Romário perde ação que tentava proibir Clarissa de elogiar Bolsonaro na campanha
Senador do PL é acusado de "esconder" Bolsonaro, ao contrário de Clarissa
Clarissa Garotinho (União Brasil) agitando a bandeira do Brasil: defesa de Bolsonaro na campanha.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) negou pedido do Partido Liberal para que a deputada Clarissa Garotinho (União Brasil), candidata ao Senado, retirasse de propaganda eleitoral da TV e de suas redes sociais, demonstrações de proximidade com o presidente Jair Bolsonaro, inclusive alegando ter a confiança do chefe do Poder Executivo.
O PL é o partido do senador Romário, que busca a reeleição com apoio do campo conservador, mesma estratégia adotada pela postulante do União Brasil. A decisão foi do último dia 31. Mas o ex-jogador de futebol é acusado de não citar Bolsonaro em sua campanha.
A representação foi indeferida pela desembargadora Márcia Ferreira Alvarenga, que não viu na propaganda eleitoral da campanha de Clarissa as restrições estabelecidas no Artigo 54 da Lei das Eleições, uma vez que não fica configurada “propaganda cruzada”, mas sim “uso promocional de afinidades políticas já existentes”.

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