quinta-feira, 2 de julho de 2026

Feirinha de Codó

Codó avança na construção da nova Feirinha do Peixe que irá valorizar feirantes e fortalecer a economia local

Data: 2 de julho de 2026



A Prefeitura de Codó segue avançando com importantes obras e serviços que vêm transformando a infraestrutura do município. Entre as novas ações, a gestão municipal deu início à construção da nova Feirinha do Peixe, uma obra aguardada há muitos anos pelos feirantes e pela população codoense.

O empreendimento tem como principal objetivo oferecer melhores condições de trabalho aos comerciantes, além de proporcionar mais conforto, organização, segurança e higiene para os consumidores que utilizam o espaço diariamente.

O projeto prevê a construção de um galpão moderno, equipado com boxes individuais destinados à comercialização de diversos produtos, como carnes, peixes, verduras, frutas e alimentos prontos. A nova Feirinha do Peixe funcionará como um mercado organizado e será construída na Rua Francisco Bernardino, no bairro São Sebastião.

Com a implantação da nova estrutura, a expectativa é melhorar significativamente o ambiente de comercialização, garantindo mais qualidade no atendimento à população e fortalecendo as atividades desenvolvidas pelos feirantes.

A iniciativa reafirma o compromisso da Prefeitura com a valorização dos trabalhadores do comércio popular e com o fortalecimento da economia local. O novo espaço foi planejado para oferecer uma estrutura adequada, segura e moderna, beneficiando tanto quem trabalha quanto quem realiza suas compras no local.

Além de impulsionar o comércio tradicional, a nova Feirinha do Peixe representa um importante investimento no desenvolvimento urbano do município. A obra contribuirá para a geração de renda, melhoria da qualidade dos serviços oferecidos à população e para a modernização de um dos espaços comerciais mais tradicionais da cidade.

Fonte - Assessoria de Comunicação de Codó


CHEIRO & CIO - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

 CHEIRO & CIO

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


Ironia. O que faz a assimetria na beleza? Só pode ser mesmo, intromissão. Porque dizem, e eu acho que é correto: "a beleza é simetria..."

O que faz então a assimetria no meio da beleza? Acredito, atrapalhando certamente a perfeição, se é que existe.

Quando se olha para uma coisa ou um algo que se julga perfeito ou perfeita, bonito ou bonita, será se não são os olhos ou o coração que estão enganados? Será se são perfeitos, mesmos, de fato?

Mesmo com descrença, e sem nenhuma certeza ou ciência, com uma suposta manipulação da perfeição e da beleza, não seriam algo particular de quem ver e de quem sente ou de quem, na verdade, é ou não é?

Não sei se compreendem, a minha ilação sobre a beleza com essa forma abstrata de como se constrói mental, visual e fisicamente a figura e a composição dela, tendo como componentes, esses elementos: a simetria, a assimetria, o coração e os olhos de quem se apropria do isso e do daquilo...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 02.07.2026. SÃO LUÍS-MA).


A maior invenção da civilização - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração


A maior invenção da civilização

Alex Pipkin, PhD em Administração

A maior invenção da humanidade não foi a roda, a escrita nem a inteligência artificial. Foi descobrir que um estranho pode ser mais útil do que um parente.

Parece uma provocação. Na verdade, é o fundamento da civilização.

Durante milênios, a confiança foi um privilégio reservado ao sangue, ao clã e à tribo. Fora desse círculo havia medo, desconfiança e conflito. A civilização começou quando ampliamos o significado da palavra “nós”.

O problema é que o instinto tribal nunca desapareceu. Continua incrustado na arquitetura da nossa mente. Apenas aprendeu a usar gravata, dominar algoritmos e discursar com elegância.

Em tempos de crise, quase ninguém procura compreender a realidade; procura um culpado. O bode expiatório é o aplicativo político mais antigo da humanidade; basta instalar um inimigo e, por alguns instantes, todos os problemas parecem resolvidos. Pensar exige disciplina. Acusar oferece alívio.

Poeta Sertanejo - Ainda estava escuro quando o galo cantou...


Poeta Sertanejo

Ainda estava escuro quando o galo cantou, era madrugadinha.

Levantei, lavei o rosto e fui até a cozinha.

Uma luz acesa, água no fogão borbulhando.

Avistei no terreiro minha mãezinha, que mesmo no escuro debulhava milho para as galinhas.


Então fiquei a imaginar, porque que tão cedo ela precisava se levantar.

Na verdade não era necessidade, era a obrigação que estava a chamar.

Porque na sua mente de suas criações ela tinha que cuidar.

Mãezinha querida fica tranquila, seu filho voltou para lhe ajudar, cuide da casa dos bichos eu vou tratar.


E assim a lida roceira me levou ao encontro do passado que eu vim novamente buscar.

E me vi criança sultão do meu lado, meu pai no machado, lenha a corda.

