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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Que Bom rever o poeta: “os ingleses costumam ser pontuais”

Resposta ao poeta Cunha Santos

Meu caro poeta, dos mais brilhantes e sábios da nossa terra!
Que bom foi o amanhecer de hoje, lendo Cunha Santos.
É agradável ler o Cunha!
Não importa se o poeta vai mergulhar em profunda investigação científica para saber quantos baldes de jalapa tomei... Foram muitos!  Aguentar a oligarquia não foi fácil.
O nobre poeta é também um lutador de há muitos anos, como o próprio Flávio, ambos - você e ele, além de muitos outros companheiros nossos - lutando, desde a juventude, para salvar o Maranhão do poder de uma oligarquia que reinava por meio século!
Há muitos anos não te vejo..., meu caro poeta!
Estou em São Luís, entre as matas de Upaon-Açu!...
Ninguém me vê!... Estou entre as matas...
Ué! Estou ouvindo o canto dos pássaros, entre as matas destas matas, nesta parte norte do atlântico...
Lembro o Flávio – jovem ainda – naqueles tempos!... Lutando já!...
E o que eu desejo hoje, com a esperança que não morreu, é que o Flávio desça do deslumbre para realizar os nossos sonhos de reconstruir um Maranhão de Paz, de Progresso... Um Maranhão de todos nós!...

Um abraço, meu caro poeta!       

Segue o artigo do amigo Cunha Santos

Hélcio, os ingleses costumam ser pontuais

JM Cunha Santos


Amigo Hélcio, saudades. É um prazer rever a sua inteligência. Apenas não vejo nada de estranho na mesma imprensa internacional que não tirava o governo Roseana Sarney das páginas de polícia, elogiar ações do governo Flávio Dino. A diferença, para melhor, é astronômica. 
Não fale em segurança, meu amigo. O governo que antecedeu Flávio Dino não tinha sequer autoridade moral para combater o crime. Não podia fazer isso enquanto mantinha encontros soturnos com a quadrilha de Alberto Youssef. Não podia, recebendo suborno de pessoas que hoje estão na cadeia. Por roubo.
E foi essa falta de autoridade moral que gerou tanta violência no Maranhão. É obvio que o crime organizado se sentia em casa. E, conhecendo a força do seu caráter, acredito que nessa época tenhas tomado baldes inteiros de Jalapa.
Aliás, os 400 relógios londrinos não atrasam. Os ingleses costumam dizer as coisas certas na hora certa. Na terra do Big Ben todo mundo sabe a hora. E já estava mais do que na hora de mandar Sarney passear, coisa que meu velho amigo Hélcio Silva dizia na Câmara de Vereadores muito antes dos ingleses.

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