Poeta Sertanejo
28 / 08 / 2026
Ao passar o pequeno riozinho, avistei a velha paineira.
Segui adiante encostei num mourão de porteira.
Fechando os olhos, na tela da mente avistei o passado.
Eu ainda criança, cheio de esperança, sultão do meu lado.
Meu pai lá no curral ordenhando suas vacas leiteiras, em cantoria estava sempre animado.
Da antiga casinha nada restou, somente vejo o pé de manga que ficava ao lado.
Sobre a sua sombra, tinha um banco de madeira, que nas tardes costureiras, nós ficávamos ali sentado.
Até mesmo o velho pé de roseira ainda está na minha mente desenhado.
O tempo passou depressa e tudo com sigo levou.
Somente as poucas lembranças, em minha mente, foi que restou.
Mostrando estar mesmo tudo mudado, onde sorria o menino do passado.
O homem de hoje é quem chorou, porque somente recordações do passado, foi tudo que ali encontrou.
Bom dia meu povoooooo
Um espetacular de bom para todos vocês

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