quarta-feira, 19 de agosto de 2026

DIA NACIONAL DO HISTORIADOR - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


DIA NACIONAL DO HISTORIADOR



Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Sou um historiador e escritor que usa os sonhos para, em palavras, elaborar pesquisas, prosas, romances e poesias, em delirios róseos, mas atrelados à dura realidade que se apresenta.

As histórias que escrevo têm destinos mirabolantes dos quais nem eu escapo. "A História não é um eco distante, mas uma conversa viva - e o Historiador, seu tradutor". Por isso não sei, às vezes se sou criador ou criatura...

Procuro, como um autor comprometido com as facetas da natureza, diversificar as minhas publicações e promover horizontes. Penso, assim, me alargar na tão complexa matéria humana.

Ei-los: Algodão no Mearim; O Parto da Insônia; Algodão: Ouro Branco; O Arquivista Acidental; A Fuga do Perfume; Estação Ecológica Sítio do Rangedor: Uma proposta educacional; Artigos Diversos; Pêndulos & Fiéis; São Luís: Memória & Tempo; São Luís em Cartões Postais e Álbuns de Lembranças; Pregoeiros & Casarões; Becos & Telhados; Adagas & Punhais.

Povo do Meu Agrado - Tem coisa que traz lembrança

 

Povo do Meu Agrado

19 / 08 / 2026



Tem coisa que traz lembrança

só de bater o olho e olhar:

uma casa simples no mato

e alguém varrendo o lugar.

Vassoura de galho na mão,

folha juntada no terreiro,

era assim que começava o dia

em muito canto do interior.

Casa humilde, chão de terra,

sombra boa no quintal.

Coisas simples de antigamente

que hoje têm valor especial.




 “Povo do Meu Agrado é uma página dedicada à cultura, poesia e encanto do Nordeste. Aqui você encontra versos que celebram a beleza da nossa terra, os cantos dos pássaros, a força do sertão e a sabedoria popular.”


Poeta Sertanejo - Raiou mais um dia...


Poeta Sertanejo

19 / 08 /22026

Raiou mais um dia, muito de mim eu espero.

Sigo agradecendo a Deus, quem tanto venero.

Lá fora o sol já brilha, iluminando os verdes campos, lugar onde canta o valente quero-quero.

Ao lado do velho pingo, cavalo de estimação, a quem sou amigo sincero.

O jacu no terreiro, se mistura com as galinhas.

O teiú sorrateiro, vem matar a sede nas águas da biquinha.

O cheiro gostoso do café toma conta da cozinha.

Vendo a porta aberta a alma desperta e o João de barro entra na capelinha.


Parece agradecer pela construção de sua nova casinha.

Recolheu o manto da noite, quando do dia Deus puxou a cortina.

Os primeiros raios do sol atravessaram a intensa neblina.

A natureza é uma mãe que cuida também ensina.

Onde cada ser vivo é mesmo uma benção divina.

Por isso sou sertanejo nato e agradeço por essa sina.

Morar no campo realmente me fascina.

Bom dia meu povoooooo

Um dia super abençoado para todos vocês


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Aporofobia ou horror aos pobres - Artigo de José Luiz Alquéres


Aporofobia ou horror aos pobres

José Luiz Alquéres*

17/08/2026

Entre os temas que vêm ganhando espaço na filosofia moral está a Aporofobia, palavra que significa aversão ou rejeição aos pobres. O conceito tem implicações profundas na realidade das grandes cidades brasileiras, sobretudo quando analisado à luz do processo de urbanização ocorrido nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial.

Antigas cidades, muitas nascidas ainda no período colonial, sofreram ocupação rápida e desordenada, decorrente da enorme migração do campo para os centros urbanos. O Brasil possui hoje índice de urbanização próximo de 90%. A China, em comparação, só ultrapassou a marca de 50% no início da década passada e hoje está em torno de dois terços. A urbanização brasileira criou, ao longo dos últimos 70 anos, enormes áreas ocupadas por populações de baixa renda, muitas vezes em locais sujeitos a alagamentos e deslizamentos.

Essas condições precárias vêm sendo reproduzidas por gerações, pois as políticas públicas não conseguiram enfrentar adequadamente o desafio de proporcionar vida digna a um contingente expressivo da população. Segundo o Censo de 2022, 20% da população da cidade do Rio de Janeiro viviam em favelas e comunidades urbanas, categoria específica do IBGE que não abrange, naturalmente, todas as formas de precariedade habitacional existentes no país.

Mais grave é o caráter geracional do fenômeno. Quando sucessivas gerações nascem e crescem submetidas às mesmas condições, aquilo que deveria ser intolerável — o precário, o informal, o degradante — acaba se tornando usual e até percebido por muitos como realidade inescapável das regras do jogo social que separam os segmentos de maior e menor renda. É a banalização do inominável.

