quarta-feira, 15 de abril de 2026

Os ministros estão descontrolados!...

Oi... Psiu!

Os ministros estão descontrolados...

Vi agora a declaração de Deltan, candidato a senador pelo Paraná.

Deltan Dallagnol postou nas redes sociais:

Os ministros estão descontrolados!

“Acostumados a abusar do poder sem serem incomodados, agora mostram abertamente como usam a toga como arma para atacar políticos que ousam confrontar o STF.

Vale para o senador Alessandro Vieira, que pediu o indiciamento de ministros na CPI do Crime Organizado, para Zema, que critica os abusos do Supremo, e para qualquer pré-candidato ao Senado que defende o impeachment de ministro.

O único lado bom é que a máscara caiu. Agora, os ministros fazem ameaças e prometem usar o cargo para atacar de forma aberta, para todo mundo ver.”




Operação PF

 

Operação PF

PF e PM/SP combatem lavagem de dinheiro e transações ilegais de valores

Operação Narco Fluxo cumpre contra organização criminosa 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em oito estados e no DF

Publicado em 15/04/2026 


São Paulo/SP. A Polícia Federal, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, deflagrou, nesta quarta-feira (15/4), a Operação Narco Fluxo, com o objetivo de desarticular associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores mediante criptoativos no Brasil e no exterior.

A ação decorre de desdobramentos de apurações anteriores que identificaram a atuação do grupo em esquemas de lavagem de capitais. As investigações apontam que os envolvidos utilizavam um sistema para ocultação e para dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de numerário em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

Mais de 200 policiais federais cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos/SP, em endereços localizados nos seguintes estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás; e no Distrito Federal.

As constituições do Brasil - Por Carlos Silva


As constituições do Brasil

Por: Carlos Silva

Em: 14 de abril de 2026

Bem, vamos iniciar o artigo nos ambientando: fomos colonizados e explorados de 1500 até 1808. E fomos invadidos também. Ou seja, o nosso Brasil nasceu em uma situação belicosa. Mas, conseguimos vencer todos os nossos inimigos. Pelo menos os inimigos externos ou estrangeiros. Depois de 1808 fomos apenas explorados, mas iniciamos a perder as correntes com Portugal, haja vista que a Realeza estava aqui, na terrinha. Enfim, em 1822 declaramo-nos independentes da Corte lusitana. E não foi fácil manter esse status quo. E agora éramos um Império. Aliás, o único império da América do Sul. E tivemos muita confusão aqui no nosso Brasil. E de brasileiros contra brasileiros, contrariando, desde sempre, a tal da índole pacifista do nosso povo. Nós, brasileiros, nascemos em conflitos e tivemos que lutar e muito pela nossa liberdade, pela nossa vida e pela nossa própria cultura. Por fim, em 1824, depois de muita confusão, recebemos a nossa primeira Constituição, que o povo nem sabia do que se tratava devido às limitações censitárias de renda para se poder votar. Ou seja, éramos uma sociedade totalmente segregacionista, sim. Mas, essa Constituição durou 67 anos! Claro que o povo não se beneficiou totalmente dela. Naquele tempo, só os poderosos podiam mandar e desmandar. E essa Constituição manteve o regime da escravatura. Ou seja, nada de democrática. Mas, passou o tempo e em 1891 tivemos outra Constituição. E em seguida ao estabelecimento da República. É moda no Brasil quando se altera o regime, cria-se uma nova Constituição. Isso é até saudável. E até lógico. Mas, também demonstra uma certa falta de maturidade política do nosso país. O pior dessa Constituição foi a exclusão das mulheres ao direito sagrado de votar.

Faxina urgente nos poderes da República

Poderes precisam de faxina urgente, diz Gaspar, ‘é fedentina pra todo lado’

 “Este país não aguenta mais tanta sujeira. A Nação brasileira está na lama, é fedentina pra todo lado!”.


Deputado Alfredo Gaspar

O relator da CPMI do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), defendeu nesta terça-feira (14) que haja uma “faxina” nos Poderes da República.

A declaração ocorreu após o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pedir, em seu relatório final, o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O parlamentar questiona em postagem nas redes sociais, “o que o povo brasileiro está pensando” dessa situação, onde ministros do STF são colocados como indiciados, em uma comissão que investiga o crime organizado.

Ainda na publicação, Gaspar escreve: “Este país não aguenta mais tanta sujeira. A Nação brasileira está na lama, é fedentina pra todo lado!”.


