Poeta Sertanejo
21 / 07 / 2026
O galo já cantou lá no terreiro, a luz está acesa, o fogão fumaceia, do café se sente o cheiro.
O sabiá dá seu show, lá no galhinho do limoeiro.
Canário do peito amarelo, canta lá no mourão do mangueiro.
O caboclo está no curral ordenhando as vacas leiteiras.
Ao lado o velho valente, mostrando ser fiel companheiro.
O manto da noite ainda não foi recolhido, no céu ainda brilha uma estrela.
Mas a natureza em clima de festa, mostra o seu despertar.
Os pássaros em cantoria, as galinhas no monturo à cisca.
As capivaras na barragem da represa, as águas a murmurar.
Onde a garça branca dá meia volta, antes de pousar.
Lá na casa grande, café sobre a mesa, pão caseiro, queijo fresquinho e bolo de fubá.
O sereno caiu na madrugada, e a verde vegetação fez questão de orvalhar.
E lá na baixada do ribeirão, a cortina branquinha de neblina de longe dá pra avistar.
São pequenos relatos do meu sertão ao se despertar.
Bom dia meu povoooooo
Um cheio de bençãos para todos vocês

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Este blog só aceita comentários ou críticas que não ofendam a dignidade das pessoas.