sexta-feira, 17 de abril de 2026

Morre Oscar Schmidt

Morre Oscar Schmidt, uma lenda do basquete


Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.

A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.

Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.

Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.

A assessoria informou que o velório será fechado para a família.

Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. "Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer", escreveu Felipe Schmidt.


Motivos pra não votar no Lula...

Motivos pra não votar no Lula...



Os 4 motivos para Joaquim não votar em Lula

Pres/tenção... meus amigos e amigas do Maranhão... O Joaquim fez uma comunicação escrita dizendo das razões de não votar no LULA...

Para quem não conhece o Joaquim, leia aqui para ter conhecimento: Joaquim Haickel nasceu em São Luís do Maranhão em dezembro de 1959. É advogado, empresário, jornalista, escritor e cineasta. Membro da Academia Maranhense Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão. Foi deputado estadual e deputado federal.

Pois é... Hoje o Joaquim postou nas redes sociais os motivos de não votar no Lula:

Leia o que ele escreveu... E tá na internet:


"Existem muitos, mas vou citar apenas 4 motivos para não votar em Lula ou em qualquer outro candidato da esquerda.

1- Porque eles mentem tanto, descarada e repetidamente, iludem a população, prometendo coisas que sabem jamais poderão realizar, como acabar com a fome, a insegurança, a miséria, e a falta de saneamento.

2- Porque roubam acintosamente, aparelhando o Estado para se beneficiarem patrimonialmente, como nos casos dos escândalos do INSS e do Banco Master.

3- Porque são péssimos administradores, quebraram as estatais brasileiras, sucatearam e desmoralizaram as forças armadas.

4- Porque se eles vencerem as eleições, irão nomear mais 3 ministros do STF que irão continuar atacando a nossa democracia de forma indefensável."

*****

Té mais ver!

Meu nome é Hélcio

Apenas Hélcio

Nada mais do que Hélcio...

Geologia não é destino - Artigo de David Gertner


Geologia não é destino

16/04/2026

David Gertner*

Um artigo recente de Drew Crawford, publicado na rede X, chamou atenção ao apresentar o Brasil como uma das grandes apostas estratégicas do século XXI. A provocação é poderosa: como um país com tamanha abundância de água doce, energia limpa, capacidade agrícola e minerais críticos continua sendo tratado com desconto pelos mercados globais? A pergunta é pertinente. Mas a resposta exige ir além do fascínio fácil pelos ativos naturais (CRAWFORD, 2026).

O Brasil talvez seja hoje um dos maiores paradoxos estratégicos do nosso tempo. Concentramos cerca de 12% da água doce superficial do planeta, temos uma matriz elétrica entre as mais limpas do mundo, lideramos globalmente em nióbio, reunimos reservas estratégicas de grafita, níquel, lítio e terras raras, somos uma potência na produção e exportação de alimentos e, ainda assim, seguimos negociando na bolsa com múltiplos significativamente inferiores aos dos Estados Unidos.

A pergunta implícita é simples e devastadora: como um país com tamanha abundância estratégica pode continuar sendo tratado com tamanho desconto?

A resposta passa por abandonar a sedução dos slogans e enfrentar uma verdade menos confortável. O mercado não precifica o que um país tem; precifica o que ele consegue transformar em valor recorrente, previsível, escalável e institucionalmente protegido. É precisamente nesse ponto que a geologia brasileira encontra o limite da nossa história.

O século XXI devolveu centralidade a quatro ativos que o Brasil possui em escala rara: água, energia limpa, segurança alimentar e minerais críticos. Em um mundo marcado pela transição energética, pela eletrificação industrial, pela disputa por cadeias de suprimento e pela geopolítica dos insumos estratégicos, poucos países chegam a este momento tão bem posicionados. Nossa matriz elétrica, impulsionada por hidrelétricas, eólica, solar e biomassa, permanece entre as mais limpas do planeta. Ao mesmo tempo, o país detém reservas gigantescas de nióbio, grafita, níquel, lítio e terras raras — justamente os materiais que sustentam baterias, turbinas, redes elétricas, chips, defesa, mobilidade elétrica e inteligência artificial.

Papa no lugar de Trump - Artigo de Vicente Limongi Netto

Papa no lugar de Trump

Vicente Limongi Netto*


Bem feito, Trump, quem mandou você tirar o Papa leão do anonimato vazio e improdutivo? O mundo hipócrita agora volta-se contra você. Até igrejinhas do interior do sertão aproveitaram como ávidos desocupados e pingentes dos holofotes para tirar pedaços de você e fazer média com o Papa Leão que, como outros pontífices aproveita momentos de barulheira grossa no mundo,  com balas, canhões, drones, vai altivo para a sacada do suntuoso Vaticano e clama pela paz. Pedindo mais pão, menos canhão.  Seria engraçado, nessa linha,  se analistas católicos, padres, bispos , cardeais, coroinhas e carpideiras por algum instante do arranca rabo inútil, que não vai acabar com a guerra nem vai baratear a gasolina nem vai acabar com a miséria no mundo, botassem Trump no Vaticano e o Papa na Casa Branca. Ações nas bolsas do planeta iriam explodir.  Seria engraçado o Papa que é cidadão americano,  na Casa Branca, de terno e gravata.  Como presidente do país mais poderoso do mundo combatendo a guerra com orações, rezas brabas e crucifixo, rouco, enxugando gelo, com missas, discurseiras e bíblia,  enfrentando bombas na Ucrânia, no Irã e no Libano.

