segunda-feira, 1 de abril de 2013

Tragédia de Oruro

Corintianos continuam presos... Em matéria publicada hoje, a Folha/Uol revela a posição do presidente do Corinthians... Leia toda a matéria aqui no blog:

Corintianos estão presos desde fevereiro

O presidente do Corinthians, Mario Gobbi, classificou a prisão dos 12 torcedores brasileiros em Oruro, na Bolívia, como um “sequestro”. Bastante alterado com a situação, ele afirmou que eles estão sendo mantidos reféns das autoridades bolivianas e que o caso é “pior do que a ditadura que aconteceu nesse país”.
“Quero saber dos 12 presos. Quem é o culpado pela morte de Kevin? Como é que você vai manter alguém preso sem prova, isso é uma coisa de louco. A nojeira é muito grande. Se eu ficar omisso em um momento desses, eu estaria jogando pela janela tudo o que meu pai me ensinou. Antes de corintianos, tem brasileiros lá. E inocentes, até que se prove o contrário. Eu não durmo de saber dessa brutalidade, que é maior que a morte do Kevin. Querem pagar a morte dele com essa brutalidade, torturando, sequestrando, mantendo presos”, disparou.
O dirigente alvinegro disse que o governo brasileiro atua desde o primeiro dia para solucionar o caso. Ele irá se encontrar nos próximos dias com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
"Pegaram 12 lá aleatoriamente e acabou. Podia ser um irmão seu, ou meu, e ninguém quer isso”, comparou.
Gobbi também negou que a família de Kevin tenha pedido dinheiro para o Corinthians. O clube chegou a oferecer uma parte da renda de um jogo para ajudar os familiares, mas não se chegou a um acordo.
À noite, ao programa "Fantástico", a advogada Maristela Basso, contrata pela Gaviões da Fiel, confirmou que vai recorrer a organismos internacionais e possivelmente a outras cortes na Bolívia, fora de Oruro, para tentar soltar os brasileiros. Ela também usou a palavra sequestro para definir a situação dos 12 presos.
Por enquanto, eles só deixarão a cadeia para ir ao estádio de Oruro para fazer uma reconstituição do que ocorreu no jogo entre Corinthians e San José. A prisão preventiva, na Bolívia, pode durar até dois anos.

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