segunda-feira, 20 de julho de 2026

CUTRIM AMEAÇA DINO - Por José Gomes


CUTRIM AMEAÇA DINO

Por José Gomes


Na sexta-feira, 17/07/26, ao tomar conhecimento dos "boatos" de que seria preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino de Castro e Costa, o ex-deputado Raimundo Cutrim achou que se tratava apenas de "coisas" dos "dinistas".

No sábado, 18/07/26, Raimundo Cutrim constatou que não se tratava de boatos quando agentes da Polícia Federal bateram na porta de sua casa, no bairro do Vinhais, em São Luís, com mandado de busca e apreensão.

No interior da residência fizeram a revista de praxe, levando computadores e outros objetos.

Do Vinhais, os agentes seguiram para o sítio de Raimundo Cutrim, na área do Itapiracó, onde foi feita outra revista.

Os federais mostraram, também, para os moradores da casa do Vinhais um mandato de prisão para Raimundo Cutrim. Aí, começou a caçada ao delegado aposentado da PF que, de local incerto e não sabido, comunicou ao superintendente da Polícia Federal no Maranhão que iria se entregar, o que aconteceu no início da noite de sábado.

O que interessa, agora, não é a prisão domiciliar de Raimundo Cutrim, ex-poderoso da segurança pública no Maranhão, mas, o vídeo que gravou fazendo ameaças a deputados "dinistas" e ao próprio ministro Dino.

Disse Raimundo Cutrim: "... Fiquei sabendo através da rede de boatos de deputados dinistas, que seria preso por determinação do ministro Flávio Dino, meu inimigo politico e pessoal. Esses, (deputados) são os mesmos portadores de recados propondo troca de sentenças do mesmo ministro, de redutos eleitorais de Colinas e Barreirinha nas eleições municipais de 2024, que ele (Flávio Dino), na defesa de sua honra, deveria mandar apurar e não o fez. Estou aqui com minhas verdades, muitas delas incômodas para eles que haverei de revelá-las tão logo isso se torne necessário."

Recolhido a prisão domiciliar, Raimundo Cutrim, agora, está isolado, sem direito a acesso a celular, rede social, visitas, etc, etc.

E, podem ter certeza, vai piorar

Fonte - Facebook


Poeta Sertanejo - O sol ainda está adormecido...


Poeta Sertanejo

20 / 07 / 2026

O sol ainda está adormecido, os pássaros já se encontram em cantoria.

Feito anjos na alta madrugada, são mensageiros da alegria.

Cantam em felicidade agradecendo, e proclamando a luz do novo dia.


Se o homem fosse sábio o exemplo dos pássaros ele seguia.

Antes de deixar seu leito a Deus ele também agradecia.

E em felicidade para o trabalho ele seguia.

Tendo na vida a certeza que a luz divina é sua guia.

Os pássaros são exemplos em tamanha sabedoria.

Mesmo preso sem dever, ele transmite alegria.

Trabalha feito louco para cuidar de sua família.

A mãe cuida dos filhotes, enquanto o pai busca alimento.

Na construção do ninho juntos mostram conhecimento.

Fazem um abrigo em perfeição, protegido da chuva e vento.

Se o homem se espelha nos nobres passarinhos, vive neste mundo sem aborrecimento.

Seu trabalho nunca é em vão, segue se defendendo das cobras e do malvado gavião.

Mostra a valentia qual tem que ter um chefe família, sendo bom cidadão.

Na caminhada da vida não se perca no caminho, se espelhe nós passarinhos para também ser um campeão.

Bom dia meu povoooooo

Um dia abençoado para todos vocês


AMIGOS & IRMÃOS - Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


AMIGOS & IRMÃOS

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Hoje é dia da expressão "AMIGO" - ato de agradecimento e grandeza do Criador. Vem do latim amicus, pode ser traduzido como aquele que é amado ou aquele que ama.

É nobre a colocação (legítima) dessa expressão no dia a dia das nossas vidas.

Eu sou grato por conhecer e colocar essa palavra sempre no meu "viver'".

Obrigado Deus, obrigado por tudo - pela vida, pela caminhada, pela velhice e até mesmo pela morte...

Obrigado pelos amigos e irmãos que tenho, são muitos...