E o destino como sempre é caprichoso, em dois idoso meus pais fez questão de transformar.

No tempo que fora fiquei, mas hoje voltei, e a saudade me fez chorar.

Lavei o rosto nas águas da biquinha, enquanto me observava do galho da arvinha o amigo sabiá.


E me comparei com as formigas que é ia e vinha, seguindo o destino sem parar.

Mas aprendi que nunca mais, longe de meus queridos pais eu quero ficar.

Bom dia meu povoooooo

Um dia abençoado para todos vocês


quarta-feira, 1 de julho de 2026

Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes - História


Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes

Fonte - Facebook 

01/07/2026

Há exatos 22 anos, Itapecuru Mirim se despedia de João da Cruz Silveira, o primeiro grande idealizador do sonho de criar uma Academia de Letras em nossa cidade.

Nascido em 26 de novembro de 1928, ele iniciou seus estudos no Grupo Escolar Gomes de Souza. Como Itapecuru Mirim ainda não oferecia ensino mais avançado, seguiu para Caxias, onde cursou o ginásio e o magistério no tradicional Colégio Caxiense.

De volta à sua terra natal, uniu forças com Leonel Amorim, Raimundo Nonato Ferraz e outros educadores para concretizar a criação da Escola Normal Regional. Ali, dedicou-se por muitos anos ao magistério de forma voluntária.

Também participou da fundação do Clube Recreativo e Cultural Itapecuruense, ao lado de Abdala Buzar, Leonel Amorim e Raimundo Nonato Ferraz, integrando sua primeira diretoria, em 1961. Grande amigo de Mariana Luz, era presença marcante nos eventos cívicos e culturais, emocionando o público com seus discursos e declamações dos poemas da consagrada poetisa. Foi um orador de talento e sensibilidade.

Durante décadas, dedicou sua vida à educação, defendendo a valorização do ensino e da classe docente. Seu legado é marcado pelo compromisso e pelo amor à profissão.

Hoje, a AICLA presta homenagem a esse grande educador e visionário, cuja trajetória continua inspirando as novas gerações e fortalecendo a memória cultural de Itapecuru Mirim.


O Brasil das aberrações - por Roberto Kenard, poeta e escritor


O Brasil das aberrações

Roberto Kenard 

É preciso ser tapado em grau elevadíssimo, para não perceber que estamos já (novamente) com os pés metidos em nova e grave crise econômica. Passada a eleição, em 2027 a conta baterá na porta.

O PT dizia ter um projeto para o Brasil. Chegou ao poder em 2002, então mostrou-se a verdade: não tinha. Tratou simplesmente de manter o arcabouço econômico da época de FHC, arcabouço que na oposição tanto criticava.

A coisa tem se dado assim: durante três anos, o governo não apresenta nada; chega o período eleitoral, se dana a oferecer "benefícios", para comprar os votos daqueles que faz questão de manter na pobreza.

De outra parte, de quatro em quatro anos, renegocia a dívida de estados perdulários e mal administrados, oferecendo crédito a quem não fez por merecer. O resultado é catastrófico: estados melhores administrados pagam as contas dos estados improdutivos.

Basta ver dois exemplos. São Paulo produz mais, arrecada mais e entrega mais ao governo federal. O Maranhão, estado improdutivo, que tem 51% da população vivendo de Bolsa Família, entrega muito menos ao governo federal. Mas recebe mais do que São Paulo. Trata-se de uma aberração.

Passou da hora de criar mecanismos de punição aos administradores incompetentes e corruptos. Administradores de estados e municípios que não entregam melhorias nos indicadores sociais precisam ser punidos.

Mas para isso acontecer, seria necessário ter no comando do país um governo igualmente não perdulário, não incompetente e não corrupto. Com o PT, isso é uma impossibilidade. Assim como é uma impossibilidade com os Bolsonaro, que estiveram no poder e fizeram de conta que essas aberrações nunca existiram.


DIA MUNDIAL DAS BIBLIOTECAS

 DIA MUNDIAL DAS BIBLIOTECAS



Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


Hoje, dia mundial das bibliotecas, saúdo escritores, livreiros, bibliotecários, leitores e pesquisadores em seus respectivos locais de trabalho, especialmente em bibliotecas públicas ou particulares, espalhadas por todo o mundo!

Viva o dia mundial das Bibliotecas!

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 01.07.2026. SÃO LUÍS-MA). 


Poeta Sertanejo Para quem passa naquela estrada de terra e poeira...


Poeta Sertanejo

*****

Para quem passa naquela estrada de terra e poeira, vê uma casinha branca guardada por uma velha porteira.

Ali mora uma caboclinha, menina nova, bonita e faceira.

Moça honrada de família, é caprichosa e trabalhadeira.

Quando passo na estrada, já está acostumada a buscar mimo que para ela deixo no mourão porteira.


O seu pai é uma fera, e proteja a filha com um batalhão de irmão na trincheira.

