terça-feira, 7 de julho de 2026

Poeta Sertanejo - Casinha simples do interior...


Poeta Sertanejo

07 / 07 / 2026

Casinha simples do interior, que me abrigou ainda na infância.

Hoje trago guardado na lembrança, meus tempos de criança.

Gostosa recordação que da mente nunca saiu.

O velho pote de barro, que armazenava água fresquinha que do poço saiu.

Na força do braço, no giro do saril.

Lá na cozinha, mesa com seis cadeiras, e as panelas areadas que brilhavam na prateleira.


No canto próximo à janela, uma chama amarela do velho fogão a lenha, onde mãe assumia sua função de cozinheira.

De frente a porta da cozinha por cima da mesa, sem nem uma surpresa o quadro da santa ceia, que representava a família inteira.

Lá na sala, um velho sofá onde meu pai sentava para escutar seu velho rádio de pilhas, sem perturbação.

Uma mesinha ficava no canto, cheia de santo em devoção.


Era o lugar sagrado onde mãe fazia suas orações.

E do lado de fora um grande campo aberto, onde por mim foi descoberto, em exploração.

Menino levado vida faceira, feito o vento também cruzei fronteiras.

Bom dia meu povoooooo

Um dia abençoado para todos vocês


ABISMO & SOL - por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


ABISMO & SOL

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Discorrer sobre o ser humano é "escorregadio", pois quem fala é ele mesmo. Este é carente por excelência, de afeto, de companhia, de tudo, afinal.

É tão lógica essa premissa, que ele "inventa" crenças e religiões, ergue templos e cria datas, dada a sua imensa solidão - vazio sobretudo.

Agora, viver sem Deus é impossível.

Não há, na minha opinião, a figura real do ateu. Ele até poderá se achar, mas órfão, ele não é. Vivemos inventando "coisas" , tecnologias e tentando nos salvar de nós mesmos.

Surgem filosofias das mais esdrúxulas, mas sempre terminamos em nossas contradições e recorremos a Deus.

Precisamos, em todos os aspectos, Dele. Na alegria e na tristeza, sempre lembramos Dele. Até mesmo quando achamos que criamos alguma coisa, Deus está presente. Aliás, presente em tudo: no sorriso e no choro, no amor e na falta dele.

É da nossa natureza sermos dependentes, em todos os rumos e direções que trilhamos.

Não somos auto-suficientes em absolutamente nada. Sempre nos voltamos a Ele com pedidos de socorro e/ou de agradecimentos.

Quem pensa que não pratica isso, é um solitário que está apenas se enganando.

Tenho que dizer, ao finalizar esse meu "discorrer": sou apenas mais um habitante de um lugar contraditório e por ser inacabado, sou incauto.

A certeza que tenho a respeito do que digo e escrevo é humildemente submetida a qualquer julgamento.

A verdade passa muito longe do absoluto e eu sou relativamente "pequeno" para ser o "dono" da verdade.

Ah! A verdade. O que é isso, essencialmente, e aonde está em toda a sua "simples" plenitude?

Em algum lugar que apenas supomos que está em todos.

Acredito nisso, sem porém, está certo e consciente totalmente. Não poderia ser diferente.

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 07.07.2026. SÃO LUÍS-MA).


Imprensa livre - Artigo de Pedro Valls Feu Rosa


Imprensa livre

Pedro Valls Feu Rosa*

Dizem que a humanidade padece sob uma corrupção tão endêmica quanto histórica. Geme por conta dos péssimos sistemas de saúde. Chora por não dispor de saneamento básico adequado. Desespera-se com problemas vários de infraestrutura e administração. E até testemunha a fome assassinar uma criança a cada cinco segundos.

Há quem diga serem estes os grandes desafios da raça humana. Peço licença para, humildemente, discordar. Estes não são problemas, mas meras consequências. São efeitos, na verdade. Efeitos da falta de uma imprensa livre e transparente.

Sim, é aqui, defendendo o direito humano de acesso à informação, que deveremos travar a maior de nossas batalhas em defesa da cidadania e da eficiência.

