O Brasil trocou a cura pelo alívio
domingo, 12 de julho de 2026
O Brasil trocou a cura pelo alívio - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração
Conhecimento e Fé - Texto no blog do Hélcio Silva -
Conhecimento e Fé
Há momentos em que fazemos de tudo para controlar o futuro, mas ainda assim o coração continua inquieto. Este versículo nos lembra que confiar em Deus não é desistir dos sonhos, e sim colocá-los nas mãos de quem enxerga o caminho completo.
Nem sempre as respostas chegam no tempo que esperamos, porém a fidelidade de Deus permanece a mesma. Enquanto esperamos, Ele fortalece nossa fé, molda nosso caráter e prepara aquilo que ainda não conseguimos ver.
Essa mensagem nos convida a descansar sem perder a esperança. Quando entregamos nossas preocupações ao Senhor, descobrimos que a confiança traz uma paz que as circunstâncias, por si só, jamais poderiam oferecer.
Entrega o teu caminho ao Senhor...
Poeta Sertanejo - Só conhece a dificuldade quem por ela na longa caminhada já passou...
Poeta Sertanejo
12 / 07 / 2026
Só conhece a dificuldade quem por ela na longa caminhada já passou.
E superando tudo, por suas fronteiras mesmo exausto atravessou.
Na simplicidade da vida, o encanto presente sempre está.
Para quem suas dificuldades é capaz de superar.
Levanta de manhã cedo, agradece a Deus e vai trabalhar.
Porquê sabe, que as respostas, para o sucesso em você mesmo está.
Por isso erga a cabeça, e vá a dura batalha enfrentar.
Em vez de sentar na sombra e ficar da vida a murmurar.
Enquanto você reclama o tempo este continua a passar.
Enquanto todos seguem em frente, quem fica reclamando não sai do lugar.
Vejo muita gente no jogo da vida querendo ganhar.
Mas de maneira imprópria, na base do surrupiar.
Enquanto alguns derrama suor para poder conquistar.
Outros ficam matutando, como fazer pra tomar.
Quem na vida supera suas dificuldades, tem histórias bonitas pra contar.
Estas são pessoas para muita gente se espelha.
Bom dia meu povoooooo
Um dia abençoado para todos vocês
MÃO & PERGAMINHO - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta
MÃO & PERGAMINHO
Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta
12 / 07 / 2026
Os momentos mais importantes da vida, acredito: chegada e despedida.
Entre um e outro há um tempo onde estão os atores dos desfechos, mas dependem do "início e fim".
É nesse interstício que surge tudo que o homem pensa e faz: os pergaminhos, os livros, as pinturas - as obras de arte, etc.
Contudo, também, as lâminas mais afiadas e mísseis certeiros, outros sem pavios acesos.
Estou me referindo aos homens que contraditoriamente, constroem e destroem.
Essa mão, por exemplo, tão bem feita, é obra de Rembrandt. Acredito, a mão direita. A esquerda repousa, talvez por ser inútil para essa prática - ele era destro.
O que escrevia ele, nesse pensamento verbal? Há como alguém dizer o que está escrito em "a mão e o pergaminho"? Sim, certamente, que há.
O que está escrito, talvez não tenha relevância, mas a pintura, sim.
Rembrandt nasceu, cresceu e morreu. E entre nascer, crescer e morrer existe um espaço de tempo, do qual me refiro - aquele útil, que transcende o tempo.
É por isso que muitos séculos depois estou aqui discorrendo sobre a natureza humana, especialmente desse gênio da pintura.
Ele usou sua habilidade, capacidade e sensibilidade para a arte. Admirável ser humano que morre e vive...
Parece impossível, mas isso é real. A mesma capacidade, teve o artesão ao pensar na agulha e na linha.
O cientista que inventou remédios, venenos, vacinas e outros que inventaram punhais e explosivos mortais.
Tudo isso acontece entre o nascer e o morrer - entre a chegada e a partida.
Viva, então o ser humano, criatura de Deus, perfeito e imperfeito - "mortal" aparentemente.
