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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Quanto custa Lula preso? 100 dias de Lula preso já custaram aos brasileiros mais de R$1 milhão

Juro que não acreditei. Mais de R$1 milhão, em 100 dias?

Fui ao pé da fonte, lá no Diário do Poder. Li a manchete e a manchetinha:

Prisão de 100 dias de Lula já custou aos brasileiros mais de R$1 milhão.

Presos custam em média R$1,4 mil ao mês; Lula custa R$10 mil por dia.

Diz o Diário do Poder em sua edição de ontem – domingo:

A prisão especial de Lula, gentilmente decidida pelo juiz federal Sérgio Moro, completa 100 dias neste domingo e já custou R$1 milhão aos cofres públicos. Condenado a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em vez de cumprir a pena em penitenciária comum do Paraná, onde foi condenado, ou de São Paulo, onde morava, Lula tem na carceragem da PF “sala” e banheiro individual e banho quente, além de TV, ao custo diário de R$10 mil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

PRESO TEM QUE TRABALHAR...

Vou a outra informação. Agora vejo a posição do ex-prefeito da cidade de São Paulo, João Dória, candidato ao governo do estado, em uma notícia que li no Portal da Rádio Jovem Pan:

O pré-candidato ao governo de São Paulo João Doria propôs nesta quarta-feira (11) - quarta-feira passada - que “todos” os detentos do Estado trabalhem. Diz Dória:

“Aqui em São Paulo, o sistema vai mudar. Primeiro, todos presos vão trabalhar”, prometeu Doria, sem dar detalhes de como seria exigida a obrigatoriedade do labor nos presídios. O ex-prefeito da capital disse que há 235 mil custodiados pelo Estado atualmente e que apenas um quarto deles trabalha.

“O que for preciso falar com o Tribunal de Justiça, nós vamos falar”, disse o tucano, sugerindo um acordo com a Justiça para estabelecer essa política criminal. “Não vamos ter mais preso sem fazer nada, assistindo televisão e conspirando e armando o crime dentro dos presídios”, discursou Doria.

O trabalho dos detentos seria por “oito horas por dia” e visaria a “pagar o custo da sociedade”, promover a “remissão gradual” da pena e “formar uma pequena poupança” para os que têm família, segundo o ex-prefeito.

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