Afinal, como disse Thomas Jefferson, “onde a imprensa é livre e todo homem é capaz de ler tudo está salvo”.

A imprensa não é livre quando vinculada a poderosos grupos econômicos, cujos interesses quase sempre se sobrepõem aos da população. A imprensa não é livre quando depende da ajuda financeira de governos. A imprensa não é livre quando sujeita a uma censura disfarçada por parte do sistema legal. A imprensa não é livre quando utilizada pelo poder político e econômico como instrumento de dominação de países inteiros.

É paradoxal: em tempos de Internet e globalização a humanidade depara-se com sua maior crise – a do acesso à informação. Olhe ao redor e perceba que, no mundo, apenas uma a cada sete pessoas vive em países nos quais as notícias são livremente divulgadas – e não estão incluídos neste cálculo os mecanismos mais sutis de controle dos meios de comunicação, aos quais me referi, e nem os casos de quase monopólio de divulgação de notícias.

Precisamos, assim, enquanto humanidade, conceber leis que protejam a imprensa da influência inadequada do poder político e econômico e dos mecanismos de censura disfarçada. Leis que obriguem cada veículo de comunicação a informar a população sobre as origens de seu faturamento.

Leis que imponham ampla transparência na atividade de estabelecer o que é e o que não é notícia. Leis que impeçam práticas monopolistas nos meios de comunicação. Leis que obriguem a divulgação dos vínculos profissionais dos formadores de opinião e de suas famílias.

Avançar nesta seara é trabalho para os séculos – e prova de maturidade dos povos!

*Pedro Valls Feu Rosa é desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo.


segunda-feira, 6 de julho de 2026

Lógica ilógica - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração


Lógica ilógica

Alex Pipkin, PhD em Administração

O futebol não é apenas o esporte nacional. É a metáfora mais fiel do pensamento mágico brasileiro.

Durante noventa minutos, suspendemos a realidade. Esquecemos a produtividade medíocre, os impostos sufocantes, a insegurança jurídica, a pobreza persistente e a lenta erosão das instituições.

Por alguns instantes, acreditamos que a vontade derrota os fatos, que o talento torna os fundamentos desnecessários, que o improviso supera o planejamento e que a esperança substitui a responsabilidade.

A bola nos oferece uma trégua emocional. Talvez seja exatamente por isso que o futebol nos fascine tanto.

Durante noventa minutos, podemos acreditar que o desejo vale mais do que a realidade. O problema começa quando levamos essa fantasia para fora do estádio.

A eliminação do Brasil não foi uma novidade trágica. Foi apenas mais um encontro entre a fantasia e a realidade.

O mais curioso é que nada disso é um mistério. Há décadas sabemos o que produz grandes seleções, empresas competitivas e países prósperos: planejamento, disciplina, liderança, responsabilidade, mérito e trabalho consistente. A receita nunca esteve escondida. O Brasil apenas continua à procura da fórmula que dispense os fundamentos.

O pensamento mágico não consiste em acreditar no impossível. Consiste em acreditar que os resultados sobreviverão ao desprezo pelas suas causas.

É exatamente essa lógica que atravessa o país. Queremos prosperidade sem produtividade, crescimento com impostos sufocantes, equilíbrio fiscal sem disciplina, liberdade sem instituições sólidas e desenvolvimento sem os fundamentos que o tornam possível.

No futebol, apostamos no talento. Na economia, na improvisação. Na política, nas narrativas. Em todos os casos, adiamos o indispensável e celebramos o improviso.

Em bom português, fazemos tudo errado esperando que tudo dê certo.

O problema do Brasil nunca foi a falta de esperança. Foi a convicção infantil de que a esperança pode substituir os fundamentos.

Amanhã termina o campeonato que mobiliza as emoções. Recomeça o campeonato que decide o destino de um país.

Nesse campeonato, não existem milagres. Existem causas, consequências e uma verdade que insistimos em adiar.

O Brasil não fracassa por desconhecer a receita. Fracassa porque continua procurando um milagre onde sempre existiu apenas trabalho.

A realidade pode ser ignorada por algum tempo. Jamais pode ser derrotada.


