terça-feira, 26 de maio de 2026

Mistério da excelência - Artico de Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba (MG)


Mistério da excelência 

Dom Paulo Mendes Peixoto 
Arcebispo de Uberaba (MG)

A palavra “mistério” parece ser alguma coisa escondida e está em segredo. Dizemos que Deus, para nós, é um mistério, porque não é visto, a não ser na pessoa do outro, porque ele é sua imagem e semelhança. Talvez pudéssemos falar que existe uma excelência no mistério de Deus-Pai, humanizado na Pessoa de Jesus Cristo e agora presente na história através da ação concreta do Espírito Santo. 

A excelência do mistério da Santíssima Trindade acontece no exercício da vida fraterna e na maneira como as comunidades cristãs vivem o Amor. Ela deve ter o reflexo da forma como se relacionam, na Trindade Divina, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Neste contexto, a palavra que tem maior expressividade é a “unidade”, com profundo respeito pela natural diversidade entre as pessoas. 

A prática da unidade exige renúncias, superação de atitude individualista e fechamento ao outro. As consequências são saudáveis e de alegria, porque faz bem conviver bem, principalmente quando a vivência do Batismo e a prática da fé são colocadas em compromissos comunitários. O isolamento dificulta a unidade e causa desconforto na vida de quem conta com a participação de todos na convivência.

Republiqueta da dependência - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração


Republiqueta da dependência

Alex Pipkin, PhD em Administração

O Brasil capitulou à política emocional.

Transformamos o debate público numa competição de falsas virtudes, onde qualquer tentativa de discutir responsabilidade fiscal, produtividade ou incentivos econômicos racionais é imediatamente tratada como crueldade social. A realidade foi substituída por uma retórica terapêutica de Estado.

Criou-se entre nós a superstição política de que prosperidade pode nascer de promessas sentimentais, subsídios permanentes e expansão indefinida da máquina pública. Como se riqueza pudesse ser criada por vontade política e a escassez revogada no gogó de palanque.

Mas a economia real não possui compromisso com narrativas. Ela cobra. E cobra sem piedade.

Os alimentos ficam mais caros. O poder de compra desaba. O investimento desaparece e o empreendedor é tratado como suspeito moral. A classe média encolhe. Os mais pobres permanecem aprisionados numa dependência estatal crônica vendida cinicamente como proteção social.

A engrenagem populista opera exatamente assim. Primeiro ela destrói o ambiente de autonomia econômica através de excesso regulatório, hipertrofia estatal, insegurança jurídica e tributação sufocante. Depois, o mesmo aparato que produziu o sufocamento reaparece distribuindo compensações emocionais e pequenos alívios materiais, administrando a fragilidade que ele próprio ajudou a fabricar.

Isso une extremos.

O progressismo estatista transformou vulnerabilidade social em ativo político permanente. E parte da direita populista trocou o difícil trabalho de reformar instituições, corrigir distorções e desenhar incentivos econômicos inteligentes pela adrenalina barata da guerra cultural performática.

Só que países sérios não prosperam movidos por catarse ideológica.

Prosperam quando instituições funcionam, contratos são respeitados, impostos não sufocam produção e governos compreendem uma verdade elementar, de riqueza não nasce do Estado; nasce da liberdade econômica, da produtividade e da capacidade de indivíduos criarem valor.

ROSTO & SILHUETA - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

ROSTO & SILHUETA

Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


Nem de repente, nem calmamente, reconheci tal figura...

Aquele rosto me remeteu

a uma imagem conhecida, mas irreconhecível...

Parecia com alguém que vi no decorrer da vida!

Logo entendi que é perceptível alguém similar a alguém na multidão..

É também provável que não o vi nem magro, gordo,

jovem ou velho... Aquilo foi uma ilusão em meio ao que estava na vitrine à venda...

Então cheguei à conclusão, após análise,

que não faço a mínima ideia

de quem se trata.

Que rosto era aquele ali, afinal?

Eis um mistério que não se retrata...

Quero acreditar, pensando em mistério ou mesmo em algo concreto que, talvez um espelho velho, refletiu a minha própria imagem... Mas será se aquilo era espelho, mesmo?

Como não tenho apego à vaidade e não presto muita atenção em mim mesmo, talvez não tenho me dado conta de que não sou mais o mesmo e posso ser aquele ser na multidão...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 26.5.2026. SÃO LUÍS-MA)


A Bíblia... O Livro de Josué 6 - A destruição de Jericó


A Bíblia... O Livro de Josué 6 - A destruição de Jericó

Josué 6

A destruição de Jericó


1 Ora, Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía, nem entrava.

2 Então, disse o Senhor a Josué: Olha, entreguei na tua mão Jericó, o seu rei e os seus valentes.

3 Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando-a uma vez; assim fareis por seis dias.

