sábado, 13 de dezembro de 2014

A visão de José de O. Ramos sobre Morros-MA

Este Mhario Lincoln é um perseguidor, no bom sentido das boas amizades. Irmão, companheiro, jornalista, escritor, poeta... O Mhario é tudo isso, mais alguma coisa somada. Amigo de longas datas!
Mandou-me hoje um presente... Irresistível não recebê-lo. É uma crônica, uma poesia! Por que não poesia? Poesia é o que o poeta fala, é o que o poeta escreve: até no olhar, o poeta expressa poesia!
O Mhario mandou-me um texto do poeta José de Oliveira Ramos... Que faço com essa beleza tônica, com esta literatura de aroma suave e saudosa..., como rosas que exalam?!... Um texto que fala de Morros - terra da mãe natureza!..., Cidade banhada pelo UNA, onde navegam as índias do Boi de Morros!!!... Que Beleza!... Terra do meu amigo Zezico, um astro do futebol que fez história atuando pelo Moto Clube de São Luís...
José de Oliveira Ramos!... Sempre o encontro pelas ruas do Cohatrac, quando estou em São Luís... Um poeta calmo, sereno, tranquilo, sempre me alimentando de boas conversas, quando nos encontramos entre os aconchegantes cruzamentos das ruas e vielas cohatraquianas de nossa cidade.
Publico hoje, no meu blog, esta jangadinha atrevida, a crônica - poética - de José de Oliveira Ramos... Leiam:


A visão de José de O. Ramos sobre Morros-MA


Por José de Oliveira Ramos

(zeoliveira43ramos@gmail.com)

"Jamais apareceria aqui para tentar mostrar a quem lê estas mal traçadas linhas, que o Maranhão é um Paraíso na Terra. Todos sabem que não é. Principalmente quem se interessa em contribuir para mudar os índices sociais brasileiros. Mas, a grande maioria critica por criticar."

Morros – onde a natureza namora a cultura popular


Fachada lateral da bela Igreja de Morros, município maranhense


Jamais apareceria aqui para tentar mostrar a quem lê estas mal traçadas linhas, que o Maranhão é um Paraíso na Terra. Todos sabem que não é. Principalmente quem se interessa em contribuir para mudar os índices sociais brasileiros. Mas, a grande maioria critica por criticar.
Critica sem conhecer – da mesma forma que elogia Estocolmo, Montreal, Paris, Miami sem nunca ter atravessado o Atlântico.
Também não vim aqui para esconder que esta situação da terra de Gonçalves Dias tem bons gestores. Nunca teve. E, esse caos social é apenas parte das ventosas das administrações ridículas ao longo dos mais de 400 anos.

Nunca um Governador planejou um “Projeto de Estado”. No máximo, e ainda de forma incompetente, agiu sem planejamento num “Projeto de Governo” – pensando na frente, na próxima eleição ou numa candidatura a deputado federal ou senador.
Mas, acima desses está a Natureza Divina. E, com certeza, na bênção recebida da Natureza, o Maranhão está entre os primeiros estados brasileiros. É, como dizemos, o portal da Amazônia.
Rios perenes e piscosos, extensa orla marítima, piscicultura de fazer inveja a muitos países. E uma cultura popular que, se houvesse uma classificação, estaria entre os três primeiros lugares.

Rio Una, no município de Morros, uma bênção da mãe Natureza


Morros

Morros é um município do estado do Maranhão. Tem uma população de 17.077 habitantes, de acordo com o Censo 2007 do IBGE. Seu principal ponto turístico é o Rio Una, que atrai muitos turistas de todo o estado.

Morros,cidade ribeirinha, localizada à margem direita do rio Munim, encontra-se posicionada em relação ao seu estado, numa distância latitudinal de 2º 57’ 10’’ sul e 43º 54’15’’ longitudinal a Oeste de Greenwich. Distante da capital em linha reta de 60 Km possui uma altitude de 40m e tem um clima saudável, por ser cortado por pequenos rios e riachos. Foi nesse trecho de paisagem simples, mas eloquente, que os habitantes da antiga Icatu vinham fazer suas caçadas, seus momentos de lazer, aproveitando o momento para tomar banho nas águas claras do rio Una.
O progresso alcançado pela povoação levou vários portugueses a se estabelecerem ali, como comerciantes, vindo a prestar valiosa contribuição à emancipação do Município. Elevada à categoria de Vila em 1898, foi extinta no ano de 1931, e restaurada em 1935. Alcançou a categoria de Cidade em 1938. O nome é originado dos numerosos morros existentes no local. Os naturais, ou habitantes de Morros, são chamados morruenses. (Fonte: Biblioteca IBGE).
O rio Una possui uma beleza considerável por ter águas límpidas. Seu leito é formado de areia fina, alguns trechos de rochas e pedras; e as suas margens, compostas de uma vegetação exuberante. Podendo ser apreciado tanto em passeios de barcos pequenos ou canoas que levará o visitante também a conhecer outros balneários como: Una do Mato Grosso, Balneário Una dos Paulinos, Balneário do Bom Gosto, Una Grande, trilha ecológica, Una das pedras, Una das mulheres, Una dos escoteiros, Una dos Moraes e a cachoeira do Arruda, o mais bonito de todos balneários. Afastada da cidade e de acesso difícil, reservado apenas a carro tracionado, através de trilhas, a cachoeira do Arruda é um lugar paradisíaco, formado por uma pequena queda d'água e piscinas naturais, que proporcionam momentos mágicos a todos que ali chegam. (Transcrito do Wikipédia).


Pousada Dom Cyrilo – local de comida boa e simples

Além das águas límpidas do rio Una, Morros tem a tradição de melhor lugar do mundo para se apreciar a lua em agosto – com baixa temperatura noturna.

E, se isso “tudim” não for suficiente, é lá que começa todos os anos a apresentação do Boi de Morros, sotaque de orquestra – uma das melhores, mais antigas e belas manutenções culturais do Maranhão.



Índias do Boi de Morros – apresentação de plasticidade encantadora



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