BROTOS & BANDEIRAS - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


BROTOS & BANDEIRAS

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Foi no ano de 2026. Eu era jovem e forte, suportava qualquer serviço pesado e toda carga emocional...

Folheando alguns jornais vi um anúncio de concurso para gari numa companhia municipal de limpeza.

Precisando como estava, procurei logo me preparar, física e intelectualmente para um ingresso naquela companhia.

Confesso que não foi difícil, foi até fácil. Corri 100 metros e consegui o primeiro lugar na prova física.

Não foi diferente nas provas de cunho intelectual. Passei, também em primeiro lugar.

Lembro que naquele ano, especialmente naquele mês de julho, um evento esportivo de muita relevância para os Pindoramenses estava em pleno andamento...

Aquilo, no entanto, não tinha relevância para mim, pois o que eu queria mesmo, era ganhar algum dinheiro afim de levar o pão de cada dia para casa. Minha mulher e dois filhos dependiam de mim...

Pindorama não se saiu muito bem no evento, do qual estava participando... Aliás, passava por um momento horrível. Queriam até mudar a cor da bandeira!

É facil fechar os olhos e ver que a cidade estava ornamentada com a bandeira desse país. Era muita bandeira...

Aquele povo era apaixonado por esse tipo de evento, que ora havia deixado de galgar êxito.

Lembro, que preocupado com o meu trabalho diário, nem dei "bolas" para aquela competição esportiva. Eu tinha coisas maiores para me preocupar - minha família.

Nunca tinha visto tantas bandeiras no chão, ali aliadas a todo lixo imundo da cidade...

Peguei as melhores, as que não estavam rotas e seguindo minha rota, levei para casa muitas delas. Acredito que até exagerei...

Minha mulher, muita satisfeita, fez logo panos de chão, toalhas de mesa, panos de prato, blusas e cuecas para as crianças, etc.

Certo dia chegaram, meus dois filhos dizendo que não vestiriam mais aquelas roupas, pois estavam sendo apelidados de papagaios, curicas, maritacas e camaleões... Era o tal "bulling" que já existia naquela época.

Tentei persuadí-los, mas entendi o que estava ocorrendo com eles. Estavam ficando rapazinhos e alguma vaidade de ordem sentimental se apresentava...

Muitos anos se passaram e meus filhos já tem suas vidas e só eu e minha velha

estamos, ainda residindo nessa casa...

Quando tenho tempo vou ao cômodo dos destroços e olho aquele mundo de verdes, amarelos, azuis e brancos e lembro, exatamente, daquele dia, que do chão brotava bandeiras do País Pindorama - o meu país.

Tantos anos já se passaram e pouca coisa, posso constatar, mudou. Pindorama é um país de um futuro que ainda não deu a largada, sequer entrou na espaçonave que transcende o tempo...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 06.07.2026.SÃO LUÍS-MA LUÍS).


Meus poemas...



Moço Velho

Hélcio Silva

(14 / 10 / 2018)

*****

Eu sou moço

Sou semente de uma Vida

Que nasceu da Luz da Vida

Nas existências de muitas Vidas

De vidas que são Vividas

Eternas que serão Vidas

Eu sou moço

Eu sou velho!

Um velho moço

Ou um moço velho!

Da pedra da vida...

De muitas vidas!

Verdejantes!!!

Da Luz da vida!

 

A história vive 


Não podemos destruir a HISTÓRIA....

Os fatos não podem continuar em águas de falsas verdades como aquela “história” daquele “estadista” que durante 21 anos serviu à ditadura militar, sendo até presidente do partido de sustentação do regime, e hoje é consagrado pela grande mídia como o DEUS da DEMOGRACIA...

A história não se muda com um toque de mágica...

A história é a história... não se apaga!...

 

O TEMPO É O JUÍZ

"O tempo é o juiz do tempo" De HS

 

Lágrimas do tempo

Hélcio Silva

(26 / 11 / 2024)

*****

O tempo vacila,

Vejo-o chorar

Lágrimas que descem

Que brotam chorosas do seu olhar

O choro triste de um tempo que chora

Saudades daquele passado que ficou

Amor ardente que não mais com ele mora

Herança de uma grande paixão, que o vento levou


Morada dos anjos

Hélcio Silva

(28 / 11 / 2024)

*****

Parou?!

