quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Direitos do Homem e dia Internacional da Igualdade Feminina



DIREITOS DO HOMEM E DA IGUALDADE FEMININA

Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

No dia Internacional dos Direitos do Homem e dia Internacional da Igualdade Feminina, não podemos nunca esquecer da história e como isso aconteceu.

Surge quando foram declarados os direitos universais do Homen (1948), porém no Brasil, de fato só ocorre com a promulgação da constituição de 1988, que consagrou todos os direitos e deveres.

Devemos lutar sempre pela garantia dos direitos iguais e "teimar" que não repitamos erros e barbáries do passado.

Que o ser humano, único ser com capacidade de compreender a si mesmo e aos outros seres, continue evoluindo e sobreviva ao caos que sempre se apresenta no decorrer da contínua caminhada.

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 26.08.2026)


AS MARCAS DA VIDA por Carlos Alberto Lima Coelho, escritor e poeta


AS MARCAS DA VIDA


Carlos Alberto Lima Coelho, escritor e poeta

O tempo não passa simplesmente. Ele deixa sinais.

Vai desenhando caminhos, acumulando lembranças e escrevendo, silenciosamente, a nossa história no corpo e na alma. Cada ruga que aparece no rosto não anuncia apenas a idade: revela experiências, alegrias, preocupações, esperas e conquistas que somente quem viveu pode compreender.

Há cicatrizes que contam batalhas das quais ninguém tomou conhecimento. Há sorrisos que guardam instantes inesquecíveis. E existem lágrimas que, mesmo derramadas em silêncio, lavaram dores e deixaram no espírito uma nova maneira de compreender a existência.

Somos feitos dessas marcas.

Elas falam das quedas e da coragem de levantar. Das despedidas que doeram, dos reencontros que aqueceram o coração, dos sonhos que conseguimos realizar e daqueles que continuam caminhando conosco, apontando para novos horizontes.

Envelhecer, por isso, não significa simplesmente deixar a juventude para trás. É acrescentar páginas ao livro da existência. É aprender que o verdadeiro valor do tempo não está apenas na quantidade dos anos, mas na intensidade do amor, das amizades, dos gestos e das emoções que couberam dentro deles.

Que ninguém tenha vergonha das marcas que a vida deixou.

As rugas são caminhos percorridos. Os cabelos brancos, testemunhas do tempo. As cicatrizes, sinais de resistência. E o coração, mesmo depois de tantas chegadas e partidas, continua sendo o lugar onde permanecem aqueles e aquilo que verdadeiramente amamos.

No final, talvez sejam exatamente essas marcas as nossas maiores medalhas.

Porque elas dizem, sem necessidade de palavras:

eu vivi, amei, lutei, chorei, sorri, aprendi — e continuei seguindo adiante.

Carlos Alberto Lima Coelho, escritor e poeta


Os caminhos do passado... Minha última crônica...


Minha última crônica...

Hélcio Silva 

26 / 08 / 2026

Estou com 5 dias afastado das redes sociais e do meu blog... Eu, que gosto de ler e escrever, já se vão uns bons tempos... Minha última crônica foi a republicação de “O Filho de Pedro!...”

Nota para relembrar fatos: Edivaldo Holanda Júnior (PDT) foi reeleito prefeito de São Luís no segundo turno das eleições municipais em São Luís, em 2016.

Resultado do Segundo Turno

Edivaldo Holanda Júnior (PDT): 53,94% (votos reeleito)

Eduardo Braide (PMN): 46,06%

1º Turno: Ocorreu em 2 de outubro de 2016.

2º Turno: Ocorreu em 30 de outubro de 2016, data em que Edivaldo Holanda Júnior foi reeleito prefeito...

A primeira eleição de Edivlado foi em 2012, que tinha como vice o senador Roberto Rocha...

Se esses dados estão corretos, as minhas duas cirurgias na cabeça... ou da cabeça... não atropelaram a minha memória...

*****

Hoje, dia 26... desse gosto de agosto... Eu volto!

Duas crônicas!... Lembradas...

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A madrugada que amanheceu

Crônica do amanhecer

Hélcio Silva

(05/10/2016)

Amanhece! Olho a cidade!... Vejo-a linda e em bela canção de seu hino:

"Ó minha cidade / Deixa-me viver

que eu quero aprender / tua poesia / sol e maresia / lendas e mistérios / luar das serestas /e o azul de teus dias..."

