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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O Poder de Mudar


Crônica do amanhecer

Hélcio Silva

(03/10/2016)

Há um bom tempo não se via um fenômeno político nas eleições que tivesse poderes para sepultar as engendradas forças das pesquisas encomendadas. Por falta de lideranças e bons oradores, isso era (ou parecia ser) impossível transformar-se. 

A mídia se orientava pelas pesquisas e o povo entrava na onda, dominado pelas partículas da enganação.

Talvez, Louis de Broglie, físico francês, que introduziu em sua tese de doutorado a teoria de onda de elétrons, pudesse, mesmo espiritualmente, explicar a causa das falsas ondas criadas pela mídia com este poder mental para mudar a nossa cabeça e o resultado das eleições..., na maioria dos casos para o campo do erro.

As pesquisas e a mídia faziam a onda, confeitavam-na e o povo navegava. 

Muitos eleitores (a maioria) picados pela onda da mídia não viam outros horizontes...

No caso específico das eleições em São Luís, o piano tocava do mesmo jeito, apenas com três teclas: Edivaldo, Wellington e Eliziane. As outras teclas foram anuladas pela mídia e pela pesquisa...

O que é isso? Isso é física, história ou conto de carochinha?

O que faltava então para impor-se o fato real sem as mentiras que enganam?

Faltava a realidade quântica que poderia estar na palavra forte, na atitude coerente, mesmo uma vez só diante de um palanque eletrônico, como tal foi o caso a que me refiro...

Os campos energéticos do debate na TV Mirante lançaram ondas e partículas que foram absorvidas por quase um milhão de mentes, entre eleitores e não eleitores.

As portas de um novo horizonte se abriram e as palavras, frases, ideias e conceitos, colocados durante o debate, foram selecionados e assimilados por mentes de um povo guerreiro que buscava novos caminhos...

Houve uma verdadeira revolução quântica que mudou o resultado da eleição e levou Braide para o segundo turno.

É a revolução das ideias capaz de mudar o mundo.

Agora, em eleição limpa, vamos ter – espero – um confronto de ideias, o que é saudável para a democracia.

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