quarta-feira, 8 de maio de 2013

A dramática situação da seca no nordeste

Essa notícia é de hoje, não é de ontem... O drama é de todos os dias!... O Nordeste está sem água!

A situação da seca do nordeste é dramática. O gado morrendo, o povo sofrendo!... Não há água em muitas regiões do nordeste. A seca de 2013 é bem mais intensa que a de 2012. Hoje, agora pela manhã, a Comissão Geral da Câmara Federal se reúne a partir da 9:30 horas. Muitos debates, opiniões diversas, e não sei se haverá uma solução. Ontem, pelo facebook, o ambientalista maranhense Pedro Gomes me informava  que vários municípios do Maranhão estão também em situação crítica.
Hoje, pela manhã, vasculhei o teto para encontrar alguma notícia nova. Encontrei muitas, antigas e novas. Vejam esta, que saiu há dias no Jornal da Câmara:
O deputado federal Leonardo Gadelha (PSC-PB) informou que estudos meteorológicos anunciam para o Nordeste em 2013 uma seca tão intensa quanto à de 2012. O deputado é autor de requerimento que transforma o Plenário da Câmara em Comissão Geral para a discussão do tema. Gadelha disse que não tem faltado à presidente Dilma Rousseff sensibilidade para o assunto, e que o governo federal já disponibilizou R$ 14 bilhões para o atendimento emergencial da população.
Ao avaliar a estiagem no Nordeste, Gonzaga Patriota (PSB-PE) afirmou que a região está “arrasada”. Em Pernambuco, disse, muitos agricultores mostram a coragem e a determinação de permanecer na zona rural, “mas é preciso que o governo federal proporcione ações definitivas para o problema”. O deputado pediu a retomada das obras de transposição do Rio São Francisco ao governo federal. “Não queremos mais paliativos. Queremos que a água do Rio São Francisco chegue aos estados do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte.”

Luiz Couto (PT-PB) afirmou que o Nordeste está convivendo há quase dois anos com uma das maiores secas do semiárido brasileiro. Para o deputado, a situação é agravada na Paraíba, onde o número de agricultores é maior que a média do País. O parlamentar informou que, mesmo fora dos períodos de estiagem, a zona rural concentra os piores índices de miserabilidade do estado. Segundo ele, “as ações emergenciais amenizam, apenas em parte, os efeitos destruidores da seca”.

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