É minha cidade aos cantos de Tribuzzi / pai do Chico que também é Tribuzzi, ambos poetas: todos Tribuzzi!

É minha cidade!


Enxergo-a com meus olhos..., dantes castanhos de lindos encantos / hoje quase fechados em seus cantos... Mas, são olhos que ainda veem!


E vi - vindo não sei de onde - de longe, de muito longe – a chegada dos braideanos... Os braideanos chegaram!...

E haverá nesta cidade - berço encantado da menina da ponta d’areia, neta do Rei Sebastião – uma histórica disputa, sem ódio – espero eu – entre os braideanos e holandeanos...

“Essa eleição entrará para a história”  - dizem os mares atlânticos que nos cercam..., em belas ondas de beira-mar!..., entre duas baias milenares!

Um anjo pede que repita – mais uma vez – aquele texto que escrevi no face, dia 3 de outubro:

“A máquina pública, o poder econômico e o poder político deveriam estar sempre a serviço do bem. No entanto, a ambição dos maus políticos leva-os ao caminho do mal...” (De HS, em suas andanças pelas estradas da vida...)

Caminho pela estrada, nesta Ilha de Upaon-Açu.  Não vejo nenhum braideano. Não vejo nenhum holandeano... Estariam ainda a dormir... Porém, precisam madrugar. A luta exige madrugança... São muitos os nossos problemas... A cidade, abandonada, grita!... Grita por socorro!..

Amanhece o dia. Alguém invisível sussurra aos meus ouvidos. Um sussurro inaudível. Peço clareza..., e vem uma voz suave:

- Peço-te a republicação da crônica do dia 3: O Poder de Mudar...

- És algum braideano?

- Não. Só te peço a publicar...

- Pois, então, publicarei:

XXXXX

O Poder de Mudar

Crônica do amanhecer

Hélcio Silva

(03/10/2016)

Há um bom tempo não se via um fenômeno político nas eleições que tivesse poderes para sepultar as engendradas forças das pesquisas encomendadas. Por falta de lideranças e bons oradores, isso era (ou parecia ser) impossível transformar-se.

A mídia se orientava pelas pesquisas e o povo entrava na onda, dominado pelas partículas da enganação.

Talvez, Louis de Broglie, físico francês, que introduziu em sua tese de doutorado a teoria de onda de elétrons, pudesse, mesmo espiritualmente, explicar a causa das falsas ondas criadas pela mídia com este poder mental para mudar a nossa cabeça e o resultado das eleições..., na maioria dos casos para o campo do erro.

As pesquisas e a mídia faziam a onda, confeitavam-na e o povo navegava.

Muitos eleitores (a maioria) picados pela onda da mídia não viam outros horizontes...

No caso específico das eleições em São Luís, o piano tocava do mesmo jeito, apenas com três teclas: Edivaldo, Wellington e Eliziane. As outras teclas foram anuladas pela mídia e pela pesquisa...

O que é isso? Isso é física, história ou conto de carochinha?

O que faltava então para impor-se o fato real sem as mentiras que enganam?

Faltava a realidade quântica que poderia estar na palavra forte, na atitude coerente, mesmo uma vez só diante de um palanque eletrônico, como tal foi o caso a que me refiro...

Os campos energéticos do debate na TV Mirante lançaram ondas e partículas que foram absorvidas por quase um milhão de mentes, entre eleitores e não eleitores.

As portas de um novo horizonte se abriram e as palavras, frases, ideias e conceitos, colocados durante o debate, foram selecionados e assimilados por mentes de um povo guerreiro que buscava novos caminhos...

Houve uma verdadeira revolução quântica que mudou o resultado da eleição e levou Braide para o segundo turno.

É a revolução das ideias capaz de mudar o mundo.

Agora, em eleição limpa, vamos ter – espero – um confronto de ideias, o que é saudável para a democracia.

Bom dia meus irmãos e irmãs... Até mais ver!...


Eu sou Hélcio

Apenas Hélcio

Nada mais do que Hélcio...


sexta-feira, 21 de agosto de 2026

O FILHO DE PEDRO - Crônica da saudade - Por Hélcio Silva


O FILHO DE PEDRO

Crônica da saudade


Por Hélcio Silva

(30/07/2022)

Um tempo que já se faz antigo!