Obrigado, muitas e muitas vezes, obrigado... OBRIGADO MEU DEUS!!!

ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 20.07.2026. SÃO LUÍS-MA)




Copa 2026: nasce novo amanhã no futebol - Por Ney Lopes, jornalista, escritor. Ex-deputado federal


Análise: Copa 2026: nasce novo amanhã no futebol

19 Jul 2026

Ney Lopes, ex-deputado federal

Termina a 23ª edição da Copa do Mundo.

Muita coisa escondida atrás das câmeras, que  a mídia revelou.

Abriram-se as portas de um mundo em mudança.

Sensores biométricos monitoraram o corpo dos atletas, permitindo que os médicos  tomassem decisões precisas.

Foram utilizadas câmaras hiperbáricas, que são cápsulas nas quais os jogadores respiram oxigênio puro a 100%,  acelerando a recuperação física, reduzindo inchaços e inflamações e regenerando microlesões musculares e tecidos provocados pelo desgaste das partidas.

Nos jogos deste ano de 2026, algumas seleções utilizaram técnicas tibetanas - respiração profunda, modulação das ondas elétricas do cérebro -, semelhantes aos estados de meditação. Chefs sugeriram “menus típicos”, através do uso de ingredientes originários dos três países-sede.

Em vez de repetir cardápios tradicionais, as equipes de cozinha criaram combinações inéditas.

Tecnologia auxilia Juiz

A arbitragem acompanhada pela Inteligência Artificial associou câmeras de alta precisão, sensores corporais e algoritmos avançados para análises instantâneas  e apoio às decisões do árbitro.

A arquitetura da vitória - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial


A arquitetura da vitória

Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial

Toda grande vitória cria uma ilusão. Faz parecer que o resultado nasceu no momento em que se tornou visível. Não nasceu.

Quando uma grande competição termina, os olhos se voltam naturalmente para o placar. É natural. O placar é apenas a manifestação final de escolhas, princípios e disciplina acumulados ao longo de muitos anos. O verdadeiro trabalho acontece antes, longe dos holofotes, quando ainda não existem aplausos nem certezas.

A conquista da Espanha na Copa do Mundo tornou esse princípio visível. Seria confortável atribuí-la apenas ao talento de seus jogadores. Talento havia dos dois lados do campo. O verdadeiro diferencial era menos evidente.

A Espanha não esperou surgir uma geração extraordinária para construir um projeto.

Primeiro construiu um projeto. As grandes gerações foram consequência.

Muito antes de formar atletas, definiu uma maneira de compreender o jogo, preservou princípios, desenvolveu uma cultura e manteve coerência suficiente para que diferentes gerações servissem ao mesmo propósito, em vez de obrigar o propósito a se adaptar a cada nova geração.

Essa é a diferença entre organizações que alcançam sucesso e aquelas que permanecem relevantes.

Toda organização produz resultados. Poucas constroem identidade.

Pessoas entram e saem. Tecnologias envelhecem. Mercados mudam. A identidade permanece.

Nas empresas, essa ordem costuma ser invertida. Busca-se o executivo brilhante, a tecnologia mais recente ou a metodologia da moda, como se ferramentas fossem capazes de substituir uma ausência de direção.

Não são.

Nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento. Livros, consultorias, universidades, indicadores, sistemas de gestão e inteligência artificial democratizaram os métodos. Ainda assim, os resultados continuam profundamente diferentes.

A razão é simples.

A forma pode ser aprendida. O conteúdo precisa ser construído.

Métodos ensinam procedimentos.

A identidade orienta escolhas.

Qualquer empresa pode implantar um CRM, estabelecer indicadores, definir metas e treinar equipes. A vantagem competitiva começa antes, quando responde perguntas que nenhum manual consegue responder.

Quem queremos ser?

Que problema resolveremos melhor do que qualquer concorrente?

Quais competências desenvolveremos ao longo do tempo?

Quais comportamentos reconheceremos?

E o que jamais estaremos dispostos a negociar para preservar nossa identidade?

Nenhuma metodologia oferece essas respostas.

Métodos podem ser reproduzidos. Uma identidade, não.

É a identidade que transforma pessoas em equipe, planejamento em direção e processos em cultura. Sem ela, estratégia transforma-se em burocracia, a execução perde direção e até o talento deixa de produzir o seu melhor.