A visão de seres humanos vivendo em condições tão degradantes comove aqueles que possuem um mínimo de compaixão e solidariedade. Para outros, porém, produz aversão e estimula explicações superficiais para um fenômeno complexo. Surgem argumentos que atribuem a pobreza a uma suposta preguiça dos pobres, a uma predisposição à criminalidade ou à vadiagem, ou à pretensa recusa a estudar, trabalhar e buscar melhores condições de vida.

Essas interpretações preconceituosas ignoram um fato fundamental: nessas áreas, os serviços públicos básicos jamais estiveram disponíveis em escala adequada. As escolas foram historicamente precárias, os postos de saúde insuficientes e as condições sanitárias deficientes produziram índices elevados de mortalidade infantil, com consequências sobre a expectativa de vida. Dentro de uma mesma cidade como o Rio de Janeiro, comparações entre áreas como o Complexo do Alemão, a Maré e a Rocinha e bairros de maior renda evidenciam profundas desigualdades nas condições de vida.

A tragédia dos idiotas úteis e a física dos balanços - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial


A tragédia dos idiotas úteis e a física dos balanços

Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial

É compreensível que jovens recém-saídos de universidades, ainda encantados com a descoberta de que boas intenções aparentemente revogam restrições orçamentárias, acreditem que governos possam gastar, distribuir, subsidiar e estimular quase indefinidamente. A juventude também serve para isso.

O espantoso é encontrar economistas consagrados e grandes empresários acreditando na mesma metafísica.

A economia, essa senhora desagradável, possui um defeito de caráter, já que não se comove. Pode-se escrever um manifesto contra os juros, organizar um seminário sobre justiça social, culpar o Banco Central, o mercado ou a conhecida insensibilidade dos números. O balanço continuará fechando do mesmo jeito.

É a física dos balanços.

Durante anos, parte do empresariado brasileiro acreditou que dinheiro caro era uma perversidade fabricada dentro do Banco Central. Roberto Campos Neto tornou-se o vilão perfeito. Bastaria substituí-lo e o crédito voltaria a jorrar pelas torneiras nacionais.

Campos Neto saiu; Gabriel Galípolo entrou. A torneira não jorrou.

A pequena inconveniência chama-se realidade fiscal.

Enquanto Brasília gasta e fabrica despesas permanentes com a serenidade de quem imagina que dinheiro público nasce público, empresas precisam enfrentar uma vulgaridade chamada caixa. E o varejo, dependente de crédito, renda disponível e confiança, costuma descobrir antes dos intelectuais que juros não são uma opinião.

Casas Bahia acaba de anunciar recuperação judicial e o fechamento de cerca de 300 lojas, um terço de sua rede. Magazine Luiza enfrenta prejuízos. Famílias acumulam dívidas e inadimplência recorde. A aritmética, aparentemente, também aderiu à “extrema-direita”.

O mais delicioso, se não fosse tão caro, é assistir à elite empresarial e intelectual que ajudou a vender a fantasia descobrir uma velha crueldade da economia: idiotas úteis também pagam juros.

Eis a tragédia dos idiotas úteis. Foram úteis enquanto ajudavam a vender a fantasia. Tornaram-se idiotas quando descobriram que a fantasia também lhes enviaria o boleto.

Ideologias possuem uma extraordinária capacidade de sobreviver aos próprios fracassos. Sempre encontram uma narrativa nova. Balanços não.

O eleitor aceita explicações. O caixa exige dinheiro.

E na sua empresa, quem está pagando o boleto da fantasia?


DIA MUNDIAL DA LIBERTAÇÃO HUMANA E DIA DO NUNCA DESISTA - Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

DIA MUNDIAL DA LIBERTAÇÃO HUMANA E DIA DO NUNCA DESISTA

LIBERDADE & HUMANIDADE

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


A raça humana precisa se libertar do tempo curto e avançar rumo à civilidade propriamente dita.

Tem que deixar a mediocridade e parar de correr como se fora um animal comum e bravio.

Temos que mudar nossos hábitos. É inconcebível engordarmos animais nos campos para depois matá-los e comê-los.

É preciso, mesmo termos uma louça sanitária em nossas casas? Sim, no presente momento, ainda estamos cativamentes agachados...

Precisamos de liberdade, nos alimentando de luz e de frequência... Sinto que nossa natureza clama por isso. Não somos monstros...

Sonho com a repugnante podridão saindo de nós num tempo muito em breve. Na verdade, sonho com a liberdade ainda em vida.

Não posso permitir que eu venha causar danos a quem quer seja. Acredito que só assim eu serei livre...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 18.08.2026. SÃO LUÍS-MA).