Parte de minha infância que não lembro. Alguma coisa - um pequeno espaço de recordação que fosse - gostaria de recordar.

Uma infância nascida, que não sei se nasceu, nem sinto que nasci e nem sei se chorei, no momento de nascer.

Minha mãe, nunca vi... Se a vi, amnésia me puniu, cegando-me por momentos, por muitos momentos que até hoje se prolongam.

Dizem haver sido uma mulher bonita de cabelos longos, que nunca segurei seus fios e se os segurei não lembro que os tenha segurado.

Morreu e não a vi em seu ataúde... E se a vi não lembro que a tenha visto.

Não tenho foto dela com seus cabelos longos, nem dela deitada no seu leito da morte.

Meu pai, um homem de bem, morreu poucos anos depois, longe dos filhos, em outro Estado onde fora buscar socorro médico, sem êxito...

Todos na orfandade!...  Éramos seis os filhos da mulher bonita de cabelos longos e do homem de olhos bonitos, que cortou os mares para morrer no rio.

Uma história real.


A feiura como virtude gerencial - Artigo de Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial


A feiura como virtude gerencial

Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial

Existe uma lição sutil na arquitetura. Edifícios modernos podem ser esteticamente horrorosos e continuar de pé, mas pontes precisam prestar contas à realidade. Na engenharia, falhas estruturais cobram um preço imediato. A gravidade não aceita jargões, não frequenta congressos e jamais concorda com o chefe para proteger a carreira.

Nas empresas ocorre o oposto. A feiura intelectual desfruta de um ecossistema extraordinariamente confortável.

O ser humano é tribal antes de ser corporativo. Quer pertencer, assimilar códigos e sinalizar alinhamento.

Observe por um momento os ambientes de inovação. Empenhados em celebrar a ruptura, usam o mesmo vocabulário, leem os mesmos autores, frequentam os mesmos eventos e até se vestem igual. A corporação conseguiu padronizar até a rebeldia.

DiMaggio e Powell explicaram em 1983 como organizações de um mesmo setor se tornam progressivamente parecidas. A velha gaiola institucional ganhou decoração futurista. Benchmarking, consultorias e metodologias ágeis ampliam repertórios, mas também servem como blindagem.

Fracassar acompanhado é profissionalmente seguro; ter razão sozinho é um risco inaceitável. O consenso se converteu em uma apólice de seguro contra a demissão. Se todos erraram juntos, o desastre ganha contornos de prudência.

Por isso o dissidente experiente incomoda. Não porque tenha sempre razão, mas porque já viu modismos nascerem com nomes em inglês e morrerem sem deixar valor. A experiência não garante o acerto. A conformidade garante ainda menos.

Inovar não é substituir o que envelheceu. É saber o que precisa mudar sem desaprender o que continua verdadeiro.

MISÉRIA & ABANDONO - Por - Antonio Guimrães de Oliveira, escritor e poeta

MISÉRIA & ABANDONO



Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Hoje vi uma senhora na porta de uma farmácia...

Em estado deplorável, pedia, pelo amor de Deus, que alguém comprasse para ela, um certo medicamento...

Constatei a miséria física e financeira daquela "pobre" senhora...

Confesso que não sei mais se é bom chegar na idade senil, em tal situação...

A vida se apresenta com muitas facetas: privações (visíveis) e incapacidades (invisíveis).

O que posso "inferir" é que certos seres humanos, são vítimas, muitas vezes, do abandono da família...

Volto a questionar: até onde viver, é melhor do que morrer?

Por que nos esforçamos tanto para nos mantermos vivos, embora em situações tão adversas?

Bem, fica a reflexão...

(ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA. DATA: 21.08.2026. SÃO LUÍS-MA).


Povo do Meu Agrado...

 

Povo do Meu Agrado

21 / 08 / 2026

**E se a felicidade estiver justamente naquele cantinho que muita gente chama de simples?**



*****

Uma casinha na beira da estrada,

uma horta crescendo no terreiro,

bananeira balançando com o vento

e alguém na porta olhando o dia passar.


Ali, cada verdura que nasce

tem cuidado de quem plantou.

Cada parede guarda uma história

e cada manhã traz esperança de novo.


Pode faltar luxo,

mas quando tem alimento na terra,

paz dentro de casa

e coragem para continuar...