O maior desafio da liderança também não é elaborar um bom plano. É permanecer fiel a ele quando surge o custo da coerência.

Muitas organizações sabem exatamente o que deveria ser feito. Mesmo assim adiam decisões, preservam estruturas ineficientes, recompensam comportamentos incompatíveis com seus próprios objetivos e confundem prudência com conformismo.

A ALMA DA UMBANDA - Por Luiz de Miranda – Pai no Santo


A ALMA DA UMBANDA

Luiz de Miranda – Pai no Santo*


          Se a Umbanda pudesse ser definida em uma única Linha de Trabalho, certamente seria a Linha dos Pretos Velhos. Essas Entidades trazem consigo todos os fundamentos que alicerçam os pilares da Umbanda. Desde a travessia do Atlântico, até os dias atuais, são exemplos notáveis de fé, sabedoria e resistência. Trouxeram para o Brasil uma vasta cultura, que se estende pelas artes, culinária, religiosidade, cultivo e plantações, medicamentos naturais capazes de curar doenças, arquitetura e literatura.

            É importante sempre ressaltar que os negros trazidos da África não eram escravos, e sim, escravizados, e que nunca aceitaram essa maldita condição imposta pelos colonizadores europeus, aqui no Brasil.

            Falar de Preto Velho é falar de resistência, fé e coragem. Homens e mulheres que debruçados sobre suas dores, buscavam formas e maneiras de libertarem seu povo dos terríveis algozes. Uma luta que perdura até os dias de hoje, no que diz respeito a igualdade e equidade das raças, gênero e condições sociais.

            Preto Velho é paciente, mas nunca acomodado, é tolerante, mas nunca permissivo, é bondoso, mas nunca ingênuo, é resignado, mas nunca conformado.

            Preto Velho é a ancestralidade do povo brasileiro. Homens e mulheres de pele preta que derramaram seu sangue para libertar brancos, negros e indígenas de toda opressão. Preto Velho lutou e continua lutando por todos os marginalizados, por todos aqueles e aquelas que são desprezados, esquecidos e oprimidos pelo sistema colonialista da supremacia branca.

            Sentar-se à frente de um Preto ou de uma Preta Velha, é ter a certeza que será acolhido por um espírito que sabe bem onde dói a ferida.

            Geralmente, essas Entidades se vestem com roupas em xadrez preto e branco. Tal costume tem várias explicações, dentre elas: determinados escravos só podiam se vestir de branco ou xadrez preto e branco/ O uso era um protesto contra a segregação racial/ O equilíbrio entre a luz e a ausência dela/ o fim de uma existência e início de uma outra.

            O seu cachimbo além de ser um meio de espargir energias negativas através da fumaça (mundo celestial), simboliza também o sagrado feminino (depositário das ervas) e o masculino (tubo de fumaça) e ainda o mundo terrestre (ervas).

            Suas rezas e benzimentos tem grande poder de cura e alívio para as dores e doenças do corpo e da alma.

            Uma palavra dita por um Preto Velho nunca deverá ser esquecida, pois nela está contida os fundamentos da sabedoria ancestral.

domingo, 19 de julho de 2026

Poeta Sertanejo... E quando chegava a tarde


Poeta Sertanejo

19 / 07 / 2026

E quando chegava a tarde, se sentavam num banco de madeira que ficava no quintal.

Entre uma prosa e outra sempre, encostava alguém para conversar com o casal.

Alguns vizinhos, ou até peregrinos sem destino certo afinal.


Uma água fresca tirada do poço, um breve descanso, e até mesmo um gole de café para a caminhada continuar.

E assim seguiam a jornada sem lugar certo para ficar.

Mas o casal continuava ali na casa de beira de estrada da vida a cuidar.

E não demorava muito para verem o sol ir embora e a majestosa lua chegar.

De peito afinado cantava bonito, na despedida de mais um dia o amigo sabiá.

Enquanto lá dentro da cozinha, no fogão a lenha o feijão estava à borbulha.

E o cheiro gostoso do tempero do frango caipira, no terreiro vinha para a refeição convidar.


Até os companheiros que estavam no caminho apenas, à passar.

Pois um prato de comida o casal não sabia, para ninguém negar.