Povo do Meu Agrado - Bom dia -


Povo do Meu Agrado


18 / 08 2026

Bom dia, meu sertão querido,

onde a fartura vem do chão,

tem pamonha sobre a mesa

e carinho na produção.


Tem cheiro bom de milho verde,

tem lembrança no terreiro,

tem receita que atravessa o tempo

e alimenta o mundo inteiro.


Que hoje não falte saúde,

nem motivo pra agradecer.

Que Deus abençoe nossa casa

e dê força pra gente viver.

 *****


**Bom dia, meu povo! Quem aceita uma pamonha quentinha?**

***** 

 “Povo do Meu Agrado é uma página dedicada à cultura, poesia e encanto do Nordeste. Aqui você encontra versos que celebram a beleza da nossa terra, os cantos dos pássaros, a força do sertão e a sabedoria popular.”


Poeta Sertanejo - No silêncio da noite te esperei.


Poeta Sertanejo

18 / 08 / 2026

No silêncio da noite te esperei.

Fiquei horas debruçado sobre a janela, mas você não veio.

A lua foi testemunha do meu sofrer, e do tanto que lamentei.

O vento que soprava mansinho, parecia trazer de longe seu cheiro.

Eu jurava ouvir na calçada passos, de quem andava ligeiro.

O tempo passou e de mansinho adormeci sobre o travesseiro.

Você não veio, mas os pensamentos foram te buscar, feito menino arteiro.

Não te encontraram, no sonho também não te achei, para meu desespero.

A voz do silêncio falou comigo, na solidão foi meu companheiro.

Acordei ainda de madrugada, a brisa tocou meu rosto, trazendo de longe o perfume do cravo agreste.


Dizendo que sem abraço um poeta sofre e padece.

A noite foi embora sem almenos se despedir.

Se um dia sentir saudades, esqueça que estou aqui.

Pois sou feito águas correntes meu destino vou seguir.

Estou indo embora no romper da aurora, sobre o cantar de um alegre bem-ti-vi.

Bom dia meu povoooooo

Um dia derramando coisas boas para todos vocês


segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O BELO HORIZONTE DO MEU PAI - Texto de Gabriel Chalita, acadêmico da Academia Paulista de Letras


O BELO HORIZONTE DO MEU PAI

Acadêmico: Gabriel Chalita*

Continue sorrindo para mim. E soprando mistério para que eu continue acreditando na bondade, sua mais valorosa herança.


O belo horizonte do meu pai

Meu pai é José, nome do carpinteiro, pai de Jesus. Nome de tantos pais do Brasil e de outros lugares.

Meu pai é mineiro de Belo Horizonte. Como o santo, o esposo de Maria, meu pai é de Deus. Um homem de Deus. Quando estava por aqui e onde está agora, é o que sinto, crente que sou no sentir.  

Os seus pais vieram do Líbano, como tantos outros pais, buscando um mundo melhor para os seus filhos. Em tempos de guerra, vieram por aqui em busca de paz. Viveram pouco em Belo Horizonte. Viveram a vida em Cachoeira Paulista, uma sagrada cidade entre as serras da Mantiqueira e do Mar. Em Cachoeira Paulista, desde que minha memória é capaz de memorizar, meu pai via o horizonte. O belo horizonte. 

Era bonito de ver o sonhador sonhando. Em uma terra sem nada, ele via o café sendo colhido e o aroma perfumando a vida das pessoas. E, então, comprou a terra e virou plantador de café. Em áreas de silêncio, apenas, e de areia e pedras, viu famílias vivendo e convivendo e fazendo filhos. E construiu vilas e casas.

Em uma esquina, imaginou pessoas comprando e conversando onde não havia nada e abriu loja e fábrica. Em um lugar sem ninguém, viu romances nascendo e risos rindo e lágrimas, sem medo de demonstrar emoção e fez um cinema, o primeiro da pequena cidade. E construiu casas em um asilo para ajudar. E ajudou a vida inteira. Meu pai compreendeu os horizontes dos outros, porque era homem de escutar. 

Quando eu quis ser escritor, ele viu um futuro de bondades em mim. As palavras criam horizontes nas pessoas. Quando eu quis ser professor, ele sorriu de felicidade. Eu quis outras coisas que desisti. Ele compreendia, inclusive, as desistências. Os horizontes para serem construídos precisam de tempo e de paciência. 

A paciência era uma das virtudes que eu mais admirava em meu pai. Os erros dos outros nem sempre nascem da intenção de errar. É preciso confiar no tempo para os arrumos. 

Eu gostava de estar perto dele na loja, no sítio, nas construções. Eu gostava de ir com ele comprar pão e manteiga. Eu gostava de dizer a ele dos meus medos e de ouvir sorrisos libertadores. A sua voz em forma de oração ainda diz delicadezas em mim: "Calma, meu filho, confie, Deus está com você". 

