Roseana justificou o seu retorno a disputa eleitoral, já
que em 2014 anunciou a sua ‘aposentadoria’, ao fato do Maranhão ter parado de
crescer e regredido em alguns segmentos.
“Percebi que o nosso Estado estava parado, deixado de
crescer e não poderia fugir dessa responsabilidade de ajudar o Maranhão. Aquilo
que o governador atual tinha prometido, ele não cumpriu. Na questão da pobreza
extrema, por exemplo, o Maranhão parou de reduzir esses números. Nós tiramos da
pobreza absoluta em torno de 500 mil pessoas, mas no governo atual voltaram
mais de 300 mil pessoas a pobreza extrema, ou seja, o Maranhão está
retrocedendo”, afirmou.
A ex-governadora também criticou o fato do Governo Flávio
Dino não ter dado continuidade a conclusão dos centros de hemodiálises no
Maranhão. Roseana assegurou que deixou dinheiro em caixa para essas obras.
“Nós conseguimos um financiamento de mais de R$ 4 bilhões
junto ao BNDES, mas só conseguimos infelizmente no penúltimo ano do meu
governo, mas mesmo assim deixamos toda uma programação. Nos centros de
hemodiálises, deixamos sete centros distribuídos estrategicamente para atender
todo o Maranhão. Deixamos terrenos comprados, projetos feitos, construções
iniciadas e, o principal, dinheiro em caixa para conclusão. Só não consegui
entender o motivo desses centros não terem sido concluídos”, destacou Roseana.
Durante a entrevista, Roseana repetiu a pergunta que já
fez no horário eleitoral e que tem incomodado muito os comunistas.
“Sua vida melhorou nos últimos quatro anos?”, repetiu
algumas vezes.
Roseana encerrou prometendo a volta de programas sociais
importantes, caso seja eleita, como o Viva Luz, Viva Água e Primeiro Emprego.
Além de novamente ter assegurado a criação do Viva Gás.

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