segunda-feira, 6 de abril de 2026

O pecado voa livre - Por Hélcio Silva


O pecado voa livre

Por Hélcio Silva

(6 / 4 / 2026)

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De qual coronel ele falava?...

Depois das comemorações do seu último doutorado, o Felipe Camarão retornou a São Luis mais vermelho...

Com a coragem de um Camarão rebelde, ele anunciava: “Não tenho que ter medo de Coronel... Não preciso mais ter medo... Coronel a gente enfrenta..."

Ufa! Fiquei sem saber de qual coronel ele falava, sendo aqui terra dos coronéis? 

Tenho certeza de que o Camarão não se referia ao Vitorino, o valente coronel protegido pela turma do general Eurico Gaspar Dutra, a quem o vituca obedecia cegamente.

O nosso Camarão de cada dia, por ser ainda muito novo, não sentiu, no inicio dos anos 65. o peso dos mandos do coronel Sarney... Aquele do “meu voto é minha Lei”..., criador do mais longo coronelato do Maranhão.

Puxada por meio séculos de tempo, essa turma ainda hoje manda - consagrada nos pai-nossos e nas ave-marias... 

Felipe, por ser um Camarão muito novo quando daqueles tempos, aliou-se, aos dias hoje, ao coronel Dino, que, mesma na corte mais alta da Justiça, imagina-se ser ainda o mais poderoso coronel da política do Maranhão...

Depois que li o blog da Silvia, entendi que Felipe foi  buscar a coragem dos dinistas para enfrentar a nova oligarquia (coronelismo do Brandão).

O Maranhão sempre foi vítima dos coronéis!

Faz tempo que assim é! 

E nessa disputa não tem coronel Santo!!!

O pecado voa livre!

Meu nome é Hélcio

Apenas Hélcio

Nada mais do que Hélcio    

A Páscoa pede compromisso e ação - Por Carlos Brandão


A Páscoa pede compromisso e ação 

Por Carlos Brandão

A Páscoa traz um significado muito especial: a família reunida, o alimento compartilhado, o gesto simples de estar junto. Para muitos parece cotidiano. Mas não é. Afinal, a Páscoa começa no sacrifício. É a lembrança de um homem que decidiu se entregar por amor. Sem cálculo político, sem conveniência, sem interesse. Apenas por amor. Jesus Cristo não morreu para criar um símbolo bonito, morreu para deixar um exemplo e um caminho: o de que amar exige ação concreta, presença real e compromisso com o outro, principalmente com quem mais precisa.

É justamente nesse ponto que a Campanha da Fraternidade deste ano acerta ao colocar a moradia no centro do debate. Quando a Igreja Católica traz o tema “Fraternidade e Moradia – Ele veio morar entre nós”, ela não está falando apenas de casa. Está falando de dignidade. Sem casa, não existe estabilidade. Sem estabilidade, não existe futuro. A Campanha da Fraternidade faz um chamado direto: não basta sentir compaixão. É preciso agir.

E aqui entra um ponto que precisamos encarar com objetividade: política pública que não melhora a vida real das pessoas é só discurso. Não sustenta, não se mantém e não gera confiança. No Maranhão, adotamos a estratégia de seguir uma linha que dialoga com esse princípio – menos retórica e mais entrega concreta.

Quando o governo amplia o número de máquinas de hemodiálise, não está falando de equipamento. Está falando de gente que deixa de viajar quilômetros para sobreviver. Está falando de tempo de vida devolvido. Quando implementa programa de doação de mais de 300 mil óculos, não é sobre assistência pontual. É sobre uma criança que volta a enxergar o quadro na escola, sobre um trabalhador que recupera sua autonomia. Quando coloca em ação o Maranhão Livre da Fome, quer garantir comida na mesa de quem vive no limite. E isso, na prática, significa mais dignidade para quase 500 mil pessoas que estão deixando a linha da extrema pobreza, de onde já retiramos, desde o início de nosso governo – com muitas outras ações –, um milhão de maranhenses. Isso altera a base social do estado. Isso muda trajetória.

Tudo isso junto forma um jeito de governar que tem tudo a ver com a Páscoa. É doação. É entrega. É amor que vira política pública. É compromisso que bota comida na mesa, que devolve a visão, que mantém alguém vivo, que restabelece a dignidade. Por isso ampliamos os Restaurantes Populares, que formam a maior rede de segurança alimentar da América Latina. Se antes eram cerca de 100, nosso governo transformou em 220, servindo aproximadamente 210 mil refeições diariamente.

