terça-feira, 4 de agosto de 2026

Poeta Sertanejo - Abro a janela e vejo ao longe, uma garça branca...


Poeta Sertanejo

04 / 08 / 2026

Abro a janela e vejo ao longe, uma garça branca, que serena voa com magia.

Solitária dá meia volta e posa às margens da represa.

Mostrando com clareza, que vai em busca da sua primeira refeição do dia.

Um canarinho na cerca de arame, canta com maestria.

Onde sobe o enxame da abelha jataí, e o bem-ti-vi canta com alegria.

Vejo ao longe na grande pastagem, no orvalho fazendo triagem os animais.

Gotículas de orvalho na ponta das folhas, brilham como se fossem cristais.

Nas águas claras do ribeirão feito crianças em brincadeira, deslizam os patos na corredeira.


Os bezerros chamam, por suas mães, lá na mangueira.

É o despertar de mais um dia, que tem a alegria da vida roceira.

Mostrando que a felicidade, aqui também se faz companheira.

Pois a festa começa com a natureza que é madrugadeira.

O café quente feito na hora, o cantar das galinhas d,angola, lá pro lado das bananeiras.

Mostrando que aqui o clima é de festa, e que a tristeza é passageira.

Bom dia meu povoooooo

Um dia abençoado para todos vocês


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