Poeta Sertanejo
17 / 08 / 2026
Companheiro se você nunca ouviu, o cantar estridente de um gavião penacho.
Nunca ouviu o murmurar das águas de um ribeirão correndo vale a baixo.
O sanhaço picando uma banana madura, direto do cacho.
Nunca passou nos caminhos onde paço, e não recebeu do aranha gato um abraço.
Você não conhece o meu sertão, lugar onde o latido dos perdigueiros ecoa no espaço.
Aqui se ouve a léguas e meia o grito dos boiadeiros, o gado tocando.
E se avista uma nuvem de poeira, onde a boiada pantaneira está passando.
E lá no alto da colina, uma pomba clandestina canta pela chuva chamando.
Os ares dos campos virgem se encontram esfumaçados.
Pelo o homem que com tudo vai acabando.
Mas cheio de orgulho eu falo pra você, o quando é lindo o florir do belo ipê.
O cantar em liberdade de um majestoso sabiá, que parece a Deus agradecer.
Contemplar lá no jardim o lindo florir de uma roseira, onde os colibris vem logo pelo amanhecer.
Com muito carinho eu lhe convido, para isso tudo vir conhecer.
Vai admirar a lua prateada clareando a estrada, no anoitecer.
E se encantar com a orquestra da passarada no romper da aurora pelo o amanhecer.
Bom dia meu povoooooo
Uma semana abençoada para todos vocês...

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