Hoje na beira da estrada o casal nem a casinha você vai mais encontrar.

Pois meus avós já foram embora com Deus morar.

Boa noite meu povoooooo

Uma noite abençoada para todos vocês


sábado, 18 de julho de 2026

DIA NACIONAL DO TROVADOR CÂNTICO & CÁRCERE - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


DIA NACIONAL DO TROVADOR

CÂNTICO & CÁRCERE

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Estou preso entre a gaiola e o passarinho. Meu Deus, que cárcere é esse? Que natureza é essa - de menino?

... e já estou há muitas décadas entre essas grades imitando o cântico das aves. Na verdade, não canto - choro!

O que fazer com essa vida mal resolvida. Se pelo menos eu pudesse voltar no tempo...

Talvez esteja lá, no passado, a essência das celas e o gorjeio dos primeiros pássaros...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 18.07.2026. SÃO LUÍS-MA).


Poeta Sertanejo - Sou mais um filho do interior, que sua terra pra trás um dia deixou.


Poeta Sertanejo

18 / 07 / 2026

Sou mais um filho do interior, que sua terra pra trás um dia deixou.
Hoje moro na cidade, mas a ingrata saudade ainda me aperta.
Relembrando de tudo que por lá ficou.
Tenho saudades até mesmo do cantar do galo, e dos pingos de orvalho que um dia meus pés molhou.


Relembro o piquete das vacas leiteiras, e o cocho de sal que o veado mateiro encostou.
Amadrinhado junto com os bezerros, no terreiro ele amansou.
E lá na porta da cozinha, onde corria a aguinha a garça branca.
Depois de um vôo sereno, ali por diversas vezes calmamente pousou.
Feito meu sonho que pousa todos os dias, cheio de alegria naquele lugar.


Diz o ditado certo ou errado garanto não sei, que a vida anda pra frente.
Mas descontente a minha podia voltar.
Pois sou mesmo um caboclo nato, um filho do mato, aqui está difícil de acostumar.
Se fosse do jeito que penso, amanhã mesmo estaria de regresso, para novamente lá poder morar.
Bom dia meu povoooooo
Um dia abençoado para todos vocês


sexta-feira, 17 de julho de 2026

Máfia das Emendas: relato de quem viu assalto ao OGU - Artigo de Ney Lopes, escritor e jonalista, ex-deputado federal


Análise: Máfia das Emendas: relato de quem viu assalto ao OGU

Ney Lopes

O ministro Flávio Dino do STF fez alerta ao Congresso Nacional sobre a aplicação de emendas parlamentares.

A primeira indagação é se a competência da fiscalização seria do STF.

O  órgão constitucionalmente destinado a fiscalizar despesas federais é o TCU. Mas, em face da falta de transparência e escândalos nas liberações, denunciados por partidos e instituições, a intervenção do STF é legal e legítima.

Tramitação vergonhosa

Fui deputado federal durante 24 anos. Conheci a vergonhosa tramitação dessas emendas. Verdadeiros grupos mafiosos eram organizados para manipular e concentrar em benefício próprio os recursos do OGU.

Ainda hoje tenho impulsos de citar nomes, mas me controlo, até pelo tempo já passado.

Casos concretos

Certa vez, lutei para destinar recursos à construção de uma ponte, em cidade do Seridó, onde fui votado. 

Consegui.

Porém, na fase de liberação das emendas, “mutreta” de um membro da Comissão Especial do Orçamento (sem que soubesse)  fez a “realocação” da verba para si, destinando-a para um municipio que tinha compromisso comigo.

E mais: foi ao município e proclamou aos líderes locais a minha omissão.

Em plena eleição, cheguei numa tarde, a esta cidade para um comício de apoio e  confrontei faixas e retratos do trapaceiro.

Surpreso vi na casa do  meu aliado  político, também faixas e retratos de apoio a ele.

Perdi os votos ali mesmo.

Ainda assim, tive a maior votação do Partido, quase cem mil votos.

Outra vez, aprovei recursos para município do Oeste e comemorei a vitória publicamente. 

Sem que tomasse conhecimento, fui vítima de nova “manobra” criminosa de membro da Comissão de Orçamento (deputados e senadores).

Os recursos foram desviados  para outro parlamentar do estado.

Passei por mentiroso.

Busca