Minha mãe era mais agitada do que ele. Era bonito de ver o arco de amor desenhando história em suas diferenças. Era bonito de ver como eles se olhavam com gratidão por terem se conhecido em um mundo tão grande. Ela nasceu na Síria. E se conheceram em uma calçada na cidade de Taubaté, no mesmo Vale entre as montanhas da Cachoeira onde nasci.

Ele foi ver um jogo de futebol. E se não tivesse ido? E se ela não estivesse naquela calçada naquele dia? Os imponderáveis da vida brotam amor. E eu sou fruto desse amor. 

Faz tempo que meu pai foi viver a eternidade. Minha mãe também foi, tempos depois. Eu prossigo por aqui, vivendo com eles em mim. Lembrando lembranças que abrem belos horizontes na minha vida. Parece que vivemos muitas vidas em uma vida, apenas. Uma bela vida.

Os ontens prosseguem no hoje. E o hoje é possuidor das sementes do amanhã. Da terra que pode ser plantio de café ou de filmes de cinema. Das lojas ou das salas de aula em que o amor é sempre necessário.

Lembro o primeiro dia em que entrei em uma sala de aula e fui chamado de professor. Lembro o café no fim do dia e da minha empolgação ao dizer aos meus pais que havia encontrado o meu lugar no mundo. Meu pai repetiu com orgulho: "Meu filho, meu menino, é professor".

Meu pai me viu seminarista, me viu fazendo peças de teatro, me viu vereador, me viu voltando da primeira viagem fora do Brasil para dar palestras e lançar livros. E abraçava o que via. Era bom contar tudo a ele. Até dos medos.

Um dia, em um dos primeiros lugares em que fui diretor, eu disse a ele da minha dúvida de ficar ou sair. Minha mãe disse que eu deveria ficar. Era muito jovem e recebia muito bem. Ele perguntou se eu estava feliz. Eu disse que, até então, sim, que mais recentemente, não. Então, ele disse: "Você sabe a resposta, filho, a vida é muito curta para desistirmos da felicidade". 

Que belo horizonte via o meu pai. Eu perdi dois irmãos. Ele e minha mãe enterraram dois filhos. As dores sempre viveram na minha casa, mas ele nunca deixou de ser feliz. Eu tinha quinze anos quando, no velório do meu irmão, ele agradecia a Deus pelo tempo em que ele pôde ser pai de um filho tão especial. A felicidade mora, também, na tristeza. Ela se chama paz. Ela é compreendedora das finitudes da vida. E da eternidade. 

Da eternidade, sinto que meu pai sente o amor que escrevo em palavras quando falo dele. E, se sinto, acredito. E sinto que, um dia, de um jeito que não sei, nos olharemos de novo e, na pureza do amor, agradeceremos por termos, no tal do mundo grande, sido pai e filho. 

Não se escolhe pai. É parte do que não depende de nós. Se dependesse, eu escolheria o meu bom José. Como escolho pensar nele e chorar e sorrir, porque são sentimentos que se completam. 

Feliz dia dos pais, meu pai amado. Continue sorrindo para mim. E soprando mistério para que eu continue acreditando na bondade, sua mais valorosa herança.

Publicado em O Dia, em 09 08 2026

*Gabriel Chalita é acadêmico da Academia Paulista de Letras 


DIA NACIONAL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO - Texto de Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta



DIA NACIONAL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO

EIRAS & BEIRAS

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Nesse feriado, depois de um certo período em casa, fui andar pelas ruas do Centro Histórico da minha cidade, São Luís, "ainda" patrimônio mundial da humanidade.

Na Praia Grande, constatei "um patrimônio da humanidade" sem eiras e nem beiras. Na grande maioria em estado de ruínas e necessitando urgentemente de conservação.

Sobrados, meias moradas, sem eiras, beiras ou tribeiras, formam um triste retrato de uma tragédia urbana.

O que deveria servir de orgulho a todos, percebo mesmo, é desolação. Seria tão bom se prevenir da barbárie, em sua forma mais profunda - o abandono.

Olho para nossa cidade, grito e indago: onde estão os homens públicos ou ministérios, procuradores, desembargadores?

Uma tristeza, olhar os becos, ruas estreitas, praças, fontes, etc., necessitando urgentemente de um melhor tratamento, que nunca vem...

Deixei para escrever esses "ditos" depois das festividades, para não dizerem que estava atacando algum ocupante de cargo ou servidor público. Se faço isso agora, que assim seja!

Homens públicos (servidores públicos que detém sua guarda), vamos salvar nossa cidade! Se continuar assim, só restará o nome numa velha fotografia de que um dia, foi patrimônio da humanidade.

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 17.08.2026. SÃO LUÍS-MA).


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