4 Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca; no sétimo dia, rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas.

5 E será que, tocando-se longamente a trombeta de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido dela, todo o povo gritará com grande grita; o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si.

6 Então, Josué, filho de Num, chamou os sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca da Aliança; e sete sacerdotes levem sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca do Senhor.

7 E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e quem estiver armado passe adiante da arca do Senhor.

8 Assim foi que, como Josué dissera ao povo, os sete sacerdotes, com as sete trombetas de chifre de carneiro diante do Senhor, passaram e tocaram as trombetas; e a arca da Aliança do Senhor os seguia.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Busca incessante - Silvio Lopes, jornalista, economista e palestrante


Busca incessante

Silvio Lopes*

           Há segredos escondidos que precisam ser descobertos e revelados para, dessa forma, nos permiter libertar dos grilhões que nos são impostos na caminhada da vida. A ideologia política é um desses que, modernamente, se tornam verdadeiras " amarras mentais", como assim as definiu o Sidarta Gautama(Buda), idos dos anos 570 aC. 

Vivemos tempos de milhões de mentes "engessadas" por falsas verdades, que apoiam, de modo irrestrito, visões de sociedade que ao invés de enaltecer o ser humano, o fazem escravos mentais capazes de( inimaginável se pensar!), nutrirem cega adoração pelos algozes que os querem é, justamente, condenar a viver uma vida miserável e indigna. 

Num ambiente como o que vivemos atualmente no Brasil, em que, no dizer de José Saramago, " o tempo das verdades plenas acabou", o que vemos é o prosperar da " mentira universal" provinda da boca de autoproclamados " defensores da democracia", que não passam, isto sim, de vilões a serviço de uma milícia formal de adoradores da mais cruel, sangrenta e desumana das ditaduras do proletariado que a antiga União Soviética nos deixou como exemplo de "catástrofe civilizatória". 

O velho Diógenes de Sinope(Turquia), o Cínico, já dizia que " os piores escravos são aqueles que estão constantemente servindo as suas paixões". Essa frase, vamos ter que admitir, se encaixa perfeitamente no que tem acontecido há pelo menos três décadas no Brasil. A paixão "deslavada e incompreensível" de grande parte do povo a uma figura política desprezível que nunca sequer lhe entregou nada além de esperanças renovadas, e que vem( por isso mesmo), condenando o Brasil a ser um eterno país do futuro...

Mas tenhamos a firmeza, a fé  e a determinação de que o apóstolo João tem toda a razão quando proclamou: " Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Que essa verdade chegue logo. Mesmo que, para isso, tenhamos de usar, em pleno dia, a lanterna do acima citado Diógenes para buscá-la entre os homens. Não há outra saída!

*O autor, Sílvio Lopes, é jornalista, economista e palestrante 


Mexa-se! - Artigo de Percival Puggina, jornalista, escritor e poeta


Mexa-se!

Percival Puggina*

         Você sabia que nos totalitarismos o Estado aplica força punitiva menor contra alguém que fez algo do que contra coletividades inteiras, apenas por serem o que são? Independentemente de qualquer conduta individual, Robespierre perseguia membros da nobreza, clérigos, monarquistas e girondinos. Lênin e Stalin, cada um a seu turno, faziam o mesmo com intelectuais, empresários e produtores rurais. Hitler eliminava judeus por serem judeus. Mao Tse Tung eliminava professores, cientistas e, claro, líderes religiosos e minorias. Fidel e Che Guevara perseguiam gays, intelectuais e padres.

Quebrados os ovos mais pavorosos da história para fazer trágicos omeletes e com bem nutrido poder, eles derrubavam todos os marcadores, todas as balizas e invadiam a vida privada. Sob o peso de seu braço, nunca houve direito contra a vontade do Estado. Nenhuma dissidência ou divergência era tolerada. Para assegurar-se disso, o aparato estatal protagonizava coerção, disseminando terror na sociedade.

Se você, assim como eu, sofre física, moral e espiritualmente com o padecimento dos injustiçados, com a dor dos perseguidos, e se indigna ante o evidente desejo de perenizar os meios de dominação, chegou a hora da autossuperação! Haverá eleição nacional dentro de quatro meses. Os que jogam com as cartas dessa eleição sabem que a mais importante é a dos novos 54 senadores que se somarão aos 27 remanescentes do pleito de 2022. Não haverá democracia, nem liberdade, nem bom direito, nem boa política, enquanto o poder sem voto continuar sua sanha persecutória contra “bolsonaristas” e “direitistas”, a usar o Direito como estratégia e a redigir a Lei com as próprias mãos.

