Há aqui e no Universo muitos mistérios que não sabemos
Fico imaginando que nada sabemos. Não sei se devo permanecer lendo, até o que não entendo, ou paro de vez e entro num processo interrogativo, perguntando a mim mesmo: O que realmente é essa complicada máquina que carrego na cabeça, chamada de cérebro?... A mente é controlada pelo meu cérebro físico ou ela é o comando da alma ou comandada por esta? E esta alma, de que tanto falam, onde está?... Que fonte controla ou alimenta os meus neurônios?... De onde vim? Para onde vou? Quem sou eu?... A ciência chegou até onde? E a religião, o que diz?...
Neste momento, aqui sentado, estou lendo uma notícia sobre o projeto conectoma humano. Diz a nota:
"Cientistas americanos publicaram as imagens mais detalhadas até hoje já vistas do cérebro humano, em um projeto internacional de pesquisa destinado a compreender como as estruturas cerebrais determinam a personalidade e os talentos."
Continuo lendo:
"O Conectoma Humano, um projeto de cinco anos do qual participam dez centros de pesquisas dos Estados Unidos e da Europa, busca coletar grande quantidade de dados através de sistemas avançados de imagens em um total de 1.200 adultos saudáveis e facilitar o livre acesso aos cientistas de todo o mundo."
Faço uma pausa... Vou tomar um café quente para melhorar esse frio bem gelado que está fazendo em Curitiba... Tomo só o café e retorno á mesa onde vou continuar esse escrito...
Fico imaginando que nada sabemos. Não sei se devo permanecer lendo, até o que não entendo, ou paro de vez e entro num processo interrogativo, perguntando a mim mesmo: O que realmente é essa complicada máquina que carrego na cabeça, chamada de cérebro?... A mente é controlada pelo meu cérebro físico ou ela é o comando da alma ou comandada por esta? E esta alma, de que tanto falam, onde está?... Que fonte controla ou alimenta os meus neurônios?... De onde vim? Para onde vou? Quem sou eu?... A ciência chegou até onde? E a religião, o que diz?...
Neste momento, aqui sentado, estou lendo uma notícia sobre o projeto conectoma humano. Diz a nota:
"Cientistas americanos publicaram as imagens mais detalhadas até hoje já vistas do cérebro humano, em um projeto internacional de pesquisa destinado a compreender como as estruturas cerebrais determinam a personalidade e os talentos."
Continuo lendo:
"O Conectoma Humano, um projeto de cinco anos do qual participam dez centros de pesquisas dos Estados Unidos e da Europa, busca coletar grande quantidade de dados através de sistemas avançados de imagens em um total de 1.200 adultos saudáveis e facilitar o livre acesso aos cientistas de todo o mundo."
Faço uma pausa... Vou tomar um café quente para melhorar esse frio bem gelado que está fazendo em Curitiba... Tomo só o café e retorno á mesa onde vou continuar esse escrito...
Antes, para enganar e distrair a tal da mente, ligo calmamente na rádio Boa Nova - uma emissora espírita da Fundação André Luiz... Coincidência?!... Não sei... A rádio Boa Nova anuncia que a Revista Cristã de Espiritismo já está nas bancas...
Alguma coisa - ou alguém - conversa comigo sem dizer uma só palavra; talvez intuição... É como se eu recebesse um comando... Obriga-me, pela vontade, a abrir o site da rcespiritismo - da Revista Cristã de Espiritismo... E o que vejo? O título de um artigo... Senti no corpo um arrepio suave e aquela ordem meiga recomendando: - publica!...
O tema era o mesmo que iniciei no escrito acima: conectoma humano... O artigo, no entanto, tem outro titulo: "O Conectoma e a Alma", do jornalista e pesquisador espiritualista Victor Rebelo.