*Vicente Limongi Netto é jornalista.


quinta-feira, 16 de abril de 2026

As calçadas da avenida (série memórias) Por: Carmen Novoa - Teóloga e membro da Academia Amazonense de Letras e da Academia Marial do Santuário Nacional de Aparecida-SP

 


As calçadas da avenida (série memórias)

 Por: Carmen Novoa

 Em: 15 de abril de 2026

 Em 1866, Friedrich Nietzche profetizou que os habitantes modernos das cidades do futuro teriam necessidade de um espaço urbano no qual pudessem encontrar-se de novo com eles mesmos. Com esse pensamento, dias passados, num sábado à noite percorri a Avenida. A Avenida a que me refiro, para as novíssimas gerações é a Eduardo Ribeiro. Para nós da geração anterior, era apenas a Avenida. Com letra maiúscula. E tinha caráter de monumento. Era substantivo comum, mas pela força de sentimentos simples e dignos adquiriu identidade própria, anulando o nome do homenageado. Era a Avenida, por antonomásia. Sim, percorri dias atrás, à noite a Avenida Eduardo Ribeiro e o que vi foi algo aviltante. Desde o “roadway” passando pelo Relógio Municipal, Catedral de N. S. da Conceição, e por casas que contam histórias como a que a C&A e lojas Marisa recuperaram e a que o Carrefour manteve as arquitetônicas linhas, todas as calçadas foram roubadas do cidadão manauense. Afrontando e jogando no lixo o código de posturas do município. Falo das bancas de camelôs. À noite dispostas uma ao lado da outra embrulhadas em lona de cor única arrancaram a visão dos prédios, deixando uma paisagem semelhante a de um acampamento bélico após uma batalha campal: Fileiras silenciosas, mas desordenadas qual exército de Pancho Villa, sem regras, sem deveres, sem impostos, sem rubores. É certo que em Manaus, com seu um milhão e meio de habitantes, necessita de uma política pública eficaz para sanar esse cancro social. Sinalizam ser a carência de empregos o motivo desse caráter do comércio de informalidade. No entanto arrogam para si o direito de desprezar um local condigno (antigo Armazéns de J. G. Araújo) em que seriam alocados com todo o conforto de área central e privilegiada. Assim as barracas vicejam e proliferam dia após dia. Ali barraquinhas de Bangladesh, aqui tendas só aceitáveis em locais praianos, nunca no asfalto, onde o churrasquinho, fumaça, gordura, comilanças e um “gato” puxando energia elétrica fazem a festa do exército do apocalipse. Invadem o meu e o teu território, as calçadas do cidadão, com a arrogância dos que se sentem protegidos por algum ser supremo o que o legitimo manauense deve temer por mais ignoto que seja.

Itália decide pela extradição de Carla Zambelli ao Brasil


Carla Zambelli

Itália decide pela extradição de Carla Zambelli ao Brasil

16 de abril de 2026

A Justiça da Itália decidiu, nesta quinta-feira (16), autorizar a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil após ela ser condenada por porte ilegal de arma. A informação foi confirmada pelo embaixador brasileiro em Roma, Renato Mosca, mas a defesa ainda pode recorrer da decisão.

O caso aconteceu na véspera do segundo turno das eleições de 2022, quando Zambelli foi filmada correndo atrás de um homem pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo, com uma arma na mão, após uma discussão política. Por causa disso, o STF condenou a ex-deputada a mais de 5 anos de prisão, também por constrangimento ilegal com uso de arma.

ALMAS CONSAGRADAS - Artigo de José Renato Nalini, acadêmico da Academia Paulista de Letras


ALMAS CONSAGRADAS   

Acadêmico: José Renato Nalini

Em momentos de crise como os de hoje, com incríveis e lastimáveis conflitos bélicos em várias partes do planeta, é importante recordar existências que colidem com esta Era impregnada de materialismo, de individualismo egoísta, de ateísmo sob múltiplas tonalidades


Almas consagradas

Os tempos que nos são dados vivenciar, imprimem à rotina um ritmo incompatível com a serenidade essencial à preservação da saúde mental. Inflação de informações, requisição permanente de inúmeras fontes de absorção e a volúpia das redes sociais, bombardeando a atenção que precisa ser múltipla e difusa.

A humanidade está enferma. Ainda que se apregoe o infinito acervo de conquistas científicas a contribuírem com a longevidade, isso não significa cheguemos todos lúcidos, conscientes e serenos. Indague-se: qual seria hoje o conceito de plena higidez da mente humana?