É assustador o que está acontecendo - Artigo de Eurico Borba, escritor e professor


É assustador o que está acontecendo

Eurico Borba*

24/05/2026

É assustador a tranquila naturalidade com que a população brasileira recebe, diariamente, as notícias sobre a violência e a corrupção em nosso país. Acostumou-se com a convivência com o mal, com a anarquia, fatos que se tornaram corriqueiros para as famílias e a sociedade, que não esboçam nenhuma reação. A “banalização do mal“.

Parece que esta convivência covarde e amoral passou a fazer parte da maneira de ser do povo brasileiro, que não reage. Continua a eleger uma boa medida de parlamentares medíocres e corruptos, responsáveis pelo o que está acontecendo. Na Democracia, que queremos preservar e aperfeiçoar, o voto é o único instrumento de transformação, de substituição das autoridades responsáveis pela condução da sociedade e pela construção do seu futuro.

O crime organizado saiu das ruas e começa a se instalar nos Poderes da República, nas Instituições Republicanas, nas classes sociais superiores, sem que surja uma reação radical e imediata das autoridades constituídas e do povo.

O Congresso Nacional assiste omisso ao espetáculo dantesco que se desenrola na sociedade. Nada faz de concreto e eficaz para resolver a crise global que nos assola. Parece que tira proveito da anarquia reinante para continuar a se beneficiar da desordem e do descrédito popular com a Política, elegendo, sempre, um contingente de salafrarios como representantes do povo. Tudo isso é feito, cinicamente, em nome da defesa do “Estado Democrático de Direito” e da “Liberdade”.

Aonde está a maioria silenciosa das cidadãs e cidadãos de bem? Serão as pessoas competentes, intelectualmente bem formadas, éticas e corajosas que, se eleitas, poderão mudar o rumo dos acontecimentos. Essas pessoas estão caladas sem nada fazer. Mexam-se, organizem-se com a finalidade de elegermos, no próximo pleito, as melhores cidadãs e cidadãos. O Brasil precisa dessa atitude. Serão estas as pessoas que poderão vir a salvar o Brasil do caos. Pessoas competentes, dignas e honestas, aquelas que elaborarão as Leis saneadoras para resgatar o nosso país do desastre histórico para o qual nos dirigimos.

Triste Brasil.

*Eurico de Andrade Neves Borba, aposentado, 85, mora em Ana Rech, Caxias do Sul, RS. Escritor, ex professor da PUC RIO, ex Presidente do IBGE é do Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade.


Inteligência Artificial ameaça a eleição de 2026 - Ney Lopes, jornalista e escritor, ex-deputado federal


Análise: Inteligência Artificial ameaça a eleição de 2026

24 Maio 2026

Ney Lopes

Admitindo-se cenário eleitoral, imaginemos um vídeo falso divulgado poucas horas antes da votação. Nele, um candidato aparece praticando um crime, insultando eleitores ou confessando corrupção. Mesmo desmentido, a fraude já teria produzido estragos irreversíveis.

Nas eleições de 2026, o processo eleitoral brasileiro exigirá extrema fiscalização dos conteúdos distribuídos por inteligência artificial, que possam disseminar situações inexistentes. Percebe-se, que a simulação da realidade pela tecnologia deixa de apoiar-se em fatos concretos e  causa mutilação instantânea a vontade soberana do eleitor O debate democrático passa a ser revestido de irrealismo, abrigando situações fictícias e inexistentes para incriminar atores submetidos ao crivo popular.

Corrida desigual

Em diferentes partes do mundo, governos reagem ao avanço da inteligência artificial nas disputas políticas.  A União Europeia adota regras rígidas de classificação de riscos. França e Alemanha reforçam a fiscalização de campanhas digitais e impõem maior responsabilidade às plataformas na remoção de desinformação.

Nos Estados Unidos, a resposta é mais fragmentada, com iniciativas estaduais e debates sobre a proibição de ‘deepfakes’, simulações criadas para imitar pessoas reais.

Ameaças da IA

No Brasil, o ministro Kássio Nunes Marques apontou a inteligência artificial como um dos principais desafios para as eleições gerais deste ano

A capacidade da Justiça Eleitoral agir com eficácia vai depender da disponibilidade de quadros técnicos qualificados. Não se pode negar que houve avanço do TSE na regulamentação destinada a evitar abusos tecnológicos e o chamado caos informacional.

