Poeta Sertanejo
18 / 07 / 2026
Sou mais um filho do interior, que sua terra pra trás um dia deixou.
Hoje moro na cidade, mas a ingrata saudade ainda me aperta.
Relembrando de tudo que por lá ficou.
Tenho saudades até mesmo do cantar do galo, e dos pingos de orvalho que um dia meus pés molhou.
Amadrinhado junto com os bezerros, no terreiro ele amansou.
E lá na porta da cozinha, onde corria a aguinha a garça branca.
Depois de um vôo sereno, ali por diversas vezes calmamente pousou.
Feito meu sonho que pousa todos os dias, cheio de alegria naquele lugar.
Mas descontente a minha podia voltar.
Pois sou mesmo um caboclo nato, um filho do mato, aqui está difícil de acostumar.
Se fosse do jeito que penso, amanhã mesmo estaria de regresso, para novamente lá poder morar.
Bom dia meu povoooooo
Um dia abençoado para todos vocês

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