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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A Odebrecht assombra os políticos

Hélcio Silva

(24 / 11 / 2016)


Mais de duas centenas assombradas!... Tem político tremendo.
Lembrei novamente daquele ex-senador que disse que a Odebrecht delatando é metralhadora ponto 100...
Só pra esquentar o tamborim, tô lembrando aos ventos (o vento espalha) o que li hoje no portal de notícias da Agência O Globo de hoje. Vejam que somente neste anúncio / notícia o que tem de gente grande na fila...

Texto abaixo:

Nas negociações pré-delação, os executivos da empreiteira fizeram acusações contra líderes de todos os grandes partidos governistas e da oposição. Pelo menos 130 políticos, entre deputados, senadores, ministros e ex-ministros deverão ser atingidos pelas delações. Segundo fontes ligadas às negociações, entre os citados estão o presidente Michel Temer (PMDB), os ministros José Serra (Relações Exteriores), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Eliseu Padilha (Casa Civil).
Nas delações também estariam os nomes do ex-presidente Lula, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), dos governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); de Minas, Fernando Pimentel (PT); e do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Foram feitos relatos também sobre pagamentos supostamente ilegais para as campanhas da ex-presidente Dilma Rousseff.

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E agora, para ler silenciosamente, vem abaixo o que saiu hoje na Coluna do Cláudio Humberto:

DELAÇÃO DA ODEBRECHT ASSOMBRA ATÉ O STF
  
As primeiras informações que chegaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o teor da megadelação dos executivos da Odebrecht deixaram ministros “particularmente preocupados”, segundo um deles. Eles se preocupam com a estabilidade política do País de tão graves e amplas. O assombro decorre dos depoimentos preliminares dos delatores, que fará parecer “bobagem” o que foi revelado até agora.
  
SEM CHANCE DE ESCAPAR

As delações vão enriquecer os inquéritos abertos no STF com provas robustas, sem deixar dúvidas quanto à condenação dos investigados.
  
NÃO FICA UM, MEU IRMÃO

A impressão que se tem, na força-tarefa da Lava Jato, é exagerada: “não vai sobrar ninguém na classe política”, diz um dos investigadores.

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