E o mais bonito é que a gente conseguiu fazer isso enquanto o estado cresce economicamente. O Maranhão cresceu 4% em 2025, acima da média nacional e do Nordeste. Temos a segunda melhor solidez fiscal do país. Mas, como sempre defendemos, crescimento só vale se chega na ponta. E, em nossa gestão, chega. Chega no pedreiro que voltou a trabalhar, no comerciante que vende mais, no jovem que encontra emprego perto de casa.

A Páscoa nos lembra de que a mensagem central da cruz não é confortável. Ela exige posicionamento. Obriga a sair da indiferença, da zona de conforto. E, no campo da gestão pública, isso se traduz em uma escolha clara entre governar para números ou governar para pessoas. Quando a Campanha da Fraternidade fala de moradia, ela está ampliando esse debate. Está dizendo, com todas as letras, que dignidade não pode ser parcial. Deve chegar para todos. A Páscoa, no fim das contas, pede compromisso.

Compromisso com quem precisa de um teto, de alimento, de cuidado e de presença. E isso nós temos. Compromisso de uma gestão que não se esconde atrás de indicadores, mas que aparece na vida concreta das pessoas. O que fica é o que a gente faz pelo outro.

Que essa Páscoa renasça em cada gesto de cuidado. E que a gente nunca se esqueça dos ensinamentos que Ele nos deixou.

*Carlos Brandão é governador do Maranhão


quinta-feira, 2 de abril de 2026

Do banco do Pai José, por Hélcio Silva

 

Do banco do Pai José

Hélcio Silva

(14 / 10 / 2018)


 

Sentado em seu banquinho

De assento, sim senhor!

Tá sentado Pai José

Orando para o Senhor!

 

Pelo Brasil ele ora

Seja lá por aonde anda

Seja mesmo aqui na terra

Ou em luzes de Aruanda!


Nada há oculto, por Hélcio Silva

 

Nada há oculto


Hélcio Silva

(02 / 04 / 2026)

O tempo é o juiz do tempo

Muitos se escondem imaginando-se no esconderijo do tempo...

A máscara cai... um dia!

O tempo até passa, mas deixa sempre a revelação do que fez...

Nada há eternamente escondido

Nada, neste mundo, fica oculto

Aos olhos do Criador


quarta-feira, 1 de abril de 2026

Pesquisa sobre manguezais

Sustentabilidade na Prática debate pesquisa sobre manguezais

Entrevistado foi o professor Denilson da Silva Bezerra, do Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Maranhão

 

 


Tema foi discutido com o professor Denilson da Silva Bezerra, do Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Maranhão

Fonte - Agência Assembleia 

 

O programa “Sustentabilidade na Prática”, da Rádio Assembleia (96,7 FM), abordou, nesta terça-feira (31), a importância das pesquisas sobre manguezais para a mitigação e conservação ambiental. O tema foi discutido com o professor Denilson da Silva Bezerra, do Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em entrevista à apresentadora Maria Regina Teles.

Durante a conversa, o pesquisador detalhou os principais resultados do estudo “Manguezais do Brasil: armazenamento natural do carbono”, publicado na revista científica Science, uma das mais prestigiadas do mundo.

A pesquisa, aprovada em edital da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA), destaca o papel dos manguezais como importantes aliados no enfrentamento das mudanças climáticas.

Denilson Bezerra revelou que o Maranhão concentra a maior área de manguezais do País. E que o Brasil tem a segunda maior área de manguezais do mundo, perdendo somente para a Indonésia.

“Esses dados foram recentemente atualizados pelo governo brasileiro por intermédio de estudos do Ministério do Meio Ambiente.  É um dado oficial que revela que o Brasil é detentor de uma área em torno de 12 mil Km² de manguezais. E o Maranhão possuí 40% de toda essa área, em torno de 5 mil Km² de manguezais”, frisou.

Ministério Público do Maranhão requer suspensão imediata de contrato de concessão de transporte público

 

Transporte Público

SÃO LUÍS – MPMA requer suspensão imediata de contrato de concessão de transporte público



O Ministério Público do Maranhão ingressou, nesta terça-feira, 31, com uma Ação Civil Pública na qual requer que a Justiça determine a imediata suspensão do contrato de concessão firmado entre o Município de São Luís e o Consórcio Via SL para a exploração e operação do serviço de transporte público coletivo de passageiros.

A Ação da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de São Luís também requer a concessão de prazo de 48 horas para que o Município autorize novas empresas a operar as linhas do Consórcio Via SL até a conclusão do processo de licitação destinado a nova concessão do serviço.