O tempo está acelerando ou a experiência está morrendo silenciosamente? - Artigo de Warly Bentes


O tempo está acelerando ou a experiência está morrendo silenciosamente?

Por Warly Bentes

Certa vez no ginásio, para uma feira de ciências, em equipe fizemos um modelo de vulcão. A ideia era mostrar como a explosão do magma terrestre funcionava. Montanha de barro em miniatura, árvores de papelão em volta. Dentro da “cratera”, algodão embebido em álcool para produzir fogo e palha de aço para que com as faíscas se imitasse o vulcão expelindo gases e larva.  Na apresentação na sala de aula, um colega errou a ordem dos “efeitos especiais”, rs. Colocou a palha de aço debaixo do algodão com álcool. Então riscado o fósforo, uma bola de fogo voou na direção de uma coleguinha sentada na primeira fileira, rs. Foi uma gritaria, rs. Mas tiramos nota 10 e a demonstração foi repetida no dia da exposição geral, desta vez no meio da quadra, para que ninguém corresse nenhum risco.

E assim, como todos nós,  guardo na memória essas experiências da minha vida: como a primeira vez numa Roda Gigante ou numa lancha; a primeira vez que fui a São Paulo, a vez da primeira viagem internacional ou da vez que vi neve caindo numa noite em NY. O nascimento dos meus filhos. Experiências que vão formando o equilíbrio e a inteligência emocional de cada ser humano. Sem estas experiências o que seríamos? Imaturos? Tenho ouvido nos últimos anos cada vez mais pessoas dizendo que o tempo está voando. E o que isso tem a ver com nossas interações, nossas vivências com o mundo ao nosso redor? O que é essa sensação de que o tempo está acelerando?

Quase todo mundo tem a mesma impressão hoje: os anos estão passando cada vez mais rápido. A infância parecia infinita. Um ano escolar era uma eternidade. Agora piscamos e já é Natal outra vez. Mas e se essa sensação não for psicológica… e sim civilizacional? Talvez o tempo não esteja passando mais rápido. Talvez nós tenhamos parado de vivê-lo.

No final do século XIX, o filósofo francês Henri Bergson escreveu, em Matéria e Memória, que o tempo humano não é medido por relógios, mas por experiências marcantes. Para Bergson, a verdadeira duração  (la durée) é psicológica. O tempo vivido depende da densidade das memórias.Tempo não é QUANTIDADE. Tempo é INTENSIDADE. Quando a vida é rica em experiências, o tempo se expande. Quando é pobre, ele encolhe.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Relatório Bomba da CPI...

Relatório Bomba da CPI...

CPI ANUNCIOU RELATÓRIO BOMBA. O documento final propõe indiciar por crimes de responsabilidade os ministros do STF Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.


Leio mais: Governo Lula manipula CPI para rejeitar relatório-bomba indiciando ministros do STF.

Houve uma série de mudanças na composição do colegiado.

Após ser adiada nesta manhã, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado realiza na tarde desta terça-feira (14) a última reunião do colegiado com a leitura do relatório final do senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

No parecer, que ainda deve ser submetido por votação, o senador propôs indiciar por crimes de responsabilidade os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.


A mãe de Sua Senhoria - Artigo de Ruy Castro


A mãe de Sua Senhoria

Ruy Castro

Foi-se o tempo no futebol em que os arranca-rabos entre os jogadores eram abafados pelos espasmos das torcidas ou inaudíveis pela distância do gramado. Hoje, com a TV e a leitura labial, o que eles vociferam uns para os outros já não fica inédito. Graças ao dublador Gustavo Machado, pudemos acompanhar, por exemplo, a destreza de Neymar no castelhano ao se dirigir ao uruguaio Hernández no recente (2/4) Santos X Remo. Ao levar uma entrada do gringo, Neymar, descontrolado, pespegou-lhe uma penca de "Hijos de puta!" seguidos de "Cagón!" e "Pelotudo!". O último epíteto causou espécie —o que seria "pelotudo"? Fui ao dicionário: "idiota, imbecil, babaca". Enriqueci meu vocabulário.