(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 12.07.2026. SÃO LUÍS-MA)
sábado, 11 de julho de 2026
AMOR & TEMPO - por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta
AMOR & TEMPO
Antonio Guimarães de Oliveira
Olha bem para nós, agora... O tempo, esse irresponsável e austero a tudo descora...
Começa com as nossas roupas novas e, depois, veja, o que fez conosco...
Roubou nossa juventude e, no lugar dela, nos deu a desgraça dessa velhice...
Olhe em que a gente se transformou e se escora: em bengalas. Você tem uma e eu, outra...
Não me fale mais, portanto, nem de amor. Esse, também, ele o desgastou e não mais nos ancora...
(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA:11.07.2026.SAO LUÍS-MA)
Faz tempo - Hélcio Silva - 11 / 07 / 2026
Faz tempo
Hélcio Silva
11 / 07 / 2026
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Faz tempo que eu perdi o tempo!...
O bom tempo que não volta mais
O tempo da juventude que perdi...
Ah! Bons tempos!...
Hoje, entre dores e tonturas... É um novo tempo, hoje presente...
Duas cirurgias na cabeça é o que me restou...
As tonturas presentes...
Ontem, uma sexta dura...
Dores nas articulações... e intensa tontura...
Tudo fazendo o esqueleto dançar...
E a noite chegou... e eu dormi...
Aqui, cá estou... de volta,
Recomeçando tudo
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Meu nome Hélcio
Apenas Hélcio
Nada mais do que Hélcio...
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Como fabricar pobreza sem perder a “virtude” - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração
Como fabricar pobreza sem perder a “virtude”
Alex Pipkin, PhD em Administração
Existe uma fórmula quase infalível para fabricar pobreza sem abrir mão da superioridade moral.
A receita é antiga, embora continue sendo vendida como novidade; singela, embora funesta. Gasta-se antes de produzir, distribui-se antes de criar riqueza, transforma-se o lucro em pecado e o prejuízo em certificado de virtude. Parte-se da convicção de que decretos podem revogar as leis da economia e, quando a realidade apresenta a conta, culpa-se o capitalismo por não cumprir uma promessa que jamais fez.
Quase sempre, aliás, confunde-se mercado com o velho compadrio estatal que prospera justamente à sombra do poder.
O mais curioso é que esse mofo intelectual continua sendo tratado como vanguarda. Mudam as narrativas, renovam-se as hashtags e multiplicam-se os manifestos, mas o desfecho raramente muda.
Têm-se menos investimento, mais dependência do Estado, crescimento anêmico e uma liberdade econômica cada vez menor.
O espetáculo ganha um capítulo à parte quando surgem os novos engenheiros da sociedade. São movimentos conduzidos por jovens de convicções inabaláveis e currículos ainda em branco, que conhecem a opressão muito mais pelos livros do que pela experiência de criar riqueza, administrar organizações ou assumir riscos.
Movidos por um idealismo frequentemente sincero, confundem intenções com resultados e passam a exigir pacotes de bondades cuja conta recai justamente sobre aqueles que pretendiam proteger.
A economia tem um defeito imperdoável para os arquitetos da utopia; ela não reconhece certificados de virtude. Responde apenas a incentivos, segurança jurídica, produtividade, investimento e responsabilidade fiscal. Quando esses fundamentos são substituídos pelo voluntarismo político, o desastre pode até demorar, mas nunca perde o endereço.
A política consegue sobreviver algum tempo alimentada por narrativas.
A realidade, não; não negocia com desejos, e não se impressiona com palavras de ordem.
A realidade tem um vício insuportável para os engenheiros da utopia; ela insiste em cobrar resultados de quem só apresenta intenções.
É por isso que toda tentativa de fabricar prosperidade sem produzir riqueza termine fabricando exatamente o contrário.
ESPÍRITO & SUBMISSÃO - por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta
ESPÍRITO & SUBMISSÃO
Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta
Em mim há um silêncio ignorante, talvez covarde. Por ser assim, esse silêncio, emudece todo o barulho que de mim poderia vir...