No mesmo prazo, a Prefeitura deverá declarar a caducidade do contrato existente em razão dos sucessivos descumprimentos e da “completa incapacidade operacional de continuidade de prestação do serviço”.

Em caso de descumprimento de qualquer dos itens da decisão, foi requerida a aplicação de multa diária de, no mínimo, R$ 10 mil.

Para a promotora de justiça Lítia Teresa Costa Cavalcanti, as normas de proteção dos usuários do serviço público estão sendo violadas, em especial por conta da descontinuidade e da falta de qualidade na sua prestação. “As sucessivas paralisações totais e parciais realizadas pelo Consórcio Via SL tem afetado mais de 15 bairros desta capital, resultando no desatendimento de 27 linhas urbanas, afetando diretamente 45 a 50 mil pessoas que necessitam diariamente do transporte público coletivo”, explica.

PF investiga possível esquema de corrupção no Tribunal de Justiça do Maranhão

Operação PF

PF investiga possível esquema de corrupção no Tribunal de Justiça do Maranhão

Operação Inauditus realiza cumprimento de mandados, afastamento de servidores e sequestro de bens

 01/04/2026

 

São Luís/MA. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º/4), a Operação Inauditus, para cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o objetivo de instruir inquérito que apura possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, de lavagem de dinheiro e de organização criminosa, envolvendo decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).

As diligências revelaram um esquema de direcionamento de decisões, com celeridade seletiva, de distribuição por prevenção e de atuação conjunta de servidores, entre outros, com o objetivo de beneficiar parte em litígio, mediante vantagens indevidas. Também foram identificadas movimentações financeiras com indícios de triangulação e de ocultação da origem ilícita dos recursos.

Além das buscas, foi decretada a prisão preventiva do principal operador do esquema; ademais, o afastamento de cinco servidores, a proibição de acesso ao TJMA e de contato entre os investigados, o monitoramento eletrônico de seis pessoas e o sequestro e o bloqueio de bens até o valor de R$ 50 milhões, de forma solidária entre os principais envolvidos.

As medidas alcançam gabinetes, escritórios de advocacia e pessoas jurídicas, cumpridas em São Luís, em São José de Ribamar, em Arari, em Balsas, em Bacabal e em Guimarães (MA); em Fortaleza (CE), em São Paulo (SP) e em Lagoa Seca (PB).

Fonte - Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão


Cerco político e judicial no Maranhão - artigo Joaquim Haickel


Cerco político e judicial no Maranhão

Joaquim Haickel

O que está em curso no Maranhão deixou de ser uma simples divergência política para assumir contornos mais graves: trata-se de um cerco articulado, no qual decisões judiciais e movimentações políticas parecem convergir para um mesmo objetivo, enfraquecer o governador Carlos Brandão e reconfigurar o poder no estado.

Todo mundo sabe que houve uma ruptura entre Brandão e o grupo liderado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. O que não pode ser naturalizado é a extensão dessa ruptura para além do campo político, sobretudo quando se considera que a um ministro da Suprema Corte é vedado o exercício de atuação político-partidária. Transformar esse fato em algo trivial significa desvirtuar as relações institucionais que sustentam a República.

O que se observa, a partir dessa ruptura, é uma sucessão de medidas que, ainda que formalmente justificáveis, passam a gerar a percepção de influência de interesses alheios ao estrito dever funcional de quem ocupa a mais alta Corte do país.

É nesse ponto que a situação se torna preocupante e inaceitável. A atuação de agentes com forte influência institucional, somada a interesses políticos evidentes, cria um ambiente no qual o uso do aparato judicial passa a ser percebido como instrumento de pressão. E pressão política travestida de legalidade é uma das formas mais sofisticadas e perigosas de interferência no processo democrático.

Carlos Brandão pode ser contestado e combatido politicamente, como qualquer governante. O que não se pode admitir é que a disputa pelo poder se dê por meios indiretos, por atalhos institucionais ou por mecanismos que escapam ao crivo claro da vontade popular. Se há divergência, que ela se resolva no campo legítimo da política, no debate público e nas urnas, não por meio de um processo que enfraquece o governo pela via judicial.

No fundo, o que está em jogo não é apenas o destino de um governador, mas o equilíbrio entre política e Justiça. Quando essa fronteira se dissolve, o risco não é apenas para quem está no poder hoje, mas para qualquer governo amanhã. Porque, se esse método se consolida, ninguém governa de fato, apenas sobrevive sob constante ameaça.