... não fiques parado...

... mesmo que teus pés estejam colados ao solo da terra...

Deixas, tu, essa areia te envolver, em vento circular, em torno de ti...

Caminhas sempre....

Só tu sabes controlar o teu caminhar.

O infinito te aguarda de braços abertos.

Neste acalento de Deus, que de braços abertos te afaga!

Deixas, tu, os braços de Deus te afagar!

Levar-te à morada dos anjos!..., ao aconchego das Luzes Celestiais!

 

O poeta da ventania

“Não sou de academia

Mas sou poeta da ventania

Onde o vento dança em harmonia

O que eu toco com alegria” 

De Hélcio Silva, poeta da ventania, de séculos que já se foram

  

domingo, 5 de julho de 2026

A servidão da solidariedade - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração


A servidão da solidariedade

Alex Pipkin, PhD em Administração

Uma das maiores vitórias do populismo foi deslocar o centro do debate público. A pobreza deixou de ser o grande problema nacional; a desigualdade passou a ocupar esse lugar. Parece uma simples mudança de foco, mas dela nasceu uma nova forma de exercer poder.

A pobreza é a verdadeira tragédia humana. A desigualdade acompanha qualquer sociedade livre, dinâmica e inovadora. Confundir uma com a outra significa abandonar a causa para discutir apenas seus efeitos, substituindo a criação de prosperidade pela redistribuição de uma riqueza que cresce cada vez menos.

Foi dessa inversão que surgiu uma engenharia política particularmente eficiente. Enquanto amplia benefícios, subsídios e gratuidades, o Estado enfraquece silenciosamente os pilares que tornariam essa proteção cada vez menos necessária, como a responsabilidade fiscal, a segurança jurídica, o investimento, a produtividade, o empreendedorismo e o crescimento econômico.

O Estado não produz riqueza; depende daquela que a sociedade produz. Quando passa a consumir uma parcela crescente dessa riqueza sem criar condições para ampliá-la, a prosperidade cede lugar à escassez.

A conta reaparece na perda de confiança, nos juros elevados, no baixo investimento, no crescimento medíocre e nas oportunidades que simplesmente deixam de existir.

A armadilha, porém, é mais profunda do que econômica. A dependência prolongada modifica a forma como o cidadão percebe o Estado. Ele deixa de enxergá-lo como instrumento da sociedade e passa a vê-lo como condição da própria existência. A autonomia parece arriscada, enquanto a política social, concebida para ser uma ponte rumo à independência, transforma-se em tutela permanente.

Uma sociedade verdadeiramente solidária mede seu êxito pelo número de pessoas que conseguem deixar os programas assistenciais porque encontraram trabalho produtivo, renda, patrimônio e autonomia. A função mais nobre da política social é tornar-se, pouco a pouco, menos necessária.

O populismo compreendeu que a necessidade cria vínculos políticos mais duradouros do que a força.

O medo produz obediência; a dependência produz gratidão.

O cidadão convencido de que sua autonomia depende da benevolência do Estado dificilmente perceberá o instante em que deixa de ser plenamente livre.

A mais refinada perversidade do populismo consiste justamente nisso: transformar a solidariedade, que deveria libertar, em um instrumento permanente de tutela.


Poeta Sertanejo - Estou aqui distante, mas pareço estar tão pertinho.


Poeta Sertanejo

05 / 07 / 2026

Estou aqui distante, mas pareço estar tão pertinho.

A casa de mãe fica atrás da mata, depois da curva do caminho.

Para chegar lá é preciso sujar os pés de poeira e cruzar o riozinho.

Aproveite, lave o rosto, e contemple a festa dos passarinhos.

Se sentir cansaço, pare na sombra das árvores, que ficam a beira do caminho.

Se sentirá acompanhado, mesmo estando sozinho.

Feito mãe cuidadosa, a natureza te acompanhará, feito ave protegendo dos gaviões seus filhotinhos.

