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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Amanheci o dia procurando Alanna!

Pois é!











Amanheci o dia procurando Alanna!

Sabia onde encontrá-la; e a vi nos salões de Aum Ban Dhan. Vejo-a lendo, serenamente... Para a leitura que devora, lendo, recomenda-me:

“Mais um excelente artigo da Taissa Tavernard sobre a religiosidade do Tambor Mina no Pará. Super...  Recomendo a leitura, caríssimo. Saravá!...”

Vejo o título: Por uma sociedade de corte nos terreiros de Belém.

O assunto não poderia também esquecer o meu Maranhão, parte da história!...

Vejo o resumo de Taissa!... Bela síntese...

Resumo:

“O presente artigo tem por objetivo apresentar o panteão da religião de matriz africana mais antiga de Belém do Pará: a mina. Trata-se de uma matriz religiosa advinda da costa ocidental da África, mais especificamente do antigo Daomé (atual Benim). No Brasil o Tambor de Mina é cultuado principalmente no eixo nordeste-norte, mais especificamente nos estados do Maranhão e Pará. Esta religião se caracteriza por possuir um panteão híbrido composto por divindades africanas - como os orixás yorubanos e os voduns jejes -, nobres europeus e entidades mestiças. Nos limites desse trabalho pretendo analisar como esse panteão se organiza de forma hierárquica aos moldes de uma “sociedade de corte” (Elias, 1993) principalmente pela presença de uma categoria de entidades denominadas, senhores de toalha ou nobres gentis nagô. São reis ou aristocratas europeus que possuem ligação com o processo de cristianização da Europa, expansão marítima e colonização do Brasil. Neste sentido, etnografei o ritual em homenagem a Dom José Rei Floriano realizado no centenário Terreiro Dois Irmãos para entender construção mítica e a lógica interna do processo de divinização da corte portuguesa.”

Durante a leitura da obra, vejo citações aos nomes dos pesquisadores Ferretti e Mundicarmo, estudiosos do assunto, autores de muitas obras. 

Mundicarmo foi minha colega de Faculdade, em São Luís... Há tempos não a vejo. Li suas belas pesquisas. Dela e Ferretti: dois dos mais notáveis intelectuais do Maranhão...

Alanna - historiadora que nunca vi pessoalmente - sempre povoa minha mente neste campo de estudo – é uma pessoa de consagrado saber, conhecimento que nos une!...

Mas, tô falando demais; e falar demais é demais chato, muito mais chato..., creiam!

Vamos ao finalmente... Leiam este belo artigo de Taissa, uma obra de pesquisa, abrindo (clicando) neste endereço eletrônico: 

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