 2013, pelas ruas, praças, becos e esquinas, o impeachment bota ordem na casa...

“Povo unido / jamais será vencido!”...

Aqui na minha terra, entre as matas, vejo o rio passar!... O poeta para e olha as nuvens e vai perguntando a elas antes de falar às águas dos rios: onde estão os peixes?...

E as nuvens abrem seus olhos tristonhos e respondem: os peixes ainda estão tristes com os que levaram o dinheiro da saúde – esconderam-se também com medo de serem levados!...

E eu vejo um Brasil lutando para reencontrar seu rumo, porém, muitas pedras há ainda nos caminhos... Pedras que falam linguagens diabólicas... Pedras de renan e de outros que não se vexam quando chamadas aos apedrejamentos contra o povo...

Ah!... E como o povo é apedrejado!..., massacrado, traído!

To indo, gente!...

Sou o andarilho das matas...

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