Mas minha besta ruana, feito eu também é aventureira.

Nestas estradas no galope faz levantar poeira.

Ganhando o coração da moça, a amizade do velho pra mim vira brincadeira.

Porque minha prosa é boa, feito laçada certeira.

Minha fama na região, é de ser um caboclo de primeira.

Se a moça me corresponder, eu caso nem que seja na segunda-feira.

Do seu pai vou ser o genro do coração, vamos pôr as armas no chão.

E forma a fazenda, cobrir tudo de plantação como faz uma família guerreira.

E nesta batalha vou na frente, puxando meus cunhados, só para o fazendão formado e a menina contente.

Se preciso for, vou irrigar está terra com meu próprio suor.


Vou mostrar pra esta gente, a bandeira da paz tem muito mais valor.

Bom dia meu povoooooo

Um dia abençoado para todos vocês...


Busca da verdade - Dom Geraldo Maia, Bispo de Araçuaí (MG)


Busca da verdade 

Dom Geraldo Maia

30/06/20/26

Bispo de Araçuaí (MG) 

 

“O que é a verdade?” (Jo 18,33-38a). Foi essa a pergunta desafiante que Pilatos dirigiu a Jesus, durante o rito sumário do processo que o condenou à morte cruel no madeiro da cruz. É essa mesma pergunta que fazemos hoje, diante de uma cultura de pós-verdade, em que as falsas notícias – Fake News – imperam nas redes sociais. Não se prima mais pela verdade dos fatos, mas pelas narrativas que são construídas para legitimar falsidades. 

Ao longo da história, houve várias tentativas de oferecer resposta satisfatória a essa pergunta. Busquemos o seu sentido semântico. A sua origem grega é Aletheia, que significa “não oculto”, “não escondido”, “não dissimulado” e “clareira” aberta numa mata fechada. Assim, verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito. A verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro é o evidente, ou o plenamente visível para a razão, diferente do pseudos, que é o falso e enganador. 

A origem latina da palavra é Veritas, que se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato no qual se diz, com detalhes, pormenores e fidelidade, o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, à linguagem enquanto narrativa de fatos acontecidos, refere-se a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais. Aqui, a verdade não se refere às próprias coisas e aos próprios fatos (como acontece com a aletheia), mas ao relato e ao enunciado, à linguagem. Seu oposto, portanto, é a mentira ou a falsificação. 

A língua hebraica também tem sua expressão Emunah, que significa confiança. Agora são as pessoas e Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são aqueles que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança. A verdade é uma crença fundada na esperança e na confiança, referidas ao futuro, ao que será ou virá. Sua forma mais elevada é a revelação divina e sua expressão mais perfeita é a profecia.

Michelle e os filhos de Bolsonaro


Michelle e os filhos de Bolsonaro 

Paulo Figueiredo 

Fonte - Fecebook 

Michelle Bolsonaro decidiu deixar de seguir nas redes sociais os enteados Eduardo, Carlos e Jair Renan em meio à crise aberta com parte da família Bolsonaro. O gesto ocorre poucos dias após a ex-primeira-dama tornar públicas suas divergências com Flávio Bolsonaro e amplia a percepção de que um conflito privado passou a ser administrado diante de milhões de brasileiros.

É justamente por isso que surge uma pergunta inevitável:

Essa é a postura esperada de uma ex-primeira-dama da República? De uma presidente do PL Mulher? De uma postulante ao Senado Federal pelo Distrito Federal?

Ninguém é obrigado a manter relações pessoais ou familiares nas redes sociais. Seguir ou deixar de seguir alguém é uma decisão individual. O problema começa quando esse gesto deixa de ser apenas pessoal e passa a produzir efeitos políticos.

Quem ocupa posição de liderança sabe que cada atitude comunica uma mensagem. Ainda mais em um momento de tensão dentro do principal campo de oposição ao governo federal. Um “deixar de seguir” pode parecer um detalhe, mas, nesse contexto, acaba sendo interpretado como mais um capítulo de uma crise que já havia sido exposta publicamente.

Lideranças políticas costumam ser cobradas por equilíbrio, capacidade de administrar conflitos e senso de responsabilidade institucional. Quando divergências familiares passam a ser resolvidas diante do público, o debate inevitavelmente deixa de ser sobre o mérito da discordância e passa a ser sobre a forma como ela é conduzida.

Para quem pretende disputar um mandato no Senado Federal, a cobrança tende a ser ainda maior. O eleitor não analisa apenas discursos ou propostas; também observa temperamento, capacidade de construir pontes e maturidade para lidar com crises.

A pergunta, portanto, permanece aberta: deixar de seguir os filhos de Jair Bolsonaro nas redes sociais contribui para fortalecer a imagem de Michelle Bolsonaro como líder política ou reforça a percepção de que questões pessoais estão sendo levadas para o centro do debate público?


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