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sábado, 1 de abril de 2017

A Chikungunya e o “Trump do agreste”


Um conto de dores e apelido

Hélcio Silva

A febre não chegou, porém, não faltaram as dores intensas nas articulações de pés e mãos, ombros e joelhos!... Seria ela, a chikungunya?

Não sei!... Ainda estou com as dores atravessadas. 

Mesmo em estado meio inquieto, com essas minhas dores, ainda posso ver o Lula na loucura de pensar que pode voltar ao Planalto... Aliás, Curitiba é o caminho mais curto pra ele!...

Com dificuldade em fechar as mãos, sinto-me abraçado pelas garras da chikungunya... 

Seria mesmo garras de chikungunya?

Levo, porém, tudo num boa e até já mergulhei pela garganta algumas bolinhas de paracetamol...

Mas, enquanto as dores me inquietam, vejo a tranquilidade do Pezão afirmando a Deus e ao Mundo que sua vida nada tem a ver com propina... No entanto, leio, hoje, a manchete do estadão, com afirmativa diferente: "Ex-presidente do TCE-RJ diz que Pezão participou de reuniões para debater propina..."

E vem um pedacinho da informação: “O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), conhecia o esquema de corrupção que vigorava no Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) e participou de pelo menos duas reuniões para debater seu funcionamento, afirma o conselheiro Jonas Lopes, ex-presidente do órgão. Ele fez a acusação durante delação premiada, cujo conteúdo foi parcialmente divulgado na noite desta sexta-feira, 31, pelo canal GloboNews.”

E o Aécio?

Oxente! O Aécio novamente citado: Odebrecht depositou propina para Aécio em NY, diz delator...

E tem mais: Foram feitos depósitos para Aécio em conta sediada em Nova York...

E a bomba maior é o rompimento de Renan com Temer..., com Renan recebendo o apelido de “Trump do agreste”.

E o Portal Notícias ao Minuto traz a informação:

A aliança entre Michel Temer e Renan Calheiros foi rompida, de acordo com assessores do presidente. O cenário já vinha se desenhando há algumas semanas, desde que o líder do PMDB no Senado resolveu fazer duras críticas ao governo. “Não existe casamento forçado”, resumiu um auxiliar de Michel Temer.

Calheiros chegou a gravar vídeos e postá-los em suas redes sociais, desaprovando as propostas do Planalto, em especial a reforma da Presidência.

Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a decisão de usar perfis na internet para divulgar conteúdo explosivo rendeu um apelido a Renan no Planalto: “Trump do agreste”.

Para a Presidência, a tática do senador é clara: realinhar-se com o PT de olho na eleição em Alagoas, seu estado. Acredita que Renan busca, acima de tudo, suporte em diversas alas da Casa para segurar o tranco que se aproxima com os desdobramentos da Lava Jato.

Em meio a tanta especulação, Calheiros tem minimizado o racha. "Nem lembrava mais como era bom ser oposição”, disse, recentemente. Porém, sabe que pode atrapalhar os planos do governo. Como líder, tem a prerrogativa de indicar relatores de projetos e integrantes de comissões.

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