quarta-feira, 8 de julho de 2026

Poeta Sertanejo - No fim da estrada de terra e poeira


Poeta Sertanejo

08 / 07 / 2026

No fim da estrada de terra e poeira, vou construir uma casa humilde porém hospitaleira, onde vou chamar de lar.

Será tão perfeito que até a saudade, fará voltar quem for me visitar.

Terá uma varanda com mesa e cadeiras, para o pôr sol no final do dia poder contemplar.

Um belo jardim para os ligeiros colibris virem, as flores visitar.

Também terá rede armada, pelo vento a balançar.


Um lago na porta para uns peixinhos eu poder pescar.

Uma árvore com sombra estrondosa, e um banco de madeira para prosear.

Também farei um balanço, para que com minha amada eu possa brincar.

E uma grama verdinha, onde deitados as estrelas nós possamos contar.

Logo após o sol ir embora, e a lua chegar para tudo iluminar.

Quero ver a vida com seu brilho, ser feliz com meus filhos e a esposa amada.


Sair para o terreiro e sentir do mato o cheiro em plena madrugada

Quero viver meu cotidiano, usar o fogão a lenha.

Fazer café no coador de pano, talvez ser visto como um Zé ninguém mesmo sendo seu fulano.

Porque o bom da vida é ser feliz, e com nada ficar se preocupando.

Boa noite meu povoooooo

Uma ótima noite para todos vocês


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