Leia o artigo:
O conectoma e a alma
Artigos on line
Escrito por Victor Rebelo
Recentemente, uma notícia ganhou destaque na mídia; trata-se das pesquisas científicas realizadas na tentativa de se mapear a rede neural (o conjunto das ligações entre os neurônios) do cérebro. Esse mapa seria o conectoma, termo criado em 2005, por Olaf Sporns, professor da Universidade de Indiana – USA.
Escrito por Victor Rebelo
Recentemente, uma notícia ganhou destaque na mídia; trata-se das pesquisas científicas realizadas na tentativa de se mapear a rede neural (o conjunto das ligações entre os neurônios) do cérebro. Esse mapa seria o conectoma, termo criado em 2005, por Olaf Sporns, professor da Universidade de Indiana – USA.
Sebastian Seung, um dos cientistas líderes envolvidos no projeto, explicou em uma palestra à TED (fundação privada sem fins lucrativos dos Estados Unidos, conhecida por suas conferências destinadas à disseminação de ideias – www.ted.com) que parte dessa rede neuronal é definida pelo nosso DNA; outra parte é definida conforme nossos pensamentos e emoções, ou seja, conforme nossas experiências.
Portanto, se analisássemos em detalhes, veríamos que cada pessoa possui um conectoma único, inigualável, pois cada um de nós tem uma história de vida única. Ao mesmo tempo, essa rede neural não é estática. Ela passa por mudanças, conforme mudamos, ao longo da vida, nossa maneira de pensar e sentir. Portanto, ao longo da vida criamos ou reforçamos certas sinapses (pontos de comunicação entre os neurônios), enquanto enfraquecemos outras.
Com relação à memória, não se sabe, ao certo, onde ela ficaria armazenada no cérebro. Uma das teorias diz que nossas experiências ficam gravadas justamente neste fluxo que passa por nossa rede neuronal, ou, para ser mais exato, na combinação de impulsos eletroquímicos transmitidos de uma célula cerebral para outra.
Mapear o conectoma nos permitirá decifrar muitos enigmas da mente humana, desde as questões mais simples às mais profundas, como as que envolvem a fé e o amor. Além disso, antes mesmo de completarmos o mapeamento de todo o conectoma, poderemos, afirmam os cientistas, usufruir dos seus benefícios no diagnóstico objetivo de doenças mentais.
Hoje, com a tecnologia que temos, os cientistas levariam séculos para completar – considerando que isso seja possível – o mapeamento. Mas, soluções e inovações nas pesquisas têm sido encontradas, o que tem dado um novo fôlego às pesquisas.
Mas o que me motivou a escrever este editorial foi o fato de ter sido publicado, em um artigo da revista Veja, que as imagens do conectoma revelariam a origem biológica do pensamento e das emoções. Bem... do ponto de vista biológico, talvez essa hipótese esteja correta. Porém, no final do artigo, a jornalista afirma – por conta própria – que “a longo prazo, a compreensão completa das ligações e da lógica de funcionamento do conectoma será suficiente para explicar conceitos ‘etéreos’ como a mente e alma.”
De acordo com a visão espírita, a origem dos pensamentos, emoções e sentimentos estaria na alma, no espírito. Existe, hoje, comprovação científica disso? Não. Mas, temos grandes evidências que tornam essa teoria bastante plausível. Quem se interessar, pode começar se informando sobre as pesquisas realizadas por Willian Crookes e Allan Kardec, no século XIX. Além disso, como podemos ter certeza de que o mapeamento do conectoma poderá desvendar o mistério da mente e da alma? A Ciência ainda não aceita, mas também não explica, satisfatoriamente, as psicografias de Chico Xavier, assim como não prova o que são, na verdade, as chamadas Experiências de Quase-morte – EQM.
Portanto, temos que ter cuidado em aceitar certas teorias, vindas tanto da Ciência quanto de doutrinas espiritualistas, inclusive, do próprio Espiritismo. Penso que o correto é termos uma postura investigativa, questionadora, como aconselhou Allan Kardec.
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