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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Navegar é bom e é preciso

Cedinho naveguei por aqui mesmo e fui passeando pelas manchetes e noticias dos blogs da cidade. No blog do Esmael, olhei o naufrágio do Cunha... Uma charge de Jarbas. Vejam:


E continuei navegando. E quando dei uma passadinha no blog do Fábio Campana encontrei este texto:

“Palhaço” e “amada amante” na troca de insultos dos vereadores de Curitiba


Na Câmara de Curitiba, um momento para a baixaria. O vereador professor Galdino, durante votação de projeto para cursos de especialização de professores em Curitiba, Galdino, afirmou que, antes disso, era precisa resolver o problema da falta de creches. Bastou para irritar os petistas de carteirinha e o dissimulado: vereadores Pedro Paulo, professora Josete, Paulo Salamuni e Felipe Braga Cortes. Pedro Paulo chamou Galdino de palhaço. Galdino abriu largo sorriso e disse em alto e bom som: “tudo bem, mas não tenho amada amante dentro da sala”. Pois, pois, Pedro Paulo silenciou.

Caminhei mais um pouco e parei no blog Política em Debate (BemParaná) e lá encontrei:

Eleição de diretores de escolas deve voltar a “esquentar” debates na Alep


A Assembleia Legislativa deve voltar a viver, em breve, novos momentos de tensão, com a apresentação pelo governo do projeto que pretende mudar as regras para a eleição de diretores de escolas estaduais. Entre as propostas do Executivo estão estabelecer o mesmo peso para o voto de pais, alunos, professores e funcionários, alterando o atual sistema em que a comunidade e estudantes somam 50% dos votos e a comunidade escolar, docentes e servidores, representam a outra metade. Outra medida polêmica é a que prevê mandatos de dois anos, com a disputa da reeleição condicionada à aprovação da candidatura pela Secretaria da Educação.
A APP-Sindicato já avisou que é contra as mudanças. O líder da bancada de oposição, deputado Tadeu Veneri (PT), considera que a intenção do projeto é transformar os diretores das escolas estaduais em “braços” de governo e partidos. “Aqueles diretores que não rezarem pela cartilha do governo dificilmente serão reconduzidos. Isto é um ataque à democracia do processo”, disse Veneri.
Ex-presidente da APP, o deputado Professor Lemos previu que se o governo insistir na proposta, o Legislativo voltará a viver cenas “de guerra” como as que marcaram o primeiro semestre.
O líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), confirmou que o projeto deve chegar nos próximos dias à Casa, e alegou que a intenção do Executivo é “radicalizar” a democracias nas escolas. “Quem tem medo da democracia?”, questionou Romanelli, rebatendo as preocupações dos parlamentares oposicionistas.

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