O objetivo é evitar a circulação de conteúdos fraudulentos em um dos momentos mais sensíveis do ciclo eleitoral. Entretanto, o problema é que esses boatos digitais se propagam em segundos; a correção depende de horas ou dias, dificultando o restabelecimento da realidade. Conclui-se que, sem reação rápida, firme e tecnicamente eficaz, a democracia correrá o risco de tornar-se refém da manipulação algorítmica e da indústria digital da desinformação.


LÁGRIMAS & MILAGRES - Por Antonio Guimarães de Oliveira

LÁGRIMAS & MILAGRES

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


O que é isso, Deus? Subitamente meus olhos começaram a arder e deles saíram lágrimas!

Estaria eu com algum remorso desconhecido? Estaria eu com alguma doença desconhecida?

Não seria Tu a limpar minhas remelas? Retirando de mim todas as sequelas?

Estou falando dos milagres que me falaram. A impossibilidade de ser impossível qualquer coisa para Ti...

Deus, não Te conheço, na verdade. Só ouço de Ti falar... Não sei nem como Contigo, falar!

Falam da Tua bondade, da Tua misericórdia, da Tua grandeza... Só ouço, mas a Tua voz, sinceramente nunca ouvi!

Por que, Deus, não Te mostras a mim em momento eterno de cegueira e cura-me de forma definitiva - certeira!

Dizem, e eu estou propenso a acreditar - só Tu me entende. Se És realmente tudo que atribuem a Ti, cura de mim mesmo.

Acredito que só por Ti, assim deixarei de ser chacotas no meu escrever e no meu falar - no meu existir...

Me deixarão em paz esses versos malfeitos que escrevo para enganar-me...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA). DATA: 25.5.2026. SÃO LUÍS-MA).

 


A Bíblia... O Livro de Josué 5 - A circuncisão dos filhos de Israel


A Bíblia... O Livro de Josué 5

Josué 5

A circuncisão dos filhos de Israel

1 Sucedeu que, ouvindo todos os reis dos amorreus que habitavam deste lado do Jordão, ao ocidente, e todos os reis dos cananeus que estavam ao pé do mar que o Senhor tinha secado as águas do Jordão, de diante dos filhos de Israel, até que passamos, desmaiou-se-lhes o coração, e não houve mais alento neles, por causa dos filhos de Israel.

2 Naquele tempo, disse o Senhor a Josué: Faze facas de pederneira e passa, de novo, a circuncidar os filhos de Israel.

3 Então, Josué fez para si facas de pederneira e circuncidou os filhos de Israel em Gibeate-Haralote.

4 Foi esta a razão por que Josué os circuncidou: todo o povo que tinha saído do Egito, os homens, todos os homens de guerra, eram já mortos no deserto, pelo caminho.

5 Porque todo o povo que saíra estava circuncidado, mas a nem um deles que nascera no deserto, pelo caminho, depois de terem saído do Egito, haviam circuncidado.

6 Porque quarenta anos andaram os filhos de Israel pelo deserto, até se acabar toda a gente dos homens de guerra que saíram do Egito, que não obedeceram à voz do Senhor, aos quais o Senhor tinha jurado que lhes não havia de deixar ver a terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a seus pais, terra que mana leite e mel.

7 Porém em seu lugar pôs a seus filhos; a estes Josué circuncidou, porquanto estavam incircuncisos, porque os não circuncidaram no caminho.

8 Tendo sido circuncidada toda a nação, ficaram no seu lugar no arraial, até que sararam.

9 Disse mais o Senhor a Josué: Hoje, removi de vós o opróbrio do Egito; pelo que o nome daquele lugar se chamou Gilgal até o dia de hoje.

Celebra-se a Páscoa

10 Estando, pois, os filhos de Israel acampados em Gilgal, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês, à tarde, nas campinas de Jericó.

11 Comeram do fruto da terra, no dia seguinte à Páscoa; pães asmos e cereais tostados comeram nesse mesmo dia.

12 No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas, naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã.

Deus aparece a Josué

13 Estando Josué ao pé de Jericó, levantou os olhos e olhou; eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada nua; chegou-se Josué a ele e disse-lhe: És tu dos nossos ou dos nossos adversários?

14 Respondeu ele: Não; sou príncipe do exército do Senhor e acabo de chegar. Então, Josué se prostrou com o rosto em terra, e o adorou, e disse-lhe: Que diz meu senhor ao seu servo?

15 Respondeu o príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim.


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