quarta-feira, 14 de julho de 2021

Minha crônica do amanhecer

Um poema vagante

Hélcio Silva

Minha crônica do amanhecer

(14 / 07 / 2021)



Um sonho sem vida abriu a manhã de hoje, vestido em vistoso terno de uma madrugada que não queria acordar...

Uma alma que lutava para não deixar a noite, insistindo em não abandonar o sonho de uma vida irreal, perdida nos pontos letárgicos do Universo infinito, em busca de um sentido de vida diferente!

Uma alma que queria saber sua origem, de onde nasceu, quem na realidade é..., para onde vai..., por aonde caminha!

Errante, não sabe quem é...

Não sabe o que faz, perdida nestes bilhões de sóis..., de uma Via Láctea que não fala!

Olha entre as nuvens e não vê as estradas do tempo, nem escuta o som do espaço..., que não existe!

É uma alma que virou um poema vagante do Universo...

Em busca de Deus!...

Tô indo...

Até mis ver!

Eu sou Hélcio

Apenas Hélcio

Nada mais do que Hélcio


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