**já existe uma riqueza que dinheiro nenhum consegue comprar.**

 “Povo do Meu Agrado é uma página dedicada à cultura, poesia e encanto do Nordeste. Aqui você encontra versos que celebram a beleza da nossa terra, os cantos dos pássaros, a força do sertão e a sabedoria popular.”

 

Poeta Sertanejo - Meu canto é o grito do boiadeiro - 21 / 08 / 2026...


Poeta Sertanejo

21 / 08 / 2026

Sou filho e neto do sertão, nasci feito a semente no chão rachado.

Lugar onde o sol queima a pele, e a chuva sempre chega tarde, com seu recado.

Quando tudo já está pela seca judiado.

Meu berço foi a sombra do juazeiro, meu aconchego foi a noite de céu estrelado.

Meu canto é o grito do boiadeiro conduzindo na estrada seu gado.

Não nasci no luxo, nasci na lida sobre a poeira e a lama do alagado.


Me criei correndo atrás de bode, e capinando o milho plantado.

Aprendi com o vento a força da vida, de quem corre por todos os lados.

E com o rio seco a acreditar na fé por agrado.

Porque as dificuldades do campo, faz parte do homem com seu legado.

Hoje a cidade me chama, com luzes acesa e vaidade de uma vida agitada.

Mas recordo da pescaria no poço ingazeiro, e das noites estreladas.

Porque no peito ainda trago a simplicidade de uma vida passada.

De quem é raiz, mesmo hoje sendo folha do livro arrancada.

Sou filho e neto do sertão, e no meu destino, cada passo que dou é lembrança de uma longa jornada.

Bom dia meu povoooooo

Uma abençoada sexta-feira para todos vocês...


quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Tá hoje na Coluna do Cláudio Humberto...


Tá hoje na Coluna do Cláudio Humberto

Coluna CH / 19 de agosto

Plano de saúde dos senadores gera rombo milionário: arrecada R$5 e gasta R$40 milhões

Impostos garantem a benesse a 79 senadores, 187 ex-senadores e 363 dependentes

19/08/2026


Plenário do Senado Federal. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado).

Cláudio Humberto

É deficitário o plano de saúde de senadores, ex-senadores e, claro, dependentes de suas excelências. Todos se penduram na benesse que, sem escolha, é custeada pelo pagador de impostos. Levantamento do Ranking dos Políticos considerou a despesa ao longo de 2025, apenas de usuários do sangue azul, sem os servidores. São 79 senadores, 187 ex-senadores e mais 363 dependentes. A arrecadação foi de R$5.179.524,92. As despesas são bem maiores, R$40.476.846,63.

Gota no oceano

Os R$5 milhões vieram de contribuições dos beneficiários. Soma-se a esse valor a merreca de R$86 mil em coparticipação.

Cabe tudo

O rombo abarca indenizações e restituições, pagamentos a prestadores de serviços de saúde, tratamentos de longo prazo etc, etc, etc...

Câmara no azul

Na Câmara, a assistência consegue ser superavitária. Foram R$8,35 milhões em arrecadação contra R$8,22 milhões em despesas.

É só comparar

O custo por beneficiário da Câmara foi de R$520,88 por mês. No deficitário Senado, o valor salta para R$5.362,59.


DIA NACIONAL DO HISTORIADOR - Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta


DIA NACIONAL DO HISTORIADOR



Por Antonio Guimarães de Oliveira, escritor e poeta

Sou um historiador e escritor que usa os sonhos para, em palavras, elaborar pesquisas, prosas, romances e poesias, em delirios róseos, mas atrelados à dura realidade que se apresenta.

As histórias que escrevo têm destinos mirabolantes dos quais nem eu escapo. "A História não é um eco distante, mas uma conversa viva - e o Historiador, seu tradutor". Por isso não sei, às vezes se sou criador ou criatura...

Procuro, como um autor comprometido com as facetas da natureza, diversificar as minhas publicações e promover horizontes. Penso, assim, me alargar na tão complexa matéria humana.

Ei-los: Algodão no Mearim; O Parto da Insônia; Algodão: Ouro Branco; O Arquivista Acidental; A Fuga do Perfume; Estação Ecológica Sítio do Rangedor: Uma proposta educacional; Artigos Diversos; Pêndulos & Fiéis; São Luís: Memória & Tempo; São Luís em Cartões Postais e Álbuns de Lembranças; Pregoeiros & Casarões; Becos & Telhados; Adagas & Punhais.

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