Que caminho Lula pensa ainda percorrer? Que visão tem ele do Brasil? Por que errou tanto, e agora quer voltar pensando que assim esconde seus pecados?
Ele insiste. Já colocou até a ONU na briga...
Meu café da manhã, aqui na ilha, foi com várias paradas
para grandes leituras...
Agora, às sete da manhã, estou lendo o portal Veja:
Defesa de Lula entra com recurso no STF por candidatura
Da Veja
A defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com um
recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira pela candidatura do
petista à Presidência da República. O político, preso e condenado em segunda
instância no âmbito da Operação Lava Jato, teve sua inelegibilidade confirmada
pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na madrugada do último sábado com base
na Lei da Ficha Limpa.
No pedido ao STF, os advogados do ex-presidente voltam a
usar como argumento a decisão liminar do Comitê de Direitos Humanos da ONU,
tomada em agosto, na qual o órgão cobrou que os direitos políticos do
ex-presidente fossem respeitados.
“Protocolamos hoje perante o STF pedido de tutela de
urgência para que, com base na decisão liminar proferida pelo Comitê de
Direitos da ONU em 17/08/2018, seja afastado qualquer óbice à candidatura do
ex-presidente”, diz a defesa de Lula em nota.
O documento pede que o tribunal suspenda os efeitos da
condenação de Lula no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que tornou
o petista ficha-suja. A defesa também pede que a questão seja analisada com
urgência pelo STF.
TSE rejeitou argumento
A decisão do órgão da ONU foi usada pela defesa do
petista para tentar garantir autorização para concorrer nas eleições de 2018. O
único ministro do TSE que reconheceu o documento foi Luiz Edson Fachin. Ele
afirmou que o petista é inelegível pela Ficha Limpa, mas disse que Lula deveria
concorrer à Presidência, mesmo preso, com base na decisão do comitê.
Por 6 votos a 1, o tribunal decidiu negar a candidatura.
Segundo o ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, o órgão da ONU é
administrativo, não tem competência jurisdicional, e suas decisões não têm
poder de obrigar a Justiça brasileira a cumpri-las.

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