Eu teria, com certeza, toda a verdade do mundo sufocando a mentira. Mas o que há dentro de mim, é uma escuridão que "me obriga" a cometer insanidades, injustiças...
Como eu gostaria de subir na mais alta nuvem e tocar o céu, nas bordas das vestes de Deus. Sou limitado por demais. Talvez ateu...
Meus pés estão presos ao chão de forte argamassa, minhas asas foram "cortadas" à navalha. Não consigo levantar vôo. Sou um ser estático...
A gravidade é muito forte e só me leva ao centro, ao núcleo da terra, onde suponho, se localiza o inferno com todos os seus demônios.
Meu Deus, veja onde fui parar por intermédio do pensamento que me deste...!!!
Uma homenagem ao poeta Vinícius de Moraes, que morreu no estado do Rio de Janeiro, em 09.07.1980.
(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 09.07.2026. SÃO LUÍS-MA).
Poeta Sertanejo - Lá tinha uma paineira à beira da estrada.
Poeta Sertanejo
09 / 07 / 2026
Lá tinha uma paineira à beira da estrada.
Lugar onde João de barro fez mas dona joaninha sua primeira morada.
Casa pequena porém abençoada, porque naquela casinha, de beira de estrada sua família aumentou.
João de barro teve filhos, e hoje já é avô.
Olhando o João de barro, entendo porque meus cabelos com o passar dos anos branqueou.
Porque a casinha de fundo de sertão, hoje é minha mas foi onde meu pai morou.
E no contexto da história, estamos no livro da glória onde hoje eu sou o pai e meu pai é bisavô.
O menino de outrora o tempo para trás deixou.
Onde um dia em brincadeira, eu plantei a paineira onde João de barro fez sua morada mostrando ser bom construtor.
Eu era um um rapazinho e ele um jovem pássaro recém casado, hoje estamos de idade, quando na verdade, o passado virou saudade.
Ainda me lembro da sua primeira moradia, onde era só o casal não tinha o restante da família.
Mostrando que o anos passaram ligeiro por nós, hoje eu e o amigo João de barro já somos avôs.
Bom dia meu povoooooo
Um dia abençoado para todos vocês
"Trecho de uma comunicação de Lèon Denis" - Mensagem obtida em Tours, em 8 de julho de 1927, por incorporação
"Trecho de uma comunicação de Lèon Denis"
12-11-2014
Mensagem obtida em Tours, em 8 de julho de 1927, por incorporação
Da vida terrestre, com seu movimento orgânico, à vida do espaço, com sua sensação radiosa, há forçosamente, na mudança das situações, um ponto morto que fica em suspensão, em maior ou menor tempo, conforme a evolução, estado da alma e a observação do indivíduo.
Após o momento em que pararam os órgãos que animavam meu pensamento humano, no minuto em que despertei para a luz do Além, tive uma espécie de sonolência, de sono hipnótico.
Sentia-me como que entorpecido por condensações de vapor, que formavam em torno de mim algo como um casulo fluídico.
Meus queridos e bons guias trabalhavam; depois, minha respiração deixou meu envoltório carnal e, como um débil fio, desligou-se sem choque.
Senti, então, todo o meu ser dilatado, vaporoso, atraído como por mãos invisíveis, que não eram senão os pensamentos de meus guias.
Esses pensamentos se concretizavam e tocavam meu espírito sob a forma de emanações luminosas, refletidas pelo perispírito de meus entes queridos desencarnados.
Eu flutuava em derredor deles como o pássaro que sai do ovo, mas que é frágil e dá seus primeiros passos em vossa Terra.
Havia deixado minha casa carnal e ensaiava as primeiras evoluções no Mundo da Luz, domínio maravilhoso criado por Deus.
Mais do que nunca, meus amigos, sei agora que todo ser humano rompe sua carcaça física com maior ou menor dificuldade, de acordo com a sua evolução e conforme o grau de fé e de confiança que tenha na bondade e na justiça de Deus.”
Léon Denis.
(Revue Spirite, outubro de 1927).