E quando a casa de mãe avistar, não precisa fazer alarde os cachorros irão avisar.

Que alguém de fora está a chegar.

Talvez a venha encontrá-la, numa mão de pilão, café a socar.

Ou numa vassoura de guanxuma, seu terreiro a espelhar.

Quem sabe num curral, de seus bichos a cuidar.

Uma coisa lhe garanto, que ela parada tenho certeza que você não vai encontrar.

Mas diga pra ela que seu filho está preste voltar.

E que não vejo a hora de novamente, ela outra vez poder abraçar.

E que a saudade que me aperta o peito aqui, é a mesma que vem de lá pra cá.

Bom dia meu povoooooo

Um dia de vitória do Brasil para todos vocês



sábado, 4 de julho de 2026

Falimentos na política - Arfigo de Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte (MG)


Falimentos na política 

Dom Walmor Oliveira de Azevedo 

Arcebispo de Belo Horizonte (MG)

03/07/2026

O ano eleitoral coloca em evidência, de modo mais forte, os muitos falimentos na política. Mesmo que esse âmbito reúna também gente séria, acentua-se o descrédito em relação à política no Brasil. Uma desconfiança que gera distanciamento do sentido filosófico e antropológico da política: meio indispensável na edificação de uma sociedade justa e igualitária.  Quando esse meio é desconsiderado, as perdas são muitas. Há especial prejuízo para os cristãos, que deveriam viver a política como um nobre modo de se exercer a caridade, coração da fé. Ao agir de modo indiferente em relação à política, passa-se a reduzi-la aos interesses partidários, tornando-se refém daqueles que a instrumentalizam com o objetivo de agir de modo cartorial, favorecendo as oligarquias, as forças dominantes, mesmo que isso signifique sacrificar o bem comum, os mais pobres e excluídos.  

Sem adequado envolvimento cidadão, a força política se desenha como instrumentalização, até mesmo legislativa, em favor de quem menos precisa, mas que quer ter sempre mais e muito mais. O distanciamento em relação à política tem incidência no grupo de representantes políticos, apequenando as atuações e impedindo o surgimento de novos nomes com envergadura moral, competências e confiabilidade. Representantes dedicados à promoção e à defesa do bem comum, com atuações que comprovam a opção pelo tecido social e cultural igualitário. Ao invés desse contexto de qualificada participação cidadã, com reflexões no campo da representação, tudo se transforma em disputa polarizada, alicerçada na cegueira que se expressa no ato de idolatrar figuras, por simpatias, por populismos, ou por fidelidade a interesses meramente partidários. A pequenez que se instala acentua ainda o distanciar-se da política, o que ameaça o bem de todos.

Poeta Sertanejo... Voe pensando, vá longe feito ave no espaço



Poeta Sertanejo

04 / 07 / 2026


Voe pensando vá longe feito ave no espaço, cuidado com armadilhas não vá cair no embaraço.

Vai pensamento sonhe alto, siga ao encontro da conquista, não aceite o fracasso.

Siga pelo caminho da virtude, atravesse vales e montanhas, não crie barreiras.

Porquê você é livre para voar feito ave sem fronteira, tendo a fé por trincheira.

Se direcione pelo caminho da prosperidade.

Semeie nele o bem em vês da maldade.

Plante felicidade, para ser feliz mais tarde.

Traga consigo a certeza que uma mentira, destrói muita verdade.

Porém está pode te condenar no caminho da santidade.

Porquê quem criou a mentira, é inimigo do dono da verdade.

Então voe pensando, vá o mais longe que puder.

Só não se perca no caminho, porque a riqueza não é mais importante do que a fé.

Busque coisas boas, para que eu possa semear na vida.

Fazenda de caminhada, entre todas a mais colorida.

Feito um jardim de belas flores, onde os pássaros cantam em felicidade.

Porquê você pensamento seguiu firme pelo caminho da prosperidade.

Desagradando a muitos, mas obedecendo os ensinamentos de uma vida, vivida com responsabilidade.

Bom dia meu povoooooo

Um dia ricamente abençoado para todos vocês


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