Quando governar passa a depender menos do voto e mais da capacidade de resistir a pressões institucionais, é sinal de que algo profundamente errado está em curso, produzindo um desequilíbrio institucional incompatível com um regime democrático e com os fundamentos do sistema republicano.

Além disso, é impossível ignorar o fator temporal. Qualquer ação contra o governador do Maranhão, articulada por adversários políticos, ligados a um ministro da Suprema Corte de nosso país, tende a produzir efeitos mais intensos se ocorrer antes do prazo de desincompatibilização para as eleições de 2026. Isso confere à movimentação atual um caráter ainda mais sensível, pois sugere não apenas disputa de poder, mas cálculo estratégico quanto ao momento de agir. E, mesmo após esse marco temporal, não se pode descartar a continuidade de pressões institucionais que possam vir a acontecer contra o governo estadual.


terça-feira, 31 de março de 2026

Os sacerdotes de Cristo - Por Dom Lindomar Rocha Mota - Bispo de São Luís de Montes Belos (GO)


Os sacerdotes de Cristo 

Dom Lindomar Rocha Mota

Bispo de São Luís de Montes Belos (GO) 

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Há personagens que não pertencem propriamente ao cânon da Escritura, mas que, por força de sua beleza espiritual, acabam entrando no imaginário cristão como parábolas da alma.  

A grandeza dessas vidas não está apenas em ter partido em busca de Jesus, mas em ter descoberto, ao longo do caminho, que o verdadeiro encontro com o Senhor não se dá exclusivamente no esplendor das estrelas, mas também na obscuridade das feridas humanas. 

O sacerdote é um homem que parte em busca de Cristo e, no curso dessa busca, aprende que o Senhor se deixa encontrar no pobre, no ferido, no cativo, no coração quebrantado, no rosto cansado da humanidade. 

Lucas 4,16-21, ao retomar Isaías 61, oferece o fundamento desta reflexão. 

Jesus entra na sinagoga, recebe o livro, lê o profeta e pronuncia sobre si mesmo a palavra que resume sua missão: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.” 

Nesse dia, o Verbo encarnado fez mais que interpretar a Escritura, ele a assumiu em sua própria existência. A unção do Espírito o envia para dentro do mundo e das delicadezas humanas, e dá início a um longo processo de cura. 

O sacerdote que o segue não é, antes de tudo, um homem da técnica religiosa, nem um administrador do sagrado, nem um especialista em direito canônico. É, acima de tudo, um homem visitado pelo Espírito e enviado às ruínas da humanidade. Seu futuro não dependerá da repetição dos métodos, mas da verdade de sua configuração com Cristo. 

Pacote de benefícios para servidores púbicos estaduais...

Governo do Maranhão anuncia grande pacote de benefícios para os servidores públicos estaduais

Postado por Hélcio Silva - Leia o texto e veja se todos os servidores estão contemplados.




O governador Carlos Brandão anunciou, nesta segunda-feira (30), um pacote de medidas voltado para os servidores públicos estaduais. Com foco na valorização profissional e no fortalecimento do funcionalismo público, as ações beneficiam mais de 20 mil servidores da administração geral, além de profissionais da educação e da segurança pública.

“Estamos começando a semana com anúncios importantes para quem faz o serviço público acontecer no Maranhão. Estas novas medidas vão garantir valorização para professores da Uema e Uemasul, avanços na segurança pública com reestruturação de carreiras, novos cargos e mais oportunidades de crescimento, além de um aumento histórico para os servidores da Administração Geral, beneficiando cerca de 20 mil profissionais em todo o estado. O Governo segue trabalhando com responsabilidade, diálogo e respeito por quem está todos os dias cuidando da nossa gente”, afirmou Brandão em suas redes sociais.  

Na administração geral, haverá um aumento histórico nos vencimentos básicos de toda carreira do Grupo Ocupacional Atividades de Apoio Administrativo e Operacional (ADO), que varia de 45% a 58%, parcelado, garantindo que recebam acima do salário mínimo, beneficiando um total de 20 mil servidores.  

Também foram anunciados benefícios para os servidores da educação e da segurança pública. Os professores da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul) terão aumento de 10% no vencimento básico e a garantia da implementação de 3,5% em julho.  

Reestruturação na carreira dos delegados de Polícia Civil

Na área da segurança, haverá reestruturação dos níveis de carreiras e a concessão de promoções automáticas para os delegados da Polícia Civil, destravando a ascensão funcional, garantindo 10% entre as classes, além de implementar as promoções automáticas.

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