terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Somos enrolados nesta ciranda: eleição de dois em dois anos

Eleição virou uma ciranda, uma roda que gira de dois em dois anos, contra o povo.
Sempre fui contra eleição de dois em dois anos. No caso brasileiro, termina uma eleição e já começa a campanha para outra eleição.
Vejam o exemplo da eleição de prefeito, aqui em São Luís: é quase regra geral.
No primeiro ano, tem a festa da vitória, tem a posse no cargo, e depois vem o descanso. Com a desculpa de que estão arrumando a casa (isso vem de muitos anos e acontece com quase todos eles) ficam - o ano todo - sem fazer PN...
Passado esse descanso, o outro ano é eleição para deputado federal, estadual, senador, governador e presidente da República... Como o prefeito precisa participar da campanha, pensando na sua reeleição,  ele arregaça as mangas e parte para o trabalho..., e o povo diz: esse é o homem!...
Passada a eleição, entra o prefeito no terceiro ano de mandato... Aí ele resolve descansar de novo, e volta à inércia do PN... No resumo, novamente, como no primeiro ano, faz PN.
No ano da sua reeleição, ele desperta e recomeça a trabalhar, pensando em ser eleito para mais um mandato...
No fundo, aqui em São Luís, o prefeito trabalha dois anos e descansa dois anos...
Êta meu povo, até quando?

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