Entretanto, houve tempo em que o silêncio era um dom divino, cultivado nos claustros religiosos. Por isso os conventos, os mosteiros e os carmelos eram celeiros de espíritos superiores e incubadores de santidade.

Convém, de quando em vez, recordar vocações como a da Madre Maravillas de Jesus, excelsa figura de alma consagrada a Deus na vida puramente contemplativa. Adornou-se de todas as virtudes claustrais que praticou e transmitiu às suas filhas, as jovens carmelitas que a seguiram.

Deputado Ramagem em liberdade

Com situação regular nos EUA, Ramagem é liberado e está em casa com a família

Ex-deputado federal havia sido detido por autoridades da imigração nos EUA, mas já foi solto

15/04/2026


Ex-deputado federal Alexandre Ramagem. (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados).


Tiago Vasconcelos, do Diário do Poder

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi solto, nesta quarta-feira (15), e já está em casa, nos Estados Unidos. Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro, Ramagem havia sido detido pelos agentes do ICE, órgão de imigração e alfândega do governo americano, em Orlando (Flórida), na segunda-feira (13), por questões migratórias.

O ex-deputado está nos EUA desde setembro de 2025, após a conclusão do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), no qual foi condenado por suposta tentativa de “golpe de Estado”. Ramagem pediu asilo político nos EUA, entretanto seu processo ainda não foi concluído. Ele havia sido levado a um centro de detenção de Orange County, onde estava em uma cela separada.

“Alexandre Ramagem está livre. Obrigado a todos que oraram. Obrigado, presidente Donald Trump e a todos da administração”, escreveu no X o jornalista Paulo Figueiredo, que acompanhou o caso nos EUA, onde também é sócio de uma consultoria migratória que presta serviços para o ex-deputado.

“Ramagem não precisou pagar fiança. Com boa vontade, foi verificado que a situação imigratória dele é absolutamente regular, como dito originalmente”, explicou Figueiredo, que tatambém informou que o ex-diretor da Abin não vai responder a qualquer processo criminal.


quarta-feira, 15 de abril de 2026

Começou a vingança!


Começou a vingança!

Por Deltan Dallagnol

Gilmar Mendes acionou a PGR para investigar o senador Alessandro Vieira imediatamente após o senador, como relator da CPI do Crime Organizado, solicitar o indiciamento de ministros do STF e do PGR.

Gilmar afirma que houve desvio de finalidade no relatório e, por isso, abuso de autoridade.

Se o processo criminal prosperar, o senador Alessandro Vieira pode ser condenado à prisão, ter seu mandato de senador cassado e ficar inelegível.

Alessandro Vieira ousou enfrentar os donos do Olimpo. Ministro do STF não pode ser questionado, e muito menos indiciado, na visão de Gilmar.

Eles precisam ficar em paz com seus investigados amigos que emprestam jatinhos, formam sociedade em resort e fecham contratos milionários com a suas esposas. Abuso de autoridade só existe para quem os questiona.

A ação de Gilmar é ainda mais absurda porque ele e o PGR são partes interessadas no processo. Mas não existe mais suspeição, moralidade nem lei quando o assunto é o STF…

Até quando?



Eu também pergunto aqui... Até quando?


Jumento e cavalo

Você sabia que o jumento é mais inteligente que o cavalo?



Por Valdir Barbosa*

15 / 04 / 2026

Amigas e amigos do Agro!

Pelo menos na Bahia a justiça federal acaba de proibir o abate de jumentos, cuja pele é muita cobiçada pela medicina tradicional chinesa e de outros países asiáticos.

Da pele é extraído o colágeno para a formação do eijão que segundo os chineses provoca vigor sexual e rejuvenescimento, entretanto sem nenhuma eficácia reconhecida pela medicina do ocidente.

Há no momento, uma redução significativa do rebanho brasileiro e na Bahia há um único frigorífico no país habilitado para abate de jumentos.

A decisão proibindo essa prática, cita maus-tratos e o risco da extinção da espécie, hoje muito pouco usada no meio rural, se estabelecendo mais na nordeste.

Ao contrário do que se fala o jumento é um animal mais inteligente que o cavalo. Se um jumento é colocado entre vários cavalos no pasto, em poucos dias ele vira líder do grupo e começa a ser seguido por onde vai.

Do cruzamento entre o jumento e a égua vem o burro ou a mula, que também são muito inteligentes.

Antigamente, quando não havia engenheiro civil, para se construir uma estrada na montanha, montava-se no burro ou no jumento e deixava que ele livremente escalasse o monte. Por onde ele passasse, seria aberta a estrada porque o trajeto teria melhor declividade e mais segurança.

Outro exemplo de inteligência: se você monta num jumento ou num de seus filhos o burro ou mula e se desloca para outra região na zona rural e só retorna a noite, vc desce na porta de casa sem interferir no trajeto do animal. Já o cavalo precisa ser guiado porque ele não guarda o caminho de volta.

Então, chamar alguém de burro ou jumento, no fundo trata-se de um elogio!

Itatiaia Agro

*Valdir Barbosa é Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.


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