O candidato à vice visitou diversas indústrias e falou
sobre a necessidade de gerar empregos e promover o ciclo produtivo da indústria
no Brasil
Na manhã desta quarta-feira (5), o candidato a
vice-presidente pela coligação “O povo feliz de novo”, Fernando Haddad, visitou
metalúrgicos de diversas indústrias em São Bernardo do Campo (SP). Haddad falou
sobre a centralidade da retomada da indústria nacional para a geração de
empregos, a importância de promover todo o ciclo produtivo da indústria no
Brasil e a estreita relação entre ensino, pesquisa, tecnologia e geração de
empregos.
Antes das cinco da manhã, Haddad conversou com
trabalhadores no portão da Mercedes Benz, explicando que é preciso voltar a ter
política industrial no Brasil, uma vez que a indústria já foi uma das
locomotivas do crescimento brasileiro e isso não pode ser perdido. “Nós temos
que ter todo o ciclo produtivo dentro do Brasil. Por que nós temos que importar
coisas que podem ser produzidas aqui?”, questionou.
Falando sobre a falta de emprego, um dos maiores
problemas que aflige a classe trabalhadora, Fernando Haddad disse que o caminho
do desenvolvimento está em uma política industrial para gerar empregos de
qualidade, aliada a um sindicato forte.
Na sequência, Haddad visitou metalúrgicos da Ford, também
em São Bernardo, e foi enfático ao dizer que “precisamos retomar a roda da
economia, para frente e não para trás. Temos que gerar mais emprego”. Ele
reafirmou o compromisso dos governos do PT em apoiar a indústria brasileira e
relembrou os tempos dos governos do presidente Lula, onde foram feitos muitos
investimentos em educação, ciência e tecnologia, pilares para o desenvolvimento
do país e diretamente também da indústria. “Nós temos ciência para produzir
tudo. Lula sabia disso e apoiava a indústria nacional.”, explicou.
Ainda em agenda com os metalúrgicos, Haddad esteve na
porta da empresa DriveWay, e garantiu aos trabalhadores que, no próximo mandato
do PT na presidência, o partido irá “construir com a população um país que
tenha lugar para todos e não apenas para uma minoria”.

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