Jogadores sempre bateram boca, mas, no passado, continham-se ao falar com o juiz. Os árbitros eram senhores de certa idade e apitavam enquanto o fole aguentasse. O mais famoso era o mais velho, mais forte e mais temido: Mario Vianna, ex-soldado da torturadora Polícia Especial de Getulio no Estado Novo (1937-45). Atuou até os 55 anos, em 1957, capaz de atirar no fosso quem o desacatasse. Depois tornou-se o primeiro comentarista de arbitragem do rádio.

Tamanho velho! - Por: Ronaldo Amazonas


Tamanho velho!

Por: Ronaldo Amazonas 

Essa exclamação muito conhecida é tão usada pela minha mãe, mais que nunca hoje, cola direitinho nos costados do decano(o membro mais velho/antigo) do STF, Gilmar Mendes.

Tamanho velho hein Sua Existência! e não cansa e nem para de falar bobagem, agir contra a moralidade do cargo e bodejar fora dos autos.

Tamanho velho! significa que, apesar da idade avançada, muitos idosos não têm a menor vergonha de cometerem certos atos indignos. São mais velhacos que velhos!

E esse é o caso do ministro do STF Gilmar Mendes.

Tenho vergonha alheia quando assisto sessões do STF e me embrulha o estômago de ver e ouvir votos e comentários desse ministro que empobrece e apequena o Pretório Excelso do nosso país.

Gilmar Mendes já pegou o cacoete de imaginar que seus votos, comentários inapropriados na mídia e intervenções durante as sessões do STF, não mais causam espécie e nem reações dos cidadãos de bem desse país.

Eu me incomodo! E muito!

A Amazônia não pode ser território sem comando - Por: Dep. Federal Alberto Neto


A Amazônia não pode ser território sem comando

Por: Dep. Federal Alberto Neto 

Em: 13 de abril de 2026

A crise de segurança na Amazônia deixou de ser um alerta pontual para se consolidar como um problema estrutural de grandes proporções, com implicações diretas sobre a soberania nacional e a autoridade do Estado brasileiro. O avanço do crime organizado na região não ocorre de forma improvisada, mas segue lógica, estratégia e ocupação progressiva de espaços onde o poder público se mostra ausente ou insuficiente. Nesse contexto, a incapacidade estatal de produzir diagnósticos claros e atualizados compromete não apenas a reação, mas sobretudo a prevenção, criando um ambiente em que organizações criminosas operam com vantagem. Quando o Estado não enxerga com precisão, ele também não age com eficácia, e o custo dessa cegueira institucional recai sobre o território e sobre a população.

A gravidade desse cenário foi evidenciada de forma oficial na resposta ao Requerimento nº 7818, instrumento legítimo de fiscalização parlamentar que buscou esclarecer a dimensão da atuação das facções criminosas na Amazônia. O que se esperava como base para ação estratégica revelou, na prática, uma lacuna preocupante, uma vez que o próprio Ministério da Justiça reconheceu não dispor de um diagnóstico consolidado sobre o fenômeno. Essa admissão não pode ser tratada como mera formalidade administrativa, pois evidencia uma falha central na condução da política de segurança pública. Sem informações estruturadas, o Estado abre mão de sua capacidade de planejamento e se limita a respostas episódicas, sempre atrasadas em relação à dinâmica do crime.

O arquiteto e o jogador - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração


O arquiteto e o jogador

Alex Pipkin, PhD em Administração

Toda vez que alguém tenta poupar a sociedade do erro, cobra-se um preço invisível; é o futuro que deixa de existir.

O progresso não nasce do acerto. Nasce do choque entre o que se tenta e o que resiste.

Ainda assim, persiste a fantasia de que o resultado pode ser antecipado, de que alguém, investido de poder, pode encurtar o caminho e entregar a resposta pronta. Quando isso acontece, não há avanço; há esterilização. O erro, que deveria ensinar, é removido do sistema. E, sem ele, a inteligência perde sua função.

Existe uma fronteira fina e decisiva entre sustentar o jogo e jogá-lo. O papel legítimo do Estado é estrutural, é o de estabelecer um chão firme, onde contratos têm peso, riscos têm medida e regras valem para todos. Isso não produz progresso; apenas impede que ele seja sufocado antes de começar.

O desvio começa quando a regra deixa de organizar e passa a decidir. Nesse ponto, o sistema muda de natureza. Já não se seleciona quem resolve melhor, mas quem melhor se alinha ao centro que define.

Não é apenas um problema de conhecimento; é de engrenagem. Ao entrar no jogo, o Estado altera o critério de sobrevivência.

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