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terça-feira, 8 de setembro de 2015

UPAON-AÇÚ - ILHA GRANDE - Crônica: Agenor Santos


Upaon-Açu - Ilha Grande, do tupi-guarani, terra de encantos mil, capital Gonçalvina, em homenagem a Gonçalves Dias, um dos maiores poetas do Brasil, com destaque aos poemas "I-Juca-Pirama" e "Os Timbiras" e outros, cantados em versos e prosas, que estimulou as novas gerações a dedicarem-se à literatura e a cultura, proporcionando o surgimento de importantes personalidades de pensadores que contribuiram para o enriquecimento da nossa cultura diversificada e mantida ao longo desses 403 (quatrocentos e três anos) de ostentação do título de "Atenas Brasileira".

Dentre essas abnegadas personalidades que deixaram um acervo precioso de notoriedade reconhecida nacionalmente, citaremos alguns: Humberto de Campos, Maria Firmina dos Reis, Bandeira Tribuzzi, João Lisboa, Coelho Neto, Aloízio Azevedo, o precursor do Naturalismo brasileiro, Bernardo Coelho de Almeida, Manoel Odorico Mendes, Nascimento Morais Filho, Magalhães de Almeida, Eduardo Ribeiro, Cândido Ribeiro, Henrique Leal, Ubiratan Teixeira, Tarquínio Lopes, João Mohana e Luiz de Morais Rego, etc.

Mais uma geração de alto nível, com referência dos notáveis: Ferreira Gullar, Zé Chagas, Nauro Machado e Jomar Morais. Os novos pensadores: Zé Maria Nascimento, César Teixeira, J. M. Cunha, Herbeth de Jesus Santos, Lima Coelho, Alberico Carneiro, Nonato Buzar, Joaquim Haickel, Joaquim Itapary, Silvana Meneses, Dinacy Correa, Maria Marta, Lúcia Santos, Wanda Cristina, Goreth Pereira, Carlos de Lima, José Carlos Sousa e Silva, José Louzeiro, Laura Amélia Damous, Lino Moreira, Lourival Serejo, Euclides Moreira Neto, Elizeu Cardoso, e Ricardo Leão.

Acredito nas gerações vindouras de preservarem o titulo de ostentação de capital da cultura "Atenas Brasileira", uma dádiva de Deus, que apesar das dificuldades, dos problemas, a nossa juventude jamais abrirá mão de valorizar o nosso patrimônio regado de Realismo e Sentimentalismo, um legado merecedor do mais justo reconhecimento e agradecimentos a esses incansáveis amantes das letras e da nossa riquíssima cultura.

É natural que todo cidadão tenha orgulho de sua terra. Por mais distante e sofrido, o maranhense faz questão de exaltar a sua origem, afirmando: Sou maranhense da gema, ou seja, puro, sem mistura; bote orgulho nisso! Se expressar assim não ofende, que os bons maranhenses continuem com a mesma convicção de amor pela terra berço.

Agenor Boaventura dos Santos/Pedagogo/Pós-graduação